
Após negar vistos, governo prevê reação de Washington
Andréia Sadi
G1
O governo brasileiro avalia que a crise diplomática com os Estados Unidos ainda está longe de atingir seu ponto máximo. Ao contrário: a expectativa, segundo integrantes do governo é de uma nova escalada nos próximos dias ou semanas.
A leitura no Palácio do Planalto e no Itamaraty é que a eleição presidencial brasileira passou a integrar uma disputa geopolítica mais ampla pelo comando político da América Latina.
VISTOS NEGADOS – A avaliação ganhou força depois da decisão do governo brasileiro de negar vistos a dois representantes americanos que viriam ao país em missão relacionada às eleições. No Itamaraty, a percepção é de que será difícil Washington deixar a medida sem resposta.
A expectativa é de uma reação no campo diplomático, com novas restrições de vistos, mas outras medidas também não são descartadas. Entre elas, permanece no radar a possibilidade de utilização da Lei Magnitsky como instrumento adicional de pressão. Nos bastidores, diplomatas resumem o cenário em duas palavras: pressão máxima.
OFENSIVA – A avaliação é que os Estados Unidos podem combinar medidas diplomáticas, administrativas e econômicas com uma ofensiva política e de comunicação para aumentar a pressão sobre o governo brasileiro.
A expectativa não é necessariamente de um único gesto de grande impacto, mas de uma sequência de iniciativas capazes de ampliar o desgaste institucional, fortalecer discursos de perseguição política e alimentar questionamentos sobre o processo eleitoral brasileiro.
Na visão do governo, esse ambiente visa a beneficiar politicamente Flávio Bolsonaro (PL). A avaliação é que cada novo episódio de tensão com Washington reforça sua narrativa de vítima do sistema, herdeiro político de Jair Bolsonaro e candidato respaldado pela direita internacional. Ao mesmo tempo, serve para turbinar um discurso de desconfiança sobre o resultado das eleições, sobretudo em caso de derrota.
No Itamaraty, a interpretação é que o Brasil se tornou hoje o principal foco de resistência a um movimento de fortalecimento da direita na América Latina. A avaliação é que diversos governos da região já estão alinhados politicamente a Donald Trump e que a disputa brasileira passou a ter importância estratégica nesse contexto regional.
Diplomatas brasileiros fazem uma ressalva: isso não significa que cada movimento de lideranças conservadoras na região seja coordenado diretamente pela Casa Branca. A leitura, porém, é que existe uma articulação política internacional entre grupos da direita, que atuam de forma convergente, reforçando narrativas, apoiando candidaturas e ampliando pressão sobre governos de esquerda.
É nesse contexto que o governo enquadra a atuação do presidente argentino, Javier Milei. A avaliação é que, além do alinhamento ideológico com Trump e com o bolsonarismo, Milei também encontra vantagens políticas internas ao ampliar o confronto com Lula, deslocando o foco de dificuldades enfrentadas por seu governo na Argentina.
No Planalto, a conclusão é que a crise bilateral ainda está em desenvolvimento e que novos capítulos são considerados não apenas prováveis, mas esperados.
Andrea Sagui, ‘go-go girl’ do cartel narco-socialista PT/STF, tenta emplacar a narrativa da SECOM, transferindo a responsabilidade pela crise para o Laranjão. O que temos é o exato oposto: com a vitória de Trump, o MAGA tornou-se o norte da política dos EUA. Desde então, o ladrão Lula da Silva, cadela do PCC chinês, começou a provocar o Laranjão. Após a rebordosa, o acovardado Lula pediu socorro ao Xixi Ping, prometendo-lhe facilitar a transformação do Brasil num cantão chinês, em troca o genocida chinês prometeu ‘defender’ a soberania brasileira. A China, que já domina vasto setores da nossa estrutura energética e logística, abiscoitou o controle da energia de Fernando de Noronha.
E os idiotas de nascimento? Continuam relinchando … ‘painho é o nosso soberano’.
Se espera, é porque faz parte de apátrida e sabotadora agenda!
O dólar, norte-americano, face à sua supremacia e busca enlouquecida do resto do mundo, afeiçoa-se ao pivô do trabalho escravo mundo afora, escravos do dólar, ao que parece, face ao qual os tarifaços do Trump apenas agravam ainda mais a loucura da escravidão face ao dito-cujo.
Ví, gostei, copiei e aqui postei!
Um estimulante mote de campanha, para alçar um brasileiro da cêpa!
“A gente não precisa, trocar o arroz pelo macarrão, a carne pelo ôvo e o gás pela lenha.
A gente só precisa, trocar de presidente.”