Gilmar vê “impropriedade” de Mendonça no caso Master e compara com a Lava Jato

15 thoughts on “Gilmar vê “impropriedade” de Mendonça no caso Master e compara com a Lava Jato

  1. Nada mais espanta: a política entre o lucro e a impunidade

    Denúncias envolvendo Flávio, Ciro Nogueira, Motta e Jaques Wagner ilustram como a moralidade pública foi escanteada em troca de favores

    Deve ser um bom negócio concorrer a eleições, haja vista o número crescente de candidatos. Faz bem ao ego. Você se torna conhecido e pode acabar se elegendo. O principal: sem gastar dinheiro.

    Os outros que gastem — fundos partidários ou doadores espontâneos. Sabe o que mais? Em muitos casos, as sobras de campanha enriquecem, sem distinção, candidatos vencedores e perdedores.

    O avanço do Congresso sobre o controle do Orçamento da União dispensa deputados federais e senadores de se preocuparem com o financiamento de campanhas. O dinheiro das emendas parlamentares é suficiente para dar conta do recado.

    São eles, ao gosto de cada um, que determinam onde, quando e como o dinheiro deve ser aplicado em seus redutos. E ainda embolsam parte dele. Nada mais espanta. A corrupção naturalizou-se. Ninguém reclama.

    O Caso do Banco Master é o melhor exemplo disso no momento. Um senador (Flávio Bolsonaro) não vê nada demais em negociar um total de R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre seu pai.

    Desse montante, pelo menos cerca de R$ 61 milhões foram repassados pelo banqueiro entre fevereiro e maio de 2025.

    Outro senador (Ciro Nogueira) também não vê nada demais em receber mesadas de Vorcaro no valor de R$ 350 mil mensais, além de ter pagas as viagens em jatinhos, compras de roupa para enfrentar o frio nos Alpes franceses e despesas com sua companheira.

    O presidente da Câmara (o minúsculo Huguinho Motta) não se constrange com o fato de ter viajado e se hospedado em Lisboa por conta de Vorcaro.

    Jaques Wagner, líder do governo Lula no Senado, é investigado por ter pedido ao banqueiro Augusto Lima, seu amigo e ex-sócio de Vorcaro, que comprasse em Salvador um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões.

    Ele o recompraria quando tivesse dinheiro. Foi crime? Se não foi, foi imoral. Lula espera que ele não demore a se afastar da função para não ter que afastá-lo.

    Enquanto isso, nós, brasileiros, só prestamos atenção aos jogos da Copa, embora descrentes no hexa.

    Metrópoles, Opinião, 22/06/2026 05:30 Por Ricardo Noblat

  2. Honestidade não é tratada como valor nem nas aparências

    É espantosa a forma como próceres da política vêm reagindo às investigações da Polícia Federal (PF) que os implicam no caso Master. Reina a absoluta falta de compunção.

    É como se em Brasília a honestidade tivesse deixado de ser um valor a ser cultivado até no campo das aparências.

    Para começar, o relatório da PF tornado público há poucos dias por decisão de Mendonça, relator do caso Master no STF, expôs com ainda mais riqueza de detalhes uma relação entre Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que (…) materializa a venda de um mandato parlamentar.

    Nada menos. Segundo os investigadores, Vorcaro bancou uma frenética vida de luxos ao redor do mundo para Ciro num “mutualismo ilícito” que misturou a defesa dos interesses privados do banqueiro e o exercício do múnus público. Ciro segue impassível diante desses achados.

    Por sua vez, Hugo Motta, declarou não ver problema algum, ora vejam, em ter sua hospedagem de luxo na capital portuguesa custeada por Vorcaro quando de sua participação no Fórum Jurídico de Lisboa, organizado por Gilmar Mendes.

    Em que lugar decente do mundo uma imoralidade dessas pode ser tratada como aceitável?

    Em troca de que o presidente de uma casa legislativa aceita favores de um empresário – principalmente de alguém como Vorcaro – e trata isso como se fosse prática trivial? É esse o grau de desorientação da bússola moral na Praça dos Três Poderes?

    Recorde-se, ainda, que Flávio, pré-candidato a presidente, foi outro que tratou como reles negociação privada, no fim do ano passado, a cobrança de milhões de dólares feita por ele a Vorcaro – à época já tido e havido como o responsável pelo maior crime financeiro da história do País – para, supostamente, financiar um filme sobre seu pai, o ex-mito.

    Nesse inventário de descalabros, não se pode deixar de mencionar o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, alcançado por nova fase da Operação Compliance Zero em razão de seu suposto envolvimento com o caso Master.

    Wagner é investigado por ter sido agraciado com um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões em Salvador em troca de contrapartidas legislativas de interesse do banco. Sua explicação para o negócio é um insulto à inteligência alheia.

