
Charge do Latuff (Arquivo Google)
Felipe Vieira
Facebook
A Folha de S.Paulo levou para a capa desta sexta-feira (2) um editorial de forte tom crítico à atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral na reta final da eleição presidencial.
Com o título “Ataque de juízes prejudica neutralidade da eleição”, o texto institucional do jornal afirma que intervenções recentes do Judiciário estariam comprometendo a percepção de imparcialidade de quem arbitra o processo eleitoral.
ELE E ELA – No subtítulo, a Folha atribui diretamente a Gilmar Mendes e à ministra do TSE Estela Aranha decisões que, na avaliação do jornal, favoreceram Lula. Trata-se da posição editorial da Folha, e não de uma conclusão judicial sobre a motivação dos magistrados.
O editorial foi publicado depois da turbulência que terminou com o cancelamento do debate presidencial da TV Globo.
Um dos episódios questionados pela Folha foi a decisão de Estela Aranha, tomada a pedido da coligação de Lula, que proibiu a emissora de mostrar o púlpito identificado do presidente caso ele não comparecesse e também impediu perguntas dirigidas ao candidato ausente. A ministra argumentou que a participação em debates é facultativa e que a exposição do lugar vazio poderia produzir consequências negativas para quem optasse por não participar.
É CENSURA – A Folha rejeita esse entendimento e chama a medida de censura. O editorial lembra que a utilização de cadeiras ou púlpitos vazios possui precedentes em debates eleitorais e sustenta que a decisão interferiu na liberdade da emissora para definir a dinâmica do programa. Novamente, essa classificação é a avaliação institucional do jornal.
O outro alvo central é Gilmar Mendes. O ministro do STF determinou que a Globo aceitasse a participação de Renan Santos, candidato do Missão, no debate. A Folha critica tanto o mérito quanto o caminho processual utilizado para a decisão e afirma que o episódio aprofundou a interferência judicial sobre um evento organizado por um veículo de comunicação.
A sequência de decisões ocorreu poucas horas antes da transmissão. Lula já havia informado que não participaria. Flávio Bolsonaro, que anteriormente havia confirmado presença, também desistiu depois da decisão envolvendo o púlpito vazio.
INSEGURANÇA – Diante das alterações, a Globo cancelou o debate e alegou que as determinações judiciais haviam criado insegurança jurídica e interferido nas regras acertadas para o encontro.
O ponto mais contundente do editorial está na dimensão institucional dada pela Folha ao episódio. O jornal sustenta que a neutralidade e a previsibilidade do árbitro eleitoral são patrimônio da democracia e afirma que decisões percebidas como partidárias corroem a autoridade do próprio Judiciário.
Em sua formulação mais severa, o texto acusa integrantes das cortes de agir para beneficiar a candidatura do presidente. Essa é uma acusação política-editorial da Folha, não um fato demonstrado sobre a intenção dos magistrados.
FOLHA E ESTADÃO – A publicação ganha peso também pela escolha editorial: não ficou restrita à página de opinião. Foi chamada na primeira página do jornal, ao lado da manchete sobre a nova pesquisa Datafolha e da notícia do cancelamento do debate da Globo.
Assim, em poucas horas, dois dos maiores grupos de comunicação do país fizeram críticas públicas às decisões judiciais envolvendo o último debate presidencial. A Globo contestou as interferências que levaram ao cancelamento do programa. O Globo publicou editorial crítico. Agora, a Folha de S.Paulo coloca na própria capa um editorial questionando a neutralidade da atuação judicial na eleição.
O debate foi cancelado. A controvérsia institucional, porém, entrou definitivamente na reta final da campanha.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Sensacional o artigo do jornalista Felipe Vieira, da Band, enviado pelo; comentarista Dirceu Bertolini. Mostra a reação da mídia contra a atuação descarada de ministros dos tribunais superiores para a eleição de Lula. Detalhe: no caso, fica patente que ainda há jornalistas no Brasil, mas O Globo se omitiu e fez um editorial insípido, insosso e inodoro, porque Lula é o maior patrocinador da Organização e os irmãos Marinho têm medo de perder a boca rica. (C.N.)
