Ramagem foi condenado no Brasil a 16 anos de prisão
Deu no O Tempo
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL) afirmou que uma eventual extradição dele dos Estados Unidos para o Brasil “não vai acontecer”. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo da trama golpista e foragido da Justiça brasileira, Ramagem teve o mandato cassado em dezembro de 2025.
Ele, que também comandou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusou o Brasil de tentar removê-lo dos EUA, para onde fugiu, de forma irregular. “Como eles sabem que a extradição não vai acontecer, porque sabem que é uma farsa eles tentaram me deportar clandestinamente”, afirmou no ´ltimo domingo à “CNN Brasil” no Estádio de Nova York/Nova Jersey, antes da partida entre Brasil e Noruega.
VOLTA AO BRASIL – O ex-diretor da Abin relacionou as possibilidades de seu retorno ao Brasil a uma eventual vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. “Com essa luta, vamos virar 2027, Flávio Bolsonaro, e a gente volta para o Brasil”, declarou. Ele disse que aguarda a análise de seu pedido de asilo político pelo governo dos EUA.
Em setembro de 2025, Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão em regime inicial fechado por sua participação na trama golpista liderada por Jair Bolsonaro. Ele foi enquadrado nos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Segundo a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR), ele “preparou a narrativa difundida” por Bolsonaro sobre fraude nas urnas eletrônicas e comandou “espionagens ilegais baseadas em interesses particulares” do então presidente, “em flagrante desvio da estrutura brasileira de inteligência”. O Ministério Público o aponta como o principal artífice da retórica difundida por Bolsonaro de ataque às urnas e às instituições.
FUGA – Mesmo proibido de deixar o país, ele saiu do Brasil em setembro do ano passado. Ramagem teria viajado para Boa Vista (RR) e seguido por terra até a fronteira com a Venezuela ou a Guiana antes de embarcar para os EUA.
Em abril deste ano, o ex-diretor da Abin foi detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) dos EUA em Orlando após ser abordado em uma infração de trânsito, por estar em situação migratória irregular. Dois dias depois, foi colocado em liberdade sem pagamento de fiança.
AFASTAMENTO – O episódio resultou no afastamento do cargo do delegado Marcelo Ivo, que atuava como oficial de ligação da Polícia Federal em Miami. Os EUA determinaram sua saída do País alegando que ele tentou “manipular” o sistema de imigração, “contornar pedidos formais de extradição” e “estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos”. Já a PF informou que a prisão de Ramagem “decorreu de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal e autoridades policiais dos EUA”.
Além da condenação criminal no STF, a Mesa Diretora da Câmara determinou em dezembro do ano passado a perda do mandato de deputado federal de Ramagem pelas faltas acumuladas com sua fuga do Brasil. A mesma medida atingiu o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que também reside nos EUA.
Eu tenho até pena doe leitor que se sente obrigado a votar no “menos pior”.
Escolher entre um jacu de gaiola da Era da Pedra Lascada e um picolé de chuchu, cuja maior virtude é ser o herdeiro das capitanias hereditárias bolsonaristas, é ficar entre Cila e Caríbdis.
A Escolha de Sofia do Regime Militar.
Do Claudio Humberto.
Confissão a jato
Joaquim Felizardo era um velho militante e foi logo preso, no golpe de 1964. Aguardava a vez de ser interrogado no corredor do Dops, ao lado de outro suspeito de ser comunista, um advogado gay, quando o delegado gritou: “Tragam o pederasta e o comuna!”. Progressista, mas nem um pouco politicamente correto, Felizardo deu um salto à frente para confessar rapidinho: “Doutor, o comunista sou eu, hein?”.
Hehehehehe
HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA
Um dia sem lascar um comuna é um dia perdido….
Agora vai!
Seu Delcio, o que o senhor acha disso.
Na Colômbia.
Gustavo Petro foi eleito em 2022 como o primeiro presidente de esquerda da história da Colômbia. Seu mandato teve foco em reformas sociais profundas, transição energética, paz com grupos armados e igualdade social. Seu ciclo presidencial encerra-se em 2026, com o campo progressista enfrentando forte oposição da direita e disputas acirradas nas eleições recentes. BBC.
É a história se repetindo como farsa?
Pedro perdeu a eleição e não aceita o resultado, o STF de lá vai colocá-lo na cadeia?
Ele está convocando manifestações…
Vou me divertir lendo as narrativa em favor do Gustavo Petro.
O mesmo papo furado desde 1.917
reformas sociais profundas e igualdade social…
Só podia ser comuna mesmo
comuna não é gente.