
Foto reproduzida do site r/brasilivre
Carlos Newton
Tudo na vida tem dois lados – o bom e o ruim. É preciso distinguir um do outro, sem ideologias e partidarismos de qualquer espécie. No caso das destrambelhadas decisões monocráticas do ministro Alexandre de Moraes, o fato concreto é que se trata de uma situação única, jamais vista em nenhum país minimamente desenvolvido, com uma sucessão de ordens judiciais que simplesmente destroem as regras basilares da democracia, algo inteiramente novo e aterrador no Brasil contemporâneo.
Tudo começou em 2019, quando a imprensa publicou que as mulheres dos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, respectivamente, Roberta Rangel e Guiomar Feitosa, ambas advogadas de muito prestígio, tinham sido apanhadas pela Receita Federal por inconsistências nas declarações de renda.
TOFFOLI REAGIU – Na época, Toffoli presidia o Supremo. Sua reação foi classificar a notícia como “fake news” e determinar ilegalmente que o ministro novato Alexandre de Moraes abrisse investigações para apurar os responsáveis pela difamação, sem pedir o parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.
Foi assim, de forma ilegal, que surgiu o Inquérito das Fake News, que se eternizaria também irregularmente e foi apelidado de “Inquérito do Fim do Mundo” pelo então ministro Marco Aurélio Mello, porque “não vai acabar nunca”.
Sete anos depois, o inquérito continua ilegalmente aberto e acaba de servir para Moraes descumprir a Constituição, jogando no lixo a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte, a pretexto de limpar a honra de um ministro que se julga no direito de usar carro blindado estadual para passear com a família no Maranhão, com motorista e combustível pagos com recursos públicos.
OS DOIS LADOS – Assim, inicialmente deve ser analisado o lado ruim da notícia, com o comportamento inadequado de Flávio Dino e a decisão ilegal de Moraes, que atua como um agente provocador, destinado a solapar a democracia, de modo a sepultar as próprias ilegalidades que comete, especialmente seu enriquecimento ilícito, e tem 129 milhões de motivos para agir assim, como diz o jornalista Mario Sabino.
O lado bom da notícia é que começa a se formar no Supremo um movimento contra Moraes, pois o atual presidente Edson Fachin enfim afirmou que o Inquérito do Fim do Mundo precisa ser extinto, enquanto a ministra Cármen Lúcia ssegurava que a maioria dos ministros derrotará Moraes na defesa da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte.
Moraes vai discutir o assunto na Primeira Turma, onde tem dois votos – o dele e o de Flávio Dino, mas Cármen Lúcia é contra e o voto restante, de Cristiano Zanin, deve ser também contrário a Moraes, com empate de 2 a 2, que será decidido no Plenário, conforme Fachin já anunciou, e assim a liberdade de imprensa será restabelecida.
ÓTIMA NOTÍCIA – Para demonstrar que o império autoritário de Moraes está chegando ao fim, ele já começou a perder o apoio de Gilmar Mendes, que enfim demonstra entender que tudo tem limites. Na semana passada, o Plenário decidiu por 6 votos a 4 que o período de recolhimento domiciliar noturno e uso de tornozeleira eletrônica devem ser descontados da pena de condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Votou contra Moraes o ministro Cristiano Zanin, que apresentou a divergência e foi seguindo por Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Gilmar Mendes e André Mendonça.
Moraes só foi apoiado por Flávio Dino, Dias Toffoli e Nunes Marques, cujo voto ninguém entendeu, pois atpe agora ele sempre defendia a inocência dos réus do 8 de Janeiro.
###
P.S. – Essa decisão do Plenário representa um momento inédito de discordância do Plenário quanto ao rigor das punições aplicadas aos réus do 8 de Janeiro. A seguir, o segundo capítulo será a confirmação da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte, que marcará o início da derrocada de Alexandre de Moraes, que jamais deveria ter sido nomeado para o Supremo. (C.N.)
Sr. Newton
Copiando a Dona Ecomunista revolucionária que disse que o pobre tem a “sensação” que os preços estão altos..
