Sem citar Trump, Cármen Lúcia faz defesa da soberania e das urnas

7 thoughts on “Sem citar Trump, Cármen Lúcia faz defesa da soberania e das urnas

  1. Acho estranho e quando stf interfere em áreas que não são da sua alçada. Esses caras parecem que tem uma ideia fixa com realação a essa urna. Não acredito nessa lenga lenga de que é inviolável.

  2. Quando estudante ela era militante esquerdista e como ministra continua esquerdista só que camuflada.
    Lá era amordaçada agora é amordaçadora.
    Com essa gente se alguém sair pela rua gritando pega ladrão, vai ser preso por ameaça à população e à democracia.

  3. “Quando Julian Assange afirmou que o objetivo não era vencer guerras, mas prolongá-las, ele tocou em uma das questões mais inquietantes do nosso tempo.

    E se os conflitos modernos não fossem meras disputas por território, ideologia ou segurança?

    E se fossem, acima de tudo, mecanismos de transferência de riqueza?

    Bilhões saem dos bolsos dos contribuintes. Trilhões circulam entre governos, bancos, empresas do setor de defesa, fundos de investimento e corporações ligadas à indústria bélica. Enquanto isso, a narrativa oficial muda de nome, de bandeira e de inimigo, mas o fluxo de dinheiro permanece o mesmo.

    Afeganistão. Iraque. Ucrânia. Gaza. Venezuela. Novos palcos, velhos interesses.

    Assange sustentava que o verdadeiro objetivo de certas intervenções não é alcançar a paz, mas manter um estado permanente de conflito: estável o suficiente para justificar gastos intermináveis, porém instável o bastante para nunca levar a uma solução definitiva.

    A guerra gera medo.

    O medo gera consentimento.

    O consentimento libera recursos.

    E esses recursos alimentam uma elite transnacional que prospera longe dos campos de batalha.

    Talvez a questão não seja quem está vencendo a guerra.

    Talvez a pergunta seja: quem está lucrando com ela?

    “O objetivo é uma guerra sem fim, não uma guerra bem-sucedida.” — Julian Assange.

  4. Se tudo é tão honesto, por que não imprimir o recibo ? Aí tem.

    Às vezes, a lei funciona: se o sujeito (Pelé, por exemplo) se recusa a fazer o exame de paternidade, a lei aplica a presunção de paternidade.

    E assim morre o Princípio da Analogia.

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