    Wagner afirmou que pediu a um amigo, o investidor Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, que comprasse o imóvel em seu lugar enquanto ele providenciava recursos para recomprá-lo, inclusive com a venda do apartamento de sua filha.

    É o caso de relembrar que a política republicana sustenta-se sobre um primado elementar: um mandatário tem o dever de impedir que interesses privados conspurquem sua independência. E isso não se limita ao cumprimento da lei, de resto uma obviedade.

    Há certas condutas que até podem escapar aos limites estritos dos textos legais, mas, ainda assim, são rigorosamente incompatíveis com a dignidade do mandato eletivo.

    Desde Cícero, o trato da res publica pressupõe que aqueles investidos de poder público o exerçam em benefício da coletividade. Mas nem é preciso voltar tanto.

    Montesquieu e os federalistas americanos conceberam robustos sistemas de freios e contrapesos, vigentes no mundo civilizado até hoje, porque compreenderam que o poder, quando dissociado da virtude, corrompe.

    Aqui, a Constituição de 1988 não fez diferente ao estabelecer como princípios da administração pública a probidade, a moralidade e a impessoalidade.

    Hospedar-se à custa de um investigado (…) é moralmente inaceitável para quem exerce cargo público. Receber emendas legislativas prontas das mãos de um banqueiro (…) desfigura a essência do mandato parlamentar.

    Vorcaro pode ser só um mecenas, fã da história pessoal de Bolsonaro. Ou, ainda, um generoso corretor imobiliário. Mas a distinção entre ilegal e imoral, aqui, não é sutil, é a base sobre a qual repousa a confiança nas instituições deste país.

    O que se vê, porém, é que essa distinção foi varrida da prática política cotidiana com uma orgulhosa sem-vergonhice.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 21/06/2026 | 03h02 Por Editorial

  3. Vamos passar a sacolinha….!!!

    PF bloqueia R$ 670 milhões em bens ligados ao banco de Edir Macedo em operação contra fraudes

    Investigação aponta manipulação e ocultação de situação financeira e operações ilegais, ligadas ao Banco Digimais

    https://www.terra.com.br/noticias/brasil/policia/pf-bloqueia-r-670-milhoes-em-bens-ligados-ao-banco-de-edir-macedo-em-operacao-contra-fraudes,0949e137b91c95794e499302bb85149bgpm9qb3d.html?utm_source=clipboard

  4. O Beiçola sentindo que a PF logo chega na casa dele. Chegou na Lava Jato mas ele, com seus comparsas, escaparam pela tangente. Será que conseguem, novamente?

  5. Digam-me , quantas vezes o juiz do STF Gilmar Mendes ” atropelou e tratorou ” os ritos legais e constitucionais , falando fora dos autos do processo , inclusive antecipando decisões judiciais em público ?

  6. Que me desculpem essa expressão, esse cara é um BOSTA. Quantas vezes esses caras limparam a barra de corruptos, Renan, Barbalho, etc,etc,etc. Isso é que uma atitude certa para esse beiçola.

  7. Ele, como o Lula, perdeu a noção do devir Histórico.

    As condições objetivas, inclusive internacionais, não recomendam o assassinato do escândalo Master.

    Quero fazer política com diploma de analfabetos funcionais em Realpolitik.

  8. Não se fala mais em fim da corrupção como projeto de governo

    É como se dissessem: como todos são ladrões, quem rouba menos tem vantagem.

    É preciso recuperar a noção de ética para servidores públicos

    Os petistas agora fazem uma conta estranha: quantos bolsonaristas estão envolvidos no escândalo do Banco Master, e quantos petistas estão na mesma situação? Como se quem tenha menos indiciados ou investigados por corrupção leve vantagem sobre o outro grupo.

    Não se fala mais em fim da corrupção como projeto de governo. É como se dissessem: como todos são ladrões, quem rouba menos tem vantagem. Parece briga de crianças: “Foi ele quem começou”.

    Perdeu-se o pudor, justifica-se tudo como se fosse normal ter coleção de relógios de luxo, símbolo internacional de ostentação dos novos-ricos, ou aceitar carona em jatinhos e pagamentos de diárias em hotéis.

    Guardar dinheiro vivo, de preferência em moedas valorizadas — dólar ou euro —, é normal. O ex-deputado Geddel Vieira Lima tinha malas de dinheiro num apartamento em que ninguém morava.

    É preciso recuperar a noção de ética para os servidores públicos, sejam deputados, senadores ou ministros dos tribunais superiores.

    Ministros aceitam pegar carona em jatinhos particulares para ver jogos de futebol em camarotes especiais e posam para fotografias sorridentes.