Acho que os lojistas estão com a ‘sensação” de que estão vendendo, mas estão á beira da falência no desgoverno corruPTo do Amor……
Casas Bahia pede recuperação enquanto pequeno varejo fecha as portas…
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/08/18/casas-bahia-varejo-recuperacao-judicial.ghtm?cmpid=copiaecola
aquele abraço
O que vemos é apenas a ponta do iceberg. Vai ficar muito pior, quem quer que seja o presidente em 2027. Os danos causados à economia brasileira não são irreversíveis mas dependem de uma boa política econômica e de rigor fiscal que revertam o custo Brasil. Pelo menos dez anos são necessários para uma mudança efetiva. Não vai ser com o PT que o Brasil vai mudar.
Com Trump e bandeira americana, Flávio ameaça o Brasil com um outro tipo de golpe
Os EUA e Trump estão no centro da campanha eleitoral do Brasil e isso não vai parar, só piorar, com Lula usando a “soberania nacional” como sua principal bandeira e Flávio Rachadinha trocando o slogan “Pátria e Família” por imensas bandeiras americanas nos seus palanques.
Esse contraste pode ser mais um erro de Flávio, um novo tiro no pé, num momento em que Trump e seu franco atirador Marco Rubio aumentam a pressão e acrescentam mais ameaças ao Brasil, além dos tarifaços que causam prejuízos à economia, aos negócios, a empregadores e empregados do Brasil.
Não há como descartar, porém, um outro golpe contra o Brasil: o da entrega do País, de bandeja, para os EUA.
Lula não vai desperdiçar a chance de explorar que Flávio ofereceu uma “equipe de transição” para os EUA, se for eleito, o que foi lido como um contrato: Trump interfere na eleição e Flávio paga dando o que ele quiser depois.
O Brasil é um País enorme e de riquezas extraordinárias, que incluem petróleo, que Trump adora, e terras raras, onde está o futuro.
E Trump pode exigir, por exemplo, que os EUA exportem etanol de milho para o Brasil – que tem o etanol de cana, melhor sob vários ângulos – e que os bancos, cartões e plataformas americanos não sofram qualquer fiscalização ou restrição no País.
Também não está fora do radar a possibilidade, ou melhor, o enorme temor, de o governo Trump usar suas próprias regras e leis para aventuras militares nas nossas fronteiras, no nosso território ou águas internacionais, sob o pretexto de combater o PCC e o CV.
Não se esqueçam que Flávio já manifestou “inveja” quando Trump passou a bombardear embarcações da Venezuela, como ensaio, ou teste, para invadir o País, sequestrar Nicolas Maduro e dedicar uma das maiores reservas petrolíferas do mundo para… empresas americanas.
Tudo isso, inclusive a tentação de “agir” contra PCC e CV, já vem sendo sinalizado abertamente, ora por Trump, ora por Rubio e, vez ou outra, por assessores de primeiro, segundo ou até terceiro escalão.
E é esse Trump, que já acusou e volta a acusar o Brasil de censura e de não ser democrático, o mesmo que acaba de puxar o tapete da democrática Coréia do Sul para se pendurar em Kim Jong-Un, o ditador alucinado da Coréia do Norte.
Trump não está nem aí para democracia, só pensa em poder, dominação e dinheiro e se alia aos que possam lhe garantir isso. À custa do quê? Da soberania dos seus países.
Os bolsonaristas engolem qualquer versão. Além de correr o risco de ficar refém de Trump, se vencer, Flávio está brincando com fogo na eleição.
Fonte: O Estadão, Política, Opinião, 17/08/2026 | 21h13 Por Eliane Cantanhêde
O verdadeiro golpe já foi dado, tanto que o Lula é o atual presidente do Brasil sem ter sido eleito por voto popular. Só os ignorantes e os membros da facção criminosa chamada PT acreditam que o Lula foi eleito presidente em 2022.
“E é esse Trump, que acusa o Brasil de não ser democrático, o mesmo que acaba de puxar o tapete da democrática Coréia do Sul para se pendurar em Kim Jong-Un, o ditador alucinado da Coréia do Norte.”
E que se refestela com Chavistas na Venezuela.
Taxa de desaprovação de Trump vai a 64%, e de aprovação cai para 33%
Pesquisa Reuters/Ipsos marca mínima histórica em meio a alta no preço dos combustíveis nos EUA e guerra no Irã
Folha de S. Paulo, 17/08/2026 às 17h46
Flávio vai mal de cabo-eleitoral.
Para os comunistas, petistas e esquerdistas, os verdadeiros genocídas, pensarem:
Por Leandro Rushcel
Por que a imprensa brasileira segue ignorando o escândalo do diário de Fauci?
A resposta curta é simples: não é distração, não é falta de espaço e não é porque o assunto seja americano demais. É porque noticiar Fauci obriga a militância de redação a admitir que foi instrumento. Durante a pandemia, a chamada imprensa brasileira não cobriu um regime de exceção. Ela ajudou a construí-lo.
Reconhecer agora que os chamados “negacionistas” estavam certos sobre uma parte relevante das coisas significaria reconhecer o próprio papel na máquina. E isso ninguém faz de graça.
Em 29 de julho, o senador Rand Paul divulgou mais de mil páginas do diário pessoal de Anthony Fauci. No mesmo dia, Fauci foi depor no Senado americano e invocou a Quinta Emenda, que protege o cidadão contra a autoincriminação. O homem que recomendou lockdown, máscara e vacina para o mundo inteiro se recusou a responder ao Senado do próprio país alegando que responder poderia incriminá-lo.
E não foi só isso. Antes de deixar o cargo, Joe Biden concedeu a Fauci um indulto preventivo, antes de qualquer acusação formal. Esse é o tamanho do caso.
Agora repare no que virou notícia no Brasil. A parte em que Fauci chama Trump de “adolescente detestável” ganhou destaque. A parte que atinge a autoridade sanitária foi empurrada para a checagem contra quem ousou falar dela. O que atinge Trump vira reportagem. O que atinge o regime sanitário vira fiscalização contra o crítico.
O caso brasileiro que resume tudo é o de Nísia Trindade. Ela veio a público acusar Nikolas Ferreira de mentir, dizer que não permitiria que a desinformação apagasse o que a ciência comprovou e sustentar que quem negou a ciência colocou a população em risco. Mas Nísia não é uma cientista neutra pairando acima da política. Presidiu a Fiocruz de 2017 a 2022, foi ministra da Saúde de Lula até fevereiro de 2025 e, em 1º de agosto, oficializou sua candidatura a deputada federal pelo PT.
Ou seja: é candidata do partido que governa, defendendo a própria gestão.
E foi ela, como presidente da Fiocruz, quem assinou em setembro de 2020 o contrato com a AstraZeneca para produzir aquela vacina no Brasil.
É aqui que entra Bruno Oscar Graf. Advogado, vinte e oito anos, de Blumenau. Tomou a primeira dose da AstraZeneca em agosto de 2021 e morreu três dias depois do início dos sintomas, de trombose do sistema nervoso central com plaquetopenia. O nexo causal foi reconhecido em boletim oficial da vigilância epidemiológica de Santa Catarina.
A mãe dele, Arlene, denunciou o caso. Antes de o boletim sair, foi chamada de mentirosa pela imprensa e teve a conta derrubada no Twitter.
Agora repare na cronologia. O risco já estava na bula desde abril de 2021, por exigência da própria Anvisa: possibilidade de casos muito raros de coágulos associados à trombocitopenia. A página da Anvisa registra atualizações e solicitações de alteração de bula em março, abril e julho daquele ano.
O Estado sabia. O Estado escreveu. E, quando uma mãe de Blumenau disse em voz alta o que o próprio Estado já tinha impresso na bula, ela virou inimiga pública.
Não foi a ciência que ela contrariou.
Foi a campanha.
É disso que se trata.
Os diários de Fauci entram exatamente nesse ponto. Em 13 de agosto de 2022, ele registrou ter pressionado o CDC a recuar de uma declaração sobre a perda de eficácia das vacinas contra infecção e transmissão. O problema, segundo o próprio registro, não era simplesmente a falsidade da informação. Ele reconhecia que havia um grau de proteção, mas modesto e decrescente.
O ponto central era outro: divulgar aquela informação atrapalharia o esforço para incentivar a vacina bivalente e prejudicaria o Departamento de Justiça na defesa dos mandatos de vacinação.
Ou seja, a informação foi contida porque era inconveniente para uma política pública. Não porque fosse simplesmente falsa.
Esse é o escândalo.
A ciência foi tratada como campanha. A dúvida foi tratada como ameaça. A pergunta virou crime moral. A cautela virou negacionismo. A mãe que apontou um risco reconhecido pelo próprio Estado virou inimiga da saúde pública.
E nada disso foi um caso brasileiro isolado. No Reino Unido, mais de dezessete mil e quinhentas pessoas pediram indenização ao programa estatal de danos por vacina. Cento e oitenta e oito receberam. A maior parte dos casos aprovados estava ligada a coágulos associados à AstraZeneca.