Mais uma vez, a direção da Globo (leia-se Irmãos Marinho) se curva diante de Lula, para evitar o constrangimento de mostrar a cadeira vazia de seu maior patrocinador e protetor, que tem impedido que a Receita Federal e outros órgãos investiguem as maracutaias da família Marinho. Apenas isso. (C.N.)
Um direto no fígado da soçada-comunistalha….
A Academia da Fumaça e Pó já mandou enviar o triplo de erva e pó para consumo interno….
eh!eh!eh
porque Lula é o maior patrocinador da Organização e os irmãos Marinho têm medo de perder a boca rica. (C.N.)
Sr. Newton
Já pensou “ter a sensação ” de perder o PIX do dia 30…
e os militantes jornazistas como vão pagar a manutenção das Big Mansões do Leblon e Vila Madalena…
Custa caro manter um apartamento Triplex-cobertura de 700 mts2…
eh!eh!eh
aquele abraço
Renan Santos revela quem apoiará no segundo turno
História de Vinícius Carvalho • 1 s • 2 minutos de leitura
Renan Santos, Lula e Janja. Fotos: Divulgação/Band/Agência Brasil/Montagem Área VIP
Renan Santos, Lula e Janja. Fotos: Divulgação/Band/Agência Brasil/Montagem Área VIP
O candidato à Presidência pelo partido Missão Renan Santos afirmou que não apoiará Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno contra Lula. Ele classificou qualquer aproximação como “formação de quadrilha” e disse não andar com pessoas envolvidas em escândalos de corrupção.
O rapagão demonstrou rejeição a qualquer aliança com Flávio Bolsonaro, reforçando acusações de corrupção, e mostra como esse posicionamento se insere no contexto das pesquisas eleitorais e das movimentações de outros candidatos.
“Conversa com a turma do Flávio é formação de quadrilha. Eu não ando com gente que está envolvida nos piores escândalos de corrupção da nossa história. Jamais cederia qualquer coisa da minha campanha para poder participar de nada envolvendo esse sujeito”, disse.
Renan cirou imagens de Flávio ao lado do advogado Willer Tomaz e do senador Weverton Rocha, ambos investigados em fraudes relacionadas ao INSS. Flávio teria viajado internacionalmente em 2025 acompanhado de Tomaz.
“Hoje saíram imagens dele participando de um safári com Willer Tomaz e Weverton Rocha, ambos pivôs centrais do escândalo do INSS”, declarou.
Pesquisa Quaest mostra Renan com 3% das intenções de voto, Lula com 37% e Flávio com 33%. Em uma simulação de segundo turno, Lula aparece com 42% e Flávio com 41%, caracterizando empate técnico.
Augusto Cury (Avante) também declarou que não apoiará Flávio em um eventual segundo turno, mas diferentemente de Renan, disse que também não apoiaria Lula.
A pesquisa Quaest mostra um panorama competitivo. Renan aparece com 3% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 37% e Flávio Bolsonaro segue de perto com 33%. Em uma simulação de segundo turno, Lula teria 42% contra 41% de Flávio, configurando um empate técnico. Esses números revelam que, apesar da rejeição pública de Renan, sua influência direta no resultado pode ser limitada, mas ainda relevante como parte da narrativa política.
Bem, em 2018 a Globo não mostrou a cadeira vazia de boçalnaro. Por que seria diferente agora? A ministra usou bom senso ao equiparar a situação de 2018 à de agora. E no caso de Gilmar agiu exatamente igual a Nunes Marques que borigou à Band de convidar Zema. Aliás, porque Zema foi convidado pela Globo e não Renan? Sendo que Renan tem um perentual maior de intenção de votos que Zema.
Dá impressão que a Globo queria um massacre de Lula, com 4 contra 1.
Enfim, Flavio encagagou-se ante a presença de Renan e desistiu de comparecer ao debate.
A Globo cancelou, porque não haveria audiência.
A Comunidade Europeia através de Alemanha e Reino Unido se unem aos Movimentos Diplomáticos dos Estados a respeito do Brasil e se acredita que até às 24 horas outras Nações, também virão ao encontro das Nações Desenvolvidas.
O grande temor do pernambucano Lula é ter o mesmo destino do caraquenho Nicolás Maduro: ser capturado e preso no Centro Metropolitano de Detenção no Brooklyn, em Nova York, nos EUA.
Esse mesmo temor poderia estar acometendo, atualmente, membros do Supremo?