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Ministra disse que urnas eletrônicas são confiáveis
André Coelho
G1
Em evento no Rio de Janeiro, a ministra Cármen Lúcia defendeu nesta segunda-feira (27) a democracia brasileira e afirmou que ninguém deve interferir nas decisões tomadas pelo país.
Sem mencionar diretamente líderes ou governos estrangeiros, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusado de tentar interferir nas eleições do Brasil, a ministra disse que os brasileiros devem definir os próprios rumos e alertou contra tentativas de fragilização das instituições democráticas.
DISCURSO – A declaração foi feita durante participação na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Niterói, na Região Metropolitana do RJ, em um discurso marcado por referências ao período da ditadura militar, à importância da participação popular e à defesa do sistema eleitoral brasileiro.
“Há que haver espaços como este, reuniões como essa, que dão a demonstração daqueles vetores, daqueles temas mais importantes para que a gente caminhe e fortaleça a democracia no Brasil e em todos os lugares do mundo, para que ninguém queira também interferir e fragilizar a nossa democracia.”
Em seguida, a ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou que cabe aos próprios brasileiros decidir o que desejam para o país: “Somos nós que temos que falar o que é para nós no Brasil, o que nós queremos”, disse.
ESPAÇOS DE RESISTÊNCIA – Ao longo do discurso, Cármen Lúcia relembrou sua experiência durante a ditadura militar e afirmou que instituições como a SBPC funcionavam como espaços de resistência e debate em um período de restrições às liberdades.
“Eu, no período em que fui estudante, algumas instituições eram nossa voz, porque estávamos com a boca amordaçada. Proibidas de pensar”, declarou. Segundo a ministra, as eleições da entidade científica mobilizavam a sociedade porque representavam uma oportunidade de manifestação em um período de repressão política. “As eleições da SBPC eram aguardadas por nós, eram de conhecimento do Brasil inteiro. Cumpria a voz de ser daqueles que não podiam levantar sua voz”, afirmou.
DEFESA DAS URNAS – Cármen também associou a democracia ao exercício do voto e voltou a defender a confiabilidade da urna eletrônica. Ao comentar o lançamento de um livro sobre a Constituição, ela disse que, diferentemente dos regimes em que as decisões eram tomadas por monarcas, na democracia a vontade popular se manifesta por meio das eleições.
“Antes era por um rei. Hoje o povo, pela sua mão, diz o que quer”, afirmou. “Aqui na democracia, a urna brasileira precisa só de um dedo na urna eletrônica confiável, transparente e auditável. Feita pelo Brasil e pelo povo.”
A ministra não citou as recentes declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, com acusações às urnas eletrônicas já desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Acho estranho e quando stf interfere em áreas que não são da sua alçada. Esses caras parecem que tem uma ideia fixa com realação a essa urna. Não acredito nessa lenga lenga de que é inviolável.
De um empedernido direitista:
“Francamente, bolsonaristas, chega dessa historieta de fraude nas urnas”
Mario Sabino
https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/francamente-bolsonaristas-chega-dessa-historieta-de-fraude-nas-urnas
José Luis
Carmem Lúcia é a censora mór da República, como estupradora da CR/88, não tem estofo para criticar ninguém.
Quando estudante ela era militante esquerdista e como ministra continua esquerdista só que camuflada.
Lá era amordaçada agora é amordaçadora.
Com essa gente se alguém sair pela rua gritando pega ladrão, vai ser preso por ameaça à população e à democracia.
“Quando Julian Assange afirmou que o objetivo não era vencer guerras, mas prolongá-las, ele tocou em uma das questões mais inquietantes do nosso tempo.
E se os conflitos modernos não fossem meras disputas por território, ideologia ou segurança?
E se fossem, acima de tudo, mecanismos de transferência de riqueza?
Bilhões saem dos bolsos dos contribuintes. Trilhões circulam entre governos, bancos, empresas do setor de defesa, fundos de investimento e corporações ligadas à indústria bélica. Enquanto isso, a narrativa oficial muda de nome, de bandeira e de inimigo, mas o fluxo de dinheiro permanece o mesmo.
Afeganistão. Iraque. Ucrânia. Gaza. Venezuela. Novos palcos, velhos interesses.
Assange sustentava que o verdadeiro objetivo de certas intervenções não é alcançar a paz, mas manter um estado permanente de conflito: estável o suficiente para justificar gastos intermináveis, porém instável o bastante para nunca levar a uma solução definitiva.
A guerra gera medo.
O medo gera consentimento.
O consentimento libera recursos.
E esses recursos alimentam uma elite transnacional que prospera longe dos campos de batalha.
Talvez a questão não seja quem está vencendo a guerra.
Talvez a pergunta seja: quem está lucrando com ela?
“O objetivo é uma guerra sem fim, não uma guerra bem-sucedida.” — Julian Assange.
Extraido, de: https://www.facebook.com/share/p/1EjCvp3crC/
Se tudo é tão honesto, por que não imprimir o recibo ? Aí tem.
Às vezes, a lei funciona: se o sujeito (Pelé, por exemplo) se recusa a fazer o exame de paternidade, a lei aplica a presunção de paternidade.
E assim morre o Princípio da Analogia.