Mas no Brasil, durante anos, o debate foi moralizado até o limite. Quem perguntava era assassino. Quem duvidava era obscurantista. Quem cobrava transparência era inimigo da ciência. Quem falava de efeito adverso era cúmplice da morte.
A questão nunca foi negar a eficácia da vacina.
A questão foi a proibição de perguntar.
Ciência não é compatível com censura. Uma tese que não pode ser contestada não é ciência. É dogma. E quem defende dogma não age como cientista. Age como sacerdote.
É por isso que a militância de redação não noticia Fauci, porque a notícia é sobre ela.
É sobre a imprensa que chamou prudência de crime. É sobre os checadores que transformaram vítimas em suspeitos. É sobre os jornalistas que não fizeram campanha para alertar sobre riscos já reconhecidos em bula, mas fizeram campanha para calar quem falava deles. É sobre um aparato inteiro que confundiu ciência com obediência.
E fica a pergunta que precisa ser repetida quantas vezes forem necessárias: Nísia Trindade, que faz campanha contra a desinformação e agora pede voto para deputada federal, já pediu desculpas à família de Bruno Oscar Graf?
Uma vez.
Uma ÚNICA VEZ!
Enquanto a resposta for não, o discurso da ciência não é ciência. É defesa pessoal com jaleco.
Para os comunistas, petistas e esquerdistas, os verdadeiros genocídas, pensarem
Soças-comunas não pensam, são burros de duas patas…
Se você colocar uma conta de 1+1 para os soças-comunas vai dar um ‘tilt” no cérebro de ameba…
Não sabem Matemàtica Básica.., imagine pensar sobre um fato ou realidade..
Não tem nada mais divertido do que ver soças-comunas se lascando, se ferrando, e se……………………. de verde e amarelo….
eh!eh!eh
Há um impeachment imprescindível.
E ele é o desse microfone com bigodinho de Hitler aí.
Senhor Carlos Newton , vede que ironia , o juiz do STF Luís Fux julgou e condenou a grande maioria dos participantes do 08/01/2023 , sendo que não mais que de repente virou a casaca inocentando o líder maior da intentona golpista Jair Bolsonaro , mas agora o pupilo de Jair Bolsonaro , juiz Nunes Marques inverteu sua posição .
Enquanto isso os outros intocáveis continuam permitindo que faça isso.
Liberdade de imprensa não deve ser absoluta, para o bem da democracia.
Esse mesmo blogueiro foi preso em 2017, numa operação denominada operação Turing.
Em nome da liberdade de imprensa, um jornalista pode cometer crime? Sem responsabilização? O sigilo da fonte deve ser preservado, em qualquer hipótese?
Esse assunto tem que ser muito bem discutido para não haver excessos. Lembrando que nos EUA, por exemplo, há décadas a proteção absoluta à liberdade da imprensa não existe.
E convenhamos, é muita ingenuidade pensarmos que o sigilo da fonte é segredo, com tanta tecnologia existente, hoje em dia. Claro que o desconhecimento é só fingimento para manter as aparências.
Concordo plenamente, liberdade de imprensa não deve ser aboluta. A liberdade deve existir apenas para aqueles que partilham da minha opinião. Para os outros, a mordaça e a cadeia.
Quando se tratava de “bolsonaristas”, a imprensa prostituída e o gigantesco rebanho de orelhudos “progressitas” relinchavam de prazer com as “pescas” ilícitas do traficante Xandão do PCC. Na prática, foram os próprios “jornalistas” que deram aval a todas as violações constitucionais do consórcio narco-socialista PT/STF. Agora, que a repressão pode atingir a mídia oficiosa, começaram os muxoxos … o que significa que querem mais dindim.
No caso do IMoraes os 2 lados são: o ruim e o pior. ô Basura calva (royalties para o Milei)!
Senhor Celso Shark , lembra-se de quando Jair Bolsonaro estava na presidência da república , ele não perdia uma oportunidade de ” ofender , desrespeitar ” os profissionais da imprensa em geral , mas tinha uma ” tara doentia e patológica ” em desrespeitar as profissionais de imprensa em geral , faltando pouco bater na cara das profissionais de imprensa Brasil afora , mas quando deram-lhe uma dura , Jair Bolsonaro se acovardou e escondeu-se na desculpa de que o fizera no calor do momento.
Adendos, em:
https://www.facebook.com/share/v/17XAD6sUBJ/