Enquanto Caiado fecha vice, Flávio e Zema têm problemas para compor a chapa

7 thoughts on “Enquanto Caiado fecha vice, Flávio e Zema têm problemas para compor a chapa

  1. Licença… sugestão de pauta…

    1) Já que a TI fala tanto no Judiciário, que tal abordar o que li alhures…

    3) Um jovem Juiz de Santa Catarina está sendo perseguido ou maltratado por ser descendente de indígenas…

    4) E ele está vivendo a base de remédios…

    • 1) Outra pauta… sugestão…

      2) A ex-primeira Dama falou de um vídeo chamado “Noite dos Astronautas”… patrocinado por um Sr. bem conhecido…

      3) Li alhures que na tal festa tinham políticos de vários partidos, em situações… no mínimo curiosas…

      • O Judiciário Brasileiro é extremamente elitista, caro, riquîssimo, perdulário, suntuoso.

        Salomônico.

        No pior sentido do termo.

        Exoneraram o jovem servidor Gabriel apenas por ser gay e assumir.

        CNJ CORPORATIVISTA e OPRESSOR.

        Nada mais.

  2. Lula tem 48,8% e Flávio, 42,3% no segundo turno, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

    Barba vence todos os adversários no segundo turno e desempenho de Micheque é pior do que o de Rachadinha

    Lula tem 48,8% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Rachadinha, que aparece com 42,3%, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 1º. Indecisos, brancos e nulos, somam 8,9%.

    No primeiro turno, Lula tem 46,3% das intenções de voto, e Flávio 36,6%.

    No primeiro turno, Barba lidera com 46,3%, seguido de Flávio com 36,6%. No segundo pelotão, Renan Santos tem 7,8%, Ronaldo Caiado 2,9%, Romeu Zema 2% e Joaquim Barbosa (DC), 1%.

    Aécio Neves, Samara Martins (UP), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Rui Costa Pimenta (PCO), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) obtiveram menos de 1% ou não pontuaram. Brancos e nulos são 1,1% e indecisos, 0,1%.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 01/07/2026 | 07h00 Por Pedro Augusto Figueiredo e Gabriel de Sousa (Broadcast)

    Observe-se que os figurantes Zema e Caiado (do Kassab) têm, no 1º turno, respectivamente, 2% e 2,9%.

    A candidatura dos dois penetras é uma grande piada.

  3. Cara Luísa,

    Para resolver a dificuldade em encontrar candidatos a vice, Flávio e Zema poderiam convidar Aécio e Cabo Daciolo para comporem suas chapas.

    Afinal, com o traço constante de ambos nas pesquisas, a chapa não ganharia votos, mas garantiria bastante folclore.

  4. O fator que dificulta pacificação de Michelle e aliados com Flávio

    Em meio à guerra deflagrada no clã Bolsonaro, uma das principais queixas no entorno de Michelle é a de que Flávio, até agora não veio a público repudiar os ataques contra ela e Damares Alves vindos de aliados que estão nos EUA.

    Nos bastidores, Damares, amiga próxima de Michelle, endossou a reclamação e sinalizou seu desconforto com o fogo amigo dentro do bolsonarismo.

    “Flávio poderia ter deixado claro que esse não é o pensamento da campanha, mas não fez isso”, queixou-se um aliado de Michelle ouvido pela equipe do blog.

    A saída de Michelle presidência do PL Mulher sacramentada na última terça-feira (30), e os rumores de que ela pode desistir da pré-candidatura ao Senado pelo DF agravaram a crise na direita bolsonarista.

    Além de refletir o desconforto de Michelle com a continuidade da ofensiva nas redes, a renúncia torna ainda mais distante a possibilidade dos dois lados abreviarem a crise.

    Entre os bolsonaristas no exterior que têm alimentado a cizânia está o Dudu Bananinha, seu aliado Paulo Figueiredo, que se apresentou como porta-voz de Flávio durante sua viagem aos EUA, e Allan dos Santos.

