Sem Lula, Flávio e Zema, debate da Band tornou-se fiasco eleitoral

13 thoughts on “Sem Lula, Flávio e Zema, debate da Band tornou-se fiasco eleitoral”

  1. O fato é que a salvação de Brasília, da obra e da memória de JK, Niemeyer e Lúcio Costa, consiste na sua transformação de capital da federação em Capital da Confederação, como proposta pela RPL-PNBC-DD-ME, para que não reste imortalizada como um brutal, total e irrecuperável desperdício de dinheiro público, espetado na conta da dívida pública, face à qual cada brasileiro já nasce devendo cerca de R$ 50 mil, mais a incidência de correção e juros estratosféricos, lunáticos, impagáveis. E quanto aos presidenciáveis da ora, por ora, nada de novo e alvissareiro no front, tudo mais dos me$mo$, todos conservadores da velha “Massa Falida”, e do velho sistema de gastança, comilança e impostança, assim como a velha imprensa falada, escrita e televisionada, igualmente rendida, 100%, à loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, infelizmente (ou será que alguém já viu em algum lugar a imprensa dar espaço para a mudança do sistema, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, 100% democrático ). https://tribunadainternet.com.br/…/brasilia-precisa…/… https://noticias.uol.com.br/…/quem-dormiu-antes-de…

  2. Enquanto não percebermos que subavaliamos a a responsabilidade do Legislativo no governo, colocando quase todo o peso do governo no Executivo, culpando-o pelas nossas mazelas, estamos errando. Vejamos um caso, as bets, quem é responsável por uma lei que as restrinja ou as proíba? Alguns diráo que é do Executivo, mas na verdade isso é tarefa do Legislativo. Quem é reponsável por criar leis para coibir ou minimizar a corrupção? Quem é responsável para propor e aprovar uma lei para acabar com os supersalários nos poderes?

    Mas os candidatos a presidente não falam sobre isso, preferem deixar como está e ainda proõe coisas a da realidade e da sua competência.

    • Mas as mazelas do Brasil são feitas às margens e contra a Lei.

      Os maiores legisladores na atualidade não têm nenhum voto, não têm mandato fixo, não são responsabilizados por seus atos e vestem toga.

      São os vitalícios que rasgam a Constituição e as Leis, não fundamentam absolutamente nada e nos impões as suas ilegalidades goela abaixo todos os dias.

      Claro que há um acordão entre poderosos.

      Mas boas leis não faltam ao Brasil.

      Faltam sim juízes de verdade e que as respeitem.

      E um meio de conter os excessos de um judiciário agigantado pelos desmandos e por total ausência de limites.

    • Mas sempre digo e reitero:

      A eleição para os cargos do Legislativo é sem dúvida alguma a mais importante de todas.

      Não há quem discorde disso.

  3. Os candatos falaram sobre isso? A imprensa fala sobre isso?
    Macroeconomia x microeconomia na visão de IA.

    Quando dizemos que a macroeconomia vai bem, mas a microeconomia vai mal, significa que o país apresenta ótimos números gerais nos telejornais, mas o cidadão comum não sente esse progresso no bolso ou na mesa. Para entender melhor, pense no país como um grande time de futebol. A macroeconomia é o resultado do campeonato: o time está em primeiro lugar e tem o melhor ataque. A microeconomia é a vida de cada jogador: alguns estão machucados, sem receber salário e com problemas em casa. O time brilha na TV, mas a vida real dos atletas está difícil.

    Aqui está uma explicação simples de como essa desconexão acontece:
    📊 O lado da Macroeconomia (A visão do topo)Quando a macroeconomia vai bem, os grandes dados do país estão positivos. É o que os economistas chamam de “indicadores agregados”.PIB (Produto Interno Bruto) crescendo: O país está produzindo e vendendo mais riqueza.
    Inflação controlada:Os preços gerais não estão subindo de forma descontrolada.
    Dólar estável ou em queda: A moeda do país está forte perante o mundo.
    Bolsa de valores em alta: Grandes empresas e investidores estrangeiros estão lucrando.

