
Presidente do PCO foi alvo de operação da PF
Dora Kramer
Folha
O nanico Partido da Causa Operária (PCO) caiu na rede da Polícia Federal. O presidente e figura constante em eleições presidenciais, Rui Costa Pimenta, foi alvo de busca e apreensão na operação Causa Própria, cujo nome não poderia ser mais adequado.
Quando deputados e senadores aprovam matérias do interesse da corporação dizemos que legislam em causa própria. É o que fazem os partidos com as verbas públicas destinadas à sua sustentação. Passaram a fazer com mais afinco e desmazelo quando puderam contar, além do fundo partidário, com o fundo eleitoral.
BILHÕES DE REAIS – É dinheiro grosso, coisa na casa dos R$ 6 bilhões, somadas as duas fontes. Públicas, convém relembrar a todo instante a fim de ressaltar a responsabilidade que deveria corresponder à administração de tais recursos. O manejo impróprio da dinheirama à disposição dos partidos —entidades de direito privado, diga-se, para registrar que, a rigor, não deveriam ser sustentadas pelo Estado— não é novidade.
Existem, mas são raros os casos em que a Justiça Eleitoral aprova integralmente as contas dos partidos. Constantes mesmo são os apontamentos de irregularidades, das mais leves às mais graves. Há exemplos de desvios gritantes, como o uso do dinheiro para compra de imóveis, aluguel de carros, pagamento de passagens, hospedagens e vários tipos de despesas vedadas.
ANISTIAS – Os congressistas habitualmente livram suas agremiações de desconfortos, aprovando anistias às punições. Tanto as regras quanto o aparato de fiscalização são frouxos e lentos, mas, para torná-los ainda mais indolentes, a Câmara aprovou, em maio deste ano, um novo regramento que torna as legendas praticamente impunes no quesito multas e cria outras facilidades.
O fato novo (com pouco destaque no noticiário) na operação que alcançou o PCO é a entrada do tema na esfera criminal. Aguardemos o desenrolar dos acontecimentos para ver se o pente-fino também será passado nas contas das grandes legendas. Valeria a viagem e depressa, antes que aprovem a próxima anistia.
EUA projetam poder militar nas Américas às vésperas da disputa entre Lula e Flávio
Documentos estratégicos dos EUA preveem a concentração de forças militares nas Américas para fazer frente à influência chinesa
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Os documentos de Estratégia de Segurança e de Defesa dos EUA preveem a concentração de forças militares nas Américas, para fazer frente à influência chinesa e projetar poder na região.
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Fonte: O Estado de S. Paulo, Internacional, Opinião, 15/08/2026 | 17h00 Por Lourival Sant’Anna
Bastou o Rui Costa lançar-se candidato à presidência, criticando a narcoditadura do PT / STF, inclusive declarando a neutralidade do PCO num provável 2º turno, para a PF (pocilga federal) do master corrupto Andrei, passar a investigar a verba do partido. Cheira a perseguição … como sempre, avalizada pelas vagabundas “botequeiras” dos mérdias.