    Em um vídeo postado no dia seguinte à manifestação de Michelle, Figueiredo disse que Michelle e Damares são feministas, disse que “mulher vota estatisticamente muito mal, principalmente as solteiras” e insinuou ter informações comprometedoras sobre a relação de Michelle com o ex-mito.

    “Vocês não têm vontade de cortar um pouquinho os pulsos, só para ver o que acontece, toda vez que ela fala meu galego? Não soa fake? Principalmente se vocês soubessem as coisas que eu sei”, afirmou Figueiredo.

    A rede de ataques a Michelle também conta com outros bolsonaristas no exterior como o influenciador Kim Paim, que vive na Austrália, e o blogueiro Oswaldo Eustáquio, que está na Espanha.

    O grupo e outros perfis frequentemente compartilhados por aliados de Bananinha se referem à ex-primeira-dama pelo nome de solteira, Michelle Firmo, em uma tentativa de isolá-la do projeto de poder da família. A estratégia irritou a mulher de Jair Bolsonaro.

    No vídeo de 27 minutos divulgado na última quarta-feira, a ex-primeira-dama se referiu a eles como um “grupo do exterior”.

    “O grupo coordenado por pessoas que estão no exterior continua atuando e me atacando todos os dias. Alguns deles até aparecem em fotos ao lado de Flávio, fazem publicações e vídeos retirando o sobrenome Bolsonaro do meu nome numa tentativa de me atingir. Não me atingem. Eu sei quem eu sou e sei quem é meu marido”, afirmou.

    Desde a manifestação de Michelle, Valdemar e Damares (aparentemente) se colocaram como “bombeiros” da crise. Mas os esforços até agora não surtiram efeito.

    Isso porque, mesmo após Flávio e Michelle sinalizarem uma trégua na semana passada em seus perfis nas redes sociais, os ataques dos aliados “autoexilados” do presidenciável não cessaram ao longo dos últimos dias.

    O próprio Flávio veio a público com um discurso de deixar “pequenas diferenças de lado” e “estarmos cada vez mais unidos”, mas não recriminou publicamente os ataques nas redes sociais contra Michelle e Damares.

    Desde então, o próprio Dudu Bananinha, que chegou a viajar com Michelle para a posse de Trump ‘representando’ o ex-mito, já disparou nove postagens com referências diretas e indiretas à madrasta, entre tuítes próprios e de terceiros.

    O último publicado alfinetou tanto Michelle quanto Valdemar. Em resposta ao cacique do PL, que declarou à Folha de São Paulo na última segunda que a eleição de Flávio “vai ficar muito difícil se perdermos a Michelle”, Dudu sugeriu que Michelle jamais se empenhou pela candidatura do enteado.

    “Como se perde algo que nunca se teve?”, escreveu o ex-parlamentar.

    Pé de guerra

    Entre integrantes do PL ouvidos, há o temor de que a guerra intestina no clã Bolsonaro produza efeitos mais nocivos à campanha de Flávio do que os desdobramentos das investigações do caso do Banco Master, que trouxeram à tona áudios de Flávio pedindo dinheiro ao banqueiro Vorcaro supostamente para financiar o filme “Dark Horse”.

    Isso porque o tiroteio nas redes sociais traz à tona questões como machismo e misoginia, além de escancarar as fissuras internas da família Bolsonaro, o que pode afugentar o eleitorado feminino, onde Flávio enfrenta mais rejeição que Lula.

    “O esquema do Vorcaro não tinha ideologia e vai pegar da esquerda à direita. Agora, a crise Michelle tem um efeito mais permanente”, comenta um interlocutor de Bolsonaro ouvido.

    “Numa eleição, você vende a ideia de uma família exemplar, e o que temos aqui é uma família em pé de guerra.”

    A guerra, pelo visto, está longe de terminar.

    O Globo, Política, Opinião, 01/07/2026 04h00 Por Rafael Moraes Moura e Johanns Eller — Brasília e Rio / Malu Gaspar

  5. Como esse povo tão arengueiro vai conseguir governar alguma coisa?

    Não governam nem as próprias famílias.

    Nem as próprias composições.

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