Salles abandona corrida ao Senado e reforça estratégia de Tarcísio em São Paulo

3 thoughts on “Salles abandona corrida ao Senado e reforça estratégia de Tarcísio em São Paulo”

  1. Em meio à pressão de aliados, Zema avalia desistir de corrida eleitoral e pode repetir Salles.

    Folha de S. Paulo, 28/09/2026.

    É bom que ele avise quando de fato desistir, pois corre o risco de ninguém notar, já que praticamente não restaram eleitores manifestando intenção de voto nele.

  2. Tarcísio cobra também desistências de Caiado e Zema em pról de Flávio

    O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) anunciou, nesta segunda-feira, 28, a desistência de sua candidatura ao Senado por São Paulo. O anúncio ocorreu após ‘apelo’ do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Nos bastidores, segundo apurou a Coluna do Estadão, o recuo foi motivado pelo receio do parlamentar de dividir os votos da (extrema-)direita, abrindo espaço para a vitória da esquerda no Estado (…).

    Diante das ‘negociações’ dos últimos dias e da pressão para evitar a fragmentação do eleitorado de (extrema-)direita, o parlamentar teve de abrir mão de sua postulação própria em prol da unificação do bloco ‘conservador’.

    Durante o evento, Tarcísio de Freitas aproveitou o gesto para defender a união nacional do campo da direita (em razão do cagaço diante de Lula).

    O governador paulista citou o movimento como exemplo e cobrou posturas semelhantes de governadores aliados, como Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), em prol de uma estratégia unificada pró Flávio e contra o Barba já no primeiro turno das eleições.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 28/09/2026 | 15h08 Por Roseann Kennedy

  3. Cotações de eventuais desistências de Zema e Caiado

    Numa análise de cenário, a cotação da desistência de Zema de sua candidatura é extremamente baixa, dado o seu insignificante desempenho (1%) nas pesquisas de intenção de voto.

    E seu eventual apoio a Flávio também se esvazia no segundo turno, uma vez que Zema não lidera o eleitorado bolsonarista que temporariamente migrou para sua base.

    Já Caiado detém maior poder de barganha no tabuleiro das desistências, respaldado por seus 4% de preferência popular — um capital político que tende a se manter firme mesmo após a primeiro turno das eleições.

    O fiel da balança, no entanto, será Gilberto Kassab, presidente da legenda e um negociante político nato.

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