    O lado da Microeconomia (A visão do chão de fábrica)A microeconomia cuida das partes individuais: as famílias, os trabalhadores e os pequenos negócios. Quando ela vai mal, a realidade das pessoas é dura.
    Salários baixos: O PIB cresce, mas o dinheiro fica concentrado no topo e não aumenta o salário do trabalhador.
    Desemprego invisível ou informalidade: As vagas criadas pagam pouco ou não dão direitos (como bicos e entregas por aplicativo).
    Custo de vida localizado: A inflação geral pode estar baixa, mas as coisas básicas (como arroz, feijão, luz e aluguel) continuam muito caras.
    Pequenas empresas quebrando: Juros altos ajudam a segurar a inflação (macro), mas sufocam o comércio do bairro que precisa de empréstimo (micro).
    💔 Por que existe essa distância? Essa divisão acontece principalmente por três motivos:
    Desigualdade Social: A riqueza gerada pelo crescimento do país fica presa nas grandes indústrias e no setor financeiro, sem ser distribuída para o restante da população.
    Efeito Retardado: A economia do país melhora primeiro no topo. Demora meses — ou anos (ou nunca) — para essa melhora criar empregos de qualidade e aumentar salários.
    Crescimento Sem Emprego: Às vezes, o país cresce porque setores que usam pouca mão de obra (como a tecnologia ou o agronegócio automatizado ou extração de minerais) estão lucrando muito, enquanto os setores que mais empregam (como comércio e serviços) continuam parados.
    Em resumo: a macroeconomia bem-sucedida cria a estrutura para o país crescer, mas é a microeconomia saudável que garante a comida no prato e o bem-estar das pessoas.

  4. Não há macroeconomia que resista a tamanha farra tributária e de roubalheira organizada estatal.

    As taxas de juros a nível sideral são consequência e retroalimentam a crise.

    Esse modelo de “crescimento” que não trabalha infraestrutura, larga de mão e muitas vezes atrapalha a produtividade e se baseia apenas em endividamento é ilusório.

    Serve para enganar por pouco tempo.

    Quando doi no bolso, o povo se revolta.

    2013 foi o grito pelo sintoma de 2015.

  5. Enéas Carneiro era um homem com superdotação e altas habilidades.

    Mas deveria ter estudado mais economia em meio aos estudos avançados sobre marketing eleitoral.

    Era uma máquina de atrair votos e sua eleição ao parlamento foi muito além do voto de protesto de Tiririca, Eduardo Bolsonaro, MACACO TIÃO…

    Como é nítido que falta um plano para o Brasil.

    Lula resolveu ressuscitar, no campo do discurso, as promessas de um projeto old fashioned e desatualizado de Enéas Carneiro.

    Basta conferir o CTR + C, CTRL + V…

    Plano para o Brasil” de Enéas Carneiro, idealizado através do partido PRONA a partir de 1989, baseava-se em um forte nacionalismo econômico, forte intervenção do Estado na economia e na valorização da educação, ciência e tecnologia para garantir a soberania nacional contra o domínio estrangeiro.

    Pilares Econômicos

    Controle dos Juros:

    Combate rigoroso às altas taxas de juros praticadas pelo sistema financeiro, que ele considerava responsáveis por sufocar a economia produtiva do país.

    Estado de Emergência Econômica:

    Proposta de medidas de choque temporárias com controle de preços e salários para estabilizar crises e frear a especulação financeira.

    Defesa das Estatais:

    Oposição ferrenha às privatizações de empresas públicas estratégicas e à subordinação do país a organismos internacionais como o FMI.

    Soberania e Desenvolvimento

    Educação e Tecnologia:

    Um acerto incontestável.

    🙏Defesa de investimentos pesados em ciência, pesquisa e tecnologia próprias, argumentando que uma nação sem domínio tecnológico está condenada à subordinação🙏.

    Capacidade Nuclear: Defesa polêmica do desenvolvimento de tecnologia nuclear autônoma para garantir respeito e peso geopolítico ao Brasil no cenário global.

    Crítica ao Banco Central: Resistência à autonomia e independência do Banco Central, apontando que tal medida entregaria o controle do crédito e da economia nacional a burocratas não eleitos.

    Nesse cenário, Enéas propunha um projeto de centralização da economia brasileira em torno do estado.

    Um arremedo do modelo chinês.