    Participam de empreendimentos, mas por que não revelam seus ganhos? Por que, quando surgem informações de negócios nebulosos, não contrapõem às críticas documentos que mostram a legalidade?

    É o caso do financiamento do filme sobre Bolsonaro, teoricamente financiado por Daniel Vorcaro. Cadê o contrato? Cadê os comprovantes de gastos? Por que fazem financiamento privado sem documentos que provem que ele realmente existiu?

    A triste conclusão é que nossa organização institucional está entranhada pelos vícios da corrupção, e seus representantes não se preocupam com isso.

    Um político importante, presidente de partido, acusado de diversos desvios de conduta, aparecer despudoradamente no dolce far niente de Ibiza, na costa mediterrânea da Espanha, é sinal de perda de noção do que seja um servidor público.

    Os acordos por debaixo dos panos são comuns aos partidos políticos. Na Bahia, o escândalo do ex-governador Jaques Wagner parece não existir, pois seu principal adversário, o ex-prefeito de Salvador, candidato ao governo do estado, também tem lá suas ligações com o Banco Master. Fica-se, então, nessa disputa de quem “rouba menos”.

    Antigamente era o “rouba, mas faz”. Nada mudou no horizonte, só que, hoje, devido aos avanços tecnológicos, fotos, vídeos, gravações são mantidos “nas nuvens”, onde a Polícia Federal vai buscar informações valiosas que revelam o passado que gostariam de esconder.

    O cansaço dos eleitores é evidente pela rejeição dos dois candidatos mais conhecidos e bem votados: o quarto mandato de um contra o segundo do outro grupo.

    Não há novidades à frente, não há esperanças a estimular. Mais do mesmo, a abrir caminhos para novidades como o candidato Renan Santos, do Missão, que aparece com 10% de escolhas em São Paulo e tem o tamanho de ex-governadores da direita tradicional.

    Cresce no eleitorado, sobretudo jovem, com a autodefinição: “Sou Milei na forma e Bukele no conteúdo”.

    Fonte: O Globo, Opinião, 23/06/2026 04h30 Por Merval Pereira

  9. O POVO apartidário, avesso à maldita polarização política nefasta que tanto inferniza e infelicita a vida da Humanidade, quer apenas saber se existe entre o céu e a terra algo diferente, melhor, mais evoluído, mais humano e mais alvissareiro do que isso tudo que aí está há séculos, ora representado e imposto erga omnes pela plutocracia putrefata norte-americana e pela autocracia chinesa ? DR. GILMAR, a vista da sua vasta experiência, é sempre um bom convidado. TODAVIA, o que tem causado espécie ao conjunto da população não é a sua presença no Roda Viva mas é isto sim o fato de a imprensa falada, escrita e televisionada não dar vez e nem voz a ninguém do povo do lado de fora do cercado do sistema partidário, digo, ninguém com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, que vai além das cercanias partidárias, fato que passa a impressão de que ela, a imprensa, é mais conservadora do sistema do que o próprio sistema que ela tb manipula em benefício próprio, arvorada em dona da liberdade de expressão, gerente do establishment conservador, por isso inimiga capital, fidagal e radical da Internet e das redes sociais, suas concorrentes diferenciadas e rivais naturais, sistema esse tipo navio furado no qual o povo entra apenas de gaiato, como bucha de canhão e massa de manobras dos seus operadores, não obstante ser a democracia de verdade, na teoria, o poder e governo do povo para o povo, portanto credor da finalidade precípua do Estado, via Constituição, que é a consecução do bem comum, dever de todos, e todas, de buscar incansavelmente até encontrar a melhor forma de realizá-lo, busca essa que não pode ser cerceada por forma nenhuma de factoide, blá-blá-blá, gogó e trololó, desprovida do borogodó que convém ao conjunto da população. Neste sentido, o povo apartidário quer apenas saber se existe entre o céu e a terra algo diferente, melhor, mais evoluído, mais democrático, mais humano e mais alvissareiro do que isso tudo que aí está há séculos ora representado e imposto erga omnes pela plutocracia putrefata norte-americana e pela autocracia chinesa ? https://www.facebook.com/reel/1811965686853574

  10. E depois os crentes tentam nos convencer de que existe um Deus no comando de nossos destinos. Se isso é verdade, por que um Gilmar existe?

  11. Assim como a Lava Jato o Banco Master/Vorcaro tem as Impressões Digitais, Societárias, Cúmplices Familiares, Criminosas e Confessas, Cínicas e Provadas e Comprovadas dos Poderes da Nação e seus Pomposos e Chorosos Membros Traidores e Ladrões da Pátria/ Fora das Leis Internacionais.

