Michelle só bateu o martelo na véspera da convenção
Luísa Marzullo
O Globo
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro chegou à véspera da convenção do PL no Distrito Federal ainda sem ter decidido se disputaria uma vaga no Senado. A definição foi construída entre a noite de sexta-feira e a tarde de sábado, após uma rodada de conversas que mobilizou o ex-presidente Jair Bolsonaro, seus irmãos e aliadas. Pessoas que acompanharam as tratativas descrevem o desfecho como uma decisão tomada aos “45 minutos do segundo tempo”.
A principal resistência de Michelle era a dificuldade de conciliar uma campanha com os cuidados com Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. Desde que deixou a presidência nacional do PL Mulher, ela reduziu drasticamente as viagens e os compromissos fora de casa.
DEFINIÇÃO – Na sexta-feira, Michelle deixou claro que a decisão passaria pelo marido. “Tudo que eu gosto, gosto de fazer bem feito, por isso vou definir com ele. Estou cuidando dele e a prioridade é ele. Mas há uma expectativa do nosso grupo de mulheres”, afirmou.
Nas conversas que se seguiram, os quatro irmãos de Michelle — Suyane, Geovanna, Eduardo e Diego — participaram da tentativa de convencê-la a aceitar a candidatura. A família se comprometeu a ampliar a rede de apoio para que ela conseguisse conciliar a campanha com os cuidados com Bolsonaro e a rotina de casa.
Um dos argumentos levados à ex-primeira-dama foi que ela não deveria tomar uma decisão de longo prazo sob o impacto do cansaço daquele momento. Se eleita, teria oito anos de mandato pela frente. Também houve um apelo às suas origens: familiares lembraram que Michelle, criada em Ceilândia, tinha a oportunidade de levar uma representante da região ao Senado e ponderaram que sua ausência poderia favorecer candidaturas mais à esquerda, como as da senadora Leila Barros (PDT) e da deputada federal Erika Kokay (PT)
ENVOLVIDOS NA CAMPANHA – Os irmãos também estão envolvidos diretamente na campanha. Eduardo concorre a deputado distrital, enquanto Diego foi escolhido como suplente de Michelle. Suyane e Geovanna devem ajudar a ampliar o suporte familiar durante o período eleitoral. No próprio sábado em que a decisão foi tomada, Suyane acompanhou Michelle ao hospital por causa de uma crise de enxaqueca, enquanto Geovanna foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes a permanecer com Bolsonaro durante a internação da irmã.
Bolsonaro também incentivou a mulher a concorrer e, segundo aliados, foi um dos principais entusiastas da candidatura. Ele deu o aval final para que a esposa decidisse ser candidata. A mobilização, contudo, não ficou restrita à família. Na reta final, a governadora Celina Leão (PP) e a senadora Damares Alves (Republicanos) mantiveram contatos frequentes com Michelle e reforçaram que ela teria apoio para montar uma campanha adaptada à sua rotina.
RITMO DE VIAGENS – A avaliação desse grupo era que a ex-primeira-dama não precisaria repetir o ritmo de viagens e eventos que manteve à frente do PL Mulher. A campanha poderia ser concentrada no Distrito Federal, com compromissos presenciais mais curtos e selecionados e uma atuação mais intensa pelas redes sociais.
Foi depois dessa sequência de conversas que Michelle bateu o martelo. A definição permitiu ao PL chegar à convenção do dia seguinte com a candidatura fechada e encerrou meses de incerteza sobre seu futuro eleitoral. Michelle, porém, não compareceu ao evento que oficializou seu nome. Ela recebeu alta do hospital ontem, mas ainda se recupera em casa, antes dos primeiros compromissos eleitorais.
Cuidando dos pobres, favelados e velhinhos aposentados..
E até agora nada de picanha….
Esquerdistas investem R$ 22,9 milhões no mercado
Habituados a demonizar o capitalismo e a fazer inflamados discursos de ódio atacando o “mercado financeiro” e “banqueiros”, integrantes da bancada da esquerda na Câmara dos Deputados têm fortunas aplicadas no mercado financeiro que lhes garantem uma bela renda passiva: são R$ 22,9 milhões no total. Os valores foram obtidos no patrimônio que deputados do Psol, PCdoB, Rede, PV, PSB e PT declararam à Justiça Eleitoral. Só os “socialistas” do PSB somam R$ 17,1 milhões investidos.
Casa de ferreiro
Os oportunistas que adoram falar mal do capitalismo investem com gosto em ações, Tesouro Direto, fundos imobiliários, CDB… sem preconceitos.
Comunista de iPhone
Comunistas que adoram uma grana rendendo: Renildo Calheiros (PE) R$ 562; Marcio Jerry (MA), R$ 80,2 mil; Alice Portugal (BA) R$ 7,8 mil.
Milhões no PT
Petistas de “carta de repúdio” ao Banco Central lucram com a Selic nas alturas, investindo o total de R$ 3,3 milhões em renda fixa, por exemplo.
Será a Benedita?
O total de investimentos Benedita da Silva mostra que a deputada do PT-RJ se dá bem no ramo: seu patrimônio no mercado é de R$555.976,78.
https://www.osul.com.br/esquerdistas-investem-r-229-milhoes-no-mercado/
São os tais ‘comunistas’ que adotam as teses da esquerda se isso lhes render algum ganho pecuniário.
São comunistas, pero no mucho.
O filho de Fidel Castro navega pelos mares do mundo num iate de fazer o de Cristiano Ronaldo parecer uma pequena jangada de pau a pique.
El Raton não era besta não.