    Mas Enéas, como bom polímata e estudioso, não vivia só de erros.

    Ele também acertava:

    Enéas Ferreira Carneiro alertava que uma nação incapaz de dominar sua própria tecnologia, energia e ciência estaria condenada à subordinação global.

    O problema de Lula é que ele repete isso como um papagaio.

    Não estudou por pura aversão aos livros.

    Não sabe nem do que está falando.

    Mas isso atrai votos.

    Porque é a verdade óbvia e ululante.

    • O que está desatualizado?

      Plano para o Brasil” de Enéas Carneiro, idealizado através do partido PRONA a partir de 1989, baseava-se em um forte nacionalismo econômico, forte intervenção do Estado na economia e na valorização da educação, ciência e tecnologia para garantir a soberania nacional contra o domínio estrangeiro”
      A reindustrialização do Brasil é algo fundamental, preferencialmente com o tecnologia propria ou através de transferência de tecnolgia para não sermos dominados tecnologicamente por outros países. Coreia do Sul, China, por exemplo, adotaram esse modelo.

      “Defesa das Estatais:

      Oposição ferrenha às privatizações de empresas públicas estratégicas e à subordinação do país a organismos internacionais como o FMI.”

      Para mim, ele estava correto nesse aspecto. Afinal, o que se ganhou com a privatização das telecomunicações? Ficamos subordinados tecnologicamente a países detentores de tecnologia. E olha que uns eram bem mais atrasados que o Brasil, mas adotaram caminho diverso do receiturário de Washington.

      Portanto, Lula está correto em aderir a essas ideias, Não é com exportações primárias que sairemos da mesmice.

      • Claro que a dianteira tecnológica é imprescindível.

        O desperdício é enorme.

        Mas o que o copiador está fazendo é uma caricatura.

        Parece que ele descobriu a pólvora depois de seis décadas de vida pública e de três décadas de governo.

        “Controle dos Juros:

        Combate rigoroso às altas taxas de juros praticadas pelo sistema financeiro, que ele considerava responsáveis por sufocar a economia produtiva do país.”

        Nesse ponto, o papagaio Lula (e todo o seu cabide de candidatos ao parlamento) fica empoleirado no discurso, contrário às próprias atitudes, e inverte causa e efeito.

        Não tem como. Esse grupo não aprendeu nada em 30 anos de governo.

        Copiar mal e sem pensar a cartilha de mais de quatro décadas apresentada pelo PRONA lá na eleição de 1989 simboliza a pobreza de homens e de ideias.

        O plano real desse governo, nas três funções, é empurrar com a barriga.

        Deixar a vida nos levar.

        Repete os mesmos erros.

        O importante é o horizonte de quatro anos.

        Ou no máximo dois.

        Quando o corporativismo supera a necessidade urgente de um projeto de país.

        O mais triste é que seus “opositores” sequer sabem aproveitar esse vácuo.

        • Controle de juros não é uma ideia viável.

          Mas alguma coisa o governo Lula fez ou está fazendo. E espero que essas políticas continuem e até melhorem, pois são de longo prazo.

          – Ampliação refino e aumento em investimentos para produção de petróleo pela Petrobras (lembremos que se a ideia dos vendedores privatistas tivesse dado certo, a situação do país seria bem pior).
          – Reativação de fábricas de fertilizantes
          – Reativação BNDES (é preciso reativar o apoio às exportações. Foi um erro brecar essa ferramenta)
          – Obrigatoriedade de conteúdo local nacional mínimo para o setor de petróleo e gás no Brasil
          – Compra de caças com transferência de tecnologia. Mesma coisa com a construção de submarinos nuclear e convencional em parceria com a França.
          – aumento expressivo de investimentos em P&D, embora com um percentual ainda abaixo do desejável.

  6. A Band pode manifestar insatisfação com a ausência de candidatos ao seu debate e com o eventual prejuízo, mas, em uma democracia, nenhum concorrente é obrigado por lei a comparecer caso isso não interesse à sua estratégia eleitoral.

  7. A grande estrela do debate foi o Kibe, dormindo uma soneca na cadeira…

    virou meme..

    Traço de audiência e a BANDalheira ainda está de pé, vai entender…

    eh!eh!eh!eh

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