No desespero, PT chama Mercadante para assumir papel estratégico na campanha de Lula

Em evento, Mercadante defendeu papel do Estado como indutor

Carlos Petrocilo
Gabriela Echenique
Folha

Após uma longa reunião com o coordenador da campanha de Lula, Edinho Silva, o presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Aloizio Mercadante, foi convencido a tirar férias a partir desta segunda-feira (28) para se dedicar totalmente à formulação da estratégia da candidatura à reeleição do petista.

A ideia é que ele fique afastado do banco até o segundo turno. Mercadante terá a tarefa de aprimorar as propostas de Lula para entrevistas, falas públicas e conteúdos da comunicação.

NOVAS PROPOSTAS -Há uma avaliação na campanha de que é preciso melhorar a leitura política das propostas e temas que chegam ao presidente. E Aloizio Mercadante é um dos quadros históricos mais preparados e influentes do PT.

Na noite desta sexta-feira (25), em um hotel em São Paulo, o presidente do BNDES  fez um discurso enfático em evento do presidente Luta com empresários, em apoio à eleição do petista.

Ele defendeu o papel do Estado como indutor da economia e mencionou a necessidade de reeleger Lula dentro de um contexto internacional em que a extrema-direita vem ganhando terreno.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O desespero do PT é flagrante.  Em situações normais de temperatura e pressão, Mercadante jamais seria chamado a colaborar na campanha. Motivo: Lula detesta Mercadante e qualquer outra pessoa que seja intelectual. Sempre evitou prestigiá-lo no PT e fechou-lhe todas as portas. Apelar a Mercadante na undécima hora é sinal de que o gato do PT subiu no telhado. (C.N.)

2 thoughts on “No desespero, PT chama Mercadante para assumir papel estratégico na campanha de Lula”

  1. Tem um caso de um dossiê falso, o “Dossiê dos Alopeados”. Quem sabe possa usar essa experiência, junto com a frase vamos fazer o diabo, temos de partir para cima. Se não me engano o Jamones deu u. curso para a militância digital dos petistas. Tem o caso famoso dos MAVs

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