  12. Com a Licença Poética de Carlos Newton e Paulo Peres compartilho uma Música/Poema de Belchior chamada NÃO LEVE FLORES, uma Mensagem de alerta de todas as Gerações do Brasil para os poderosos de plantão nas masmorras fétidas da Praça dos Podres Poderes em Brasília.

    NÃO LEVE FLORES
    Belchior

    Não cante vitória muito cedo, não
    Nem leve flores para a cova do inimigo
    Que as lágrimas dos jovens
    São fortes como um segredo
    Podem fazer renascer um mal antigo
    Não cante vitória muito cedo, não
    Nem leve flores para a cova do inimigo
    Que as lágrimas dos jovens
    São fortes como um segredo
    Podem fazer renascer um mal antigo, sim, sim

    Tudo poderia ter mudado, sim
    Pelo trabalho que fizemos, tu e eu
    Mas o dinheiro é cruel
    E um vento forte levou os amigos
    Para longe das conversas, dos cafés e dos abrigos
    E nossa esperança de jovens não aconteceu
    E nossa esperança de jovens não aconteceu, não, não

    Palavra e som são meus caminhos pra ser livre
    E eu sigo, sim
    Faço o destino com o suor de minha mão
    Bebi, conversei com os amigos ao redor de minha mesa
    E não deixei meu cigarro se apagar pela tristeza
    Sempre é dia de ironia no meu coração
    Sempre é dia de ironia no meu coração

    Tenho falado a minha garota
    ‘Meu bem, difícil é saber o que acontecerá’
    Mas eu agradeço ao tempo
    O inimigo eu já conheço
    Sei seu nome, sei seu rosto, residência e endereço
    A voz resiste, a fala insiste, você me ouvirá
    A voz resiste, a fala insiste, quem viver verá

    Não cante vitória muito cedo, não
    Nem leve flores para a cova do inimigo
    Que as lágrimas dos jovens
    São fortes como um segredo
    Podem fazer renascer um mal antigo

    Não cante vitória muito cedo, não
    Nem leve flores para a cova do inimigo
    Que as lágrimas dos jovens
    São fortes como um segredo
    Podem fazer renascer um mal antigo, sim, sim

  13. Não configurou erro crasso, o fato do ministro André Mendonça receber o advogado do Vorcaro, para um despacho auricular requerido pelo criminalista, como Gilmar Mendes quer fazer crer só distinto público, insinuando que o ato poderia suscitar nulidade do processo da Delação Premiada.

    O advogado foi perante o Relator do Caso Master, propor uma Delação Seletiva, que foi prontamente recusada pelo ministro. Não se tratou da análise da Delação, a cargo da PF e da PGR. Porta to, nenhuma ilicitude do ministro Mendonça.
    O advogado, ato continuo ameaçou entrar com recurso na Primeira Turma, o que foi considerado pelo ministro como uma afronta, por isso encerrou a conversa.

    Gilmar Mendes, quer encontrar pelo em ovo nas decisões do Ministro André Mendonça, incomodado com as prisões preventivas alongadas e porque votou pela soltura do primo de Vorcaro e prisão domiciliar para o pai de Vorcaro, senhor Henrique, comandante da Turma do Sicário e dos Meninos, os Hackers que entraram nos Sistemas da PGR e da PF passando informações de Inquéritos que interessavam ao chefe da organização criminosa, Daniel Vorcaro. Seria esse um erro crasso de Gilmar Mendes?

    Ora, é inconcebível a luz da Lógica comparar a condução do processo Master, as ilicitudes cometidas na Lava Jato pelo ex- juiz Sérgio Moro e pelo ex- procurador Deltan Dalaganol.
    Sergio Moro tinha pretensões políticas, tanto que hoje é um senador e candidato a governador em outubro no Paraná. A esposa de Moto é deputada Federal por São Paulo.
    Dalaganol é candidato a senador pelo Paraná pelo Partido Novo em dobradinha com Moro do PL. Este Procurador tentou criar uma Fundação na época da Lava Jato, com os recursos das multas pagas pelas empreiteiras.

    Bem, o ministro André Mendonça, pelo que se conhece, não tem pretensões políticas, nem a esposa do ministro pretende se candidatar a mandato eletivo, portanto, a comparação com a Lava Jato, não tem relação de Causa e Efeito.

    Me parece, que as declarações de Gilmar Mendes no programa da TV Cultura, sobre o Caso Master, configura sim, um erro crasso, porque sua excelência poderá julgar num futuro próximo sobre o tema na Turma ou no Plenário. Irá se julgar impedido, por ter antecipado no julgamento no programa?

    Apontar o dedo para o colega de toga não é uma boa política, quanto se tem o flanco aberto para críticas.

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