Campanha começa com velhos discursos, promessas antigas e cheiro de mofo

10 thoughts on “Campanha começa com velhos discursos, promessas antigas e cheiro de mofo”

  1. “”… Eu nasci para fazer com que os pobres tenham o direito de andar de cabeça [erguida] neste país. Porque o pobre gosta de se vestir bem, gosta de estudar, gosta de comer produtos de primeira qualidade..””

  2. Ex-comandante da Aeronáutica confirma que Bolsonaro pretendia mesmo dar um golpe

    O tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Junior, ex-comandante da Aeronáutica, prestou um relevante serviço ao País ao lembrar que Jair Bolsonaro pretendia mesmo dar um golpe de Estado nos estertores de seu governo, a fim de impedir a posse do então presidente eleito, Lula.

    Quatro anos depois, as memórias de Baptista Junior sobre aqueles fatídicos dias, reunidas no livro Eu disse não! – Uma trincheira antigolpista, servem como uma espécie de vacina contra o esquecimento coletivo de um fato gravíssimo – ainda mais considerando que o sobrenome Bolsonaro está de novo nas urnas.

    A rigor, os relatos do militar confirmam o que já se sabia, ainda que Baptista Junior os registre com os detalhes de quem foi personagem da história.

    Esse registro tem o peso de ter sido feito não apenas por um oficial de alta patente, mas por um comandante militar que jamais foi hostil a Bolsonaro – muito pelo contrário. Baptista Junior é uma testemunha insuspeita daquela sedição.

    Como relata o militar, houve, sim, uma articulação liderada por Bolsonaro para impedir a posse de Lula, legitimamente eleito em 2022.

    Houve, sim, pressão do então presidente da República para que os comandantes das Forças Armadas aderissem à sua aventura golpista, sob o disfarce de estado de defesa ou Garantia da Lei e da Ordem.

    Houve, sim, a tentativa de Bolsonaro de isolar a Aeronáutica das deliberações insurgentes.

    Para Bolsonaro, afirma Baptista Junior, bastava cooptar a Marinha – de resto submissa pela adesão do almirante Almir Garnier, outro criminoso condenado na Ação Penal 2.668 – e o Exército, evidentemente, para consumar o golpe.

    O pior só não aconteceu porque, quando Bolsonaro comunicou aos chefes militares que pretendia cancelar o resultado da eleição na qual foi derrotado, o então comandante do Exército, general Freire Gomes, ameaçou prendê-lo.

    Foi essa a linha vermelha que, segundo Baptista Junior, poupou o Brasil de uma ruptura institucional.

    Que não haja ilusões: toda palavra que sair da boca de um Bolsonaro em favor da democracia será falsa. O clã Bolsonaro, forjado na política sob o signo da irresignação com as conquistas civilizatórias da Constituição de 1988, está indelevelmente associado a golpismo.

    Ainda que sem uma nesga do carisma de Jair, Flávio Bolsonaro regurgita as mesmas mentiras do patriarca sobre as urnas eletrônicas.

    Recorde-se, também, que, em junho do ano passado, em entrevista à Folha de S.Paulo, Flávio ameaçou usar a força contra o STF caso a Corte julgue inconstitucional a concessão de eventual indulto ou anistia para seu pai e outros golpistas do 8 de Janeiro.

    Livrar Jair Bolsonaro da prisão e encabrestar o Supremo – ou seja, duas pautas autoritárias – é a única agenda que importa para Flávio nesta campanha.

    Por mais que preocupe, nada disso surpreende.

    Jair Bolsonaro já defendeu o assassinato de Fernando Henrique Cardoso. Já pugnou pelo fechamento do Congresso. Já afirmou que a ditadura militar “matou pouco” no Brasil. Na campanha de 2018, prometeu “fuzilar a petralhada”.

    A violência é, sim, um ativo eleitoral para essa família. Mas é, antes de tudo, um desvio de caráter. Flávio, nesse sentido, teve a quem puxar.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 21/08/2026 | 03h02 Por Editorial

    • “Livrar o ex-mito da prisão e encabrestar o Supremo – ou seja, duas pautas autoritárias – é a única agenda que importa para Flávio nesta campanha.”

  3. “…A gente não vai à feira depois do meio-dia para comprar tomate amassado, laranja amassada, o pessoal aperta tudo… Não! A gente quer ser o primeiro para comprar coisas de qualidade. A gente não quer bofe, a gente quer filé. A gente quer picanha, a gente quer alcatra, a gente quer maminha! A gente quer comer coisas gostosas que nós trabalhamos e temos direito ..”””

  4. “Livrar o ex-mito da prisão e encabrestar o Supremo – ou seja, duas pautas autoritárias – é a única agenda que importa para Flávio nesta campanha.”

  5. Deus deixou o sertão sem água porque sabia que eu seria presidente’, diz Lula (drão) na Paraíba

    Lula (drão) lembrou a importância das obras de transposição do Rio São Francisco e disse que decisão foi ‘a mais importante que ele já tomou na vida”.

  6. Militante Daniela Lima foi: “O brasileiro gosta de se vestir bem, o brasileiro gosta de coisa boa. Pobre gosta de coisa boa”.

    Dá para fazer tudo isso com um salário minimo de 1.621,00

  7. A campanha começa olhando para o passado

    Cinco mandatos e vai prometer tudo o que disse nas campanhas em que disputou…

    Quem sabe o preto, branco, pobre e favelado tem a certeza que a picanha desta vez vai cair no prato…

  8. Criticar é fácil. O que fazer e como fazer para melhorar, eis a questão.
    Talvez a única maneira de melhorarmos é até industrialização. Com exceção do governo atual, não ouvi dos outros candidatos nada sobre isso.
    Pelo contrário, falam em aumentar as exportações de commoditiies , o que em nada melhorará.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *