Supremo e Justiça transformam o voto em uma mesquinha disputa de poder

7 thoughts on “Supremo e Justiça transformam o voto em uma mesquinha disputa de poder”

  1. “”…Lula (drão) usa velhos métodos políticos condenados e superados na democracia. Nunca permitiu sucessor e vai levar o PT para o túmulo.

    A Profecia do Milênio do nosso Editor-Chefe já ecoa pelas Avenidas da Grande Rede Mundial…

    Para refrescar a memória dos soças-comunas patéticos sanguessugas vagabundos

    “….. Antigamente, o PT obedecia a Lula, porque sabia que o presidente era mais importante do que o partido. Mas a idade avança, Lula já não diz coisa com coisa, chamou o Macron de Sarcozy, e o partido já está perdendo o respeito, o que é um erro, porque o PT acaba assim que Lula for desta para a melhor, como se dizia outrora. (C.N.)…””

    PS.

    o (drão) foi por minha conta para não perder o frete……

  2. GEORGE ORWELL (1903–1950)

    O escritor que mostrou como o poder pode manipular a verdade

    Quando o poder consegue mudar as palavras, controlar a informação e distorcer os fatos, até a própria realidade pode se tornar objeto de disputa.

    Nascido na Índia britânica, em 1903, George Orwell foi escritor, jornalista e ensaísta. Sua obra tornou-se uma das mais marcantes reflexões literárias sobre autoritarismo, propaganda e liberdade de pensamento.

    Em A Revolução dos Bichos, utilizou uma fábula para mostrar como ideais podem ser corrompidos por aqueles que concentram o poder.

    Já em 1984, imaginou uma sociedade submetida à vigilância constante, à manipulação da linguagem e à alteração sistemática da verdade.

    Orwell compreendeu que controlar a informação é também influenciar a maneira como as pessoas interpretam o mundo.

    Sua literatura não se limita a um regime ou a uma época. Ela provoca uma reflexão permanente sobre os perigos da censura, da propaganda e da submissão intelectual.

    Morreu em 1950, aos 46 anos, mas suas obras continuam sendo lidas e debatidas em todo o mundo.

    George Orwell deixou um alerta que atravessa gerações: quando deixamos de questionar o poder e de verificar os fatos, corremos o risco de perder algo essencial — a liberdade de pensar por nós mesmos.”

  3. Mais uma contribuição do nosso Amigão do Leme..

    Amigo Armando,

    O nine não vai pendurar o boné.
    Não vai largar o osso de jeito nenhum!

    Vai continuar até que a morte os separe (da política).

    Essa porcaria vai até o fim!
    Que coisa triste!

    Talvez o pt acabe (exploda) quando o ladrão for se encontrar com a marisa, aquela que ficou rica vendendo produtos da Avon.
    Mas o perigo é que sejamos atingidos por fragmentos petistas e os caciques órfãos, que serão muitos, queiram reinventar o pt em vários partidos, com a mesma ideologia: ROUBAR O POVO.

    Este país se presta pra apoiar salvadores da pátria, politiqueiros e populistas em geral.
    A massa gosta disso.
    Todos querem bolsas mil e uma utilidades, ninguém quer trabalhar e fazem funcionar a todo vapor a máquina de filhos, que garantam dez bolsas por família.

    Assim, não há pais que aguente.

    Milhões de partidos

    Milhöes de políticos.

    Milhões de dinastías familiares.

    Milhões de bolsas esmolas.

    Milhões de analfabetos.

    Milhões de brasileiros morando em favelas.

    Milhões de brasileiros que pagam a conta, que é altíssima.

    Trilhões, arrecadados pra absolutamente nada!
    Só para serem surrupiados!
    Estamos cada vez mais africanos. Com todo respeito a África.

    O rio de janeiro é uma síntese do Brasil.
    Em cada bairro de bom poder aquisitivo há incrustadas pelo menos uma ou duas favelas gigantescas. Cada uma abriga de cem a cento cinquenta mil pessoas.
    Só na Rocinha são mais de trezentas mil pessoas… enfim, é gente que não acaba mais.
    Veja que estou falando apenas da zona sul e não mencionei todas e não incluí as favelas do subúrbio ou periferia.

    Moram pessimamente mal de forma insalubre e com a bandidagem comendo solta, eles tocam o terror e ditam as regras. São sociedades que vivem a margem do poder público. A maioria já nasce sem esperança e por isso mesmo, são facilmente cooptados pelo tráfico, geralmente esse exército tem vida curta e não passam dos vinte e cinco anos de vida.

    Coloquei o rj como exemplo, porque vejo claramente, que com o andar da carruagem, muitas outras metrópoles vão pelo mesmo caminho.
    Ladeira abaixo!

    O pior de tudo isso, é que ninguém quer sair das favelas, poucas famílias se mudariam pra mais longe em condomínio populares, mesmo que o governo desse de presente (utopía) a moradia.

    Os políticos tem seus redutos eleitoras nesses guetos, que valem ouro (votos).

    A violência se mistura à desesperança e essa terrível fusão, vai se infiltrando como ácido nítrico nas cidades mais pacatas do interior do país.
    Sou bastante pessimista e imagino o Brasil se tornando um enorme rj.

    Eu já perdi qualquer expectativa de um país melhor para todos.
    Isso é balela!

    VIVEMOS UMA GRANDE MENTIRA!

    A prova do que estou dizendo é que a violência vem avançando a passos largos e já ultrapassou a barreira do inimaginável e também atingem os políticos.
    Antes os assassinatos eram mais sutis, hoje, são descarados.
    Eles também estão sendo assassinados mesmo com seguranças. Não se salva ninguém, nem policiais e nem os juízes.

    O sistema é mafioso, e bruto, e veremos mais assassinatos pela frente.

    Os juízes (não todos) mas muitos, estão metidos neste ambiente mafioso, até o talo. Qualquer um sabe disso.

    Juízes, políticos, chefes de policías, exército e todos aqueles que tenham algum poder compõem um quadro mafioso que não terminará nunca.
    Só vai piorar.

    Voltando ao assunto inicial, quando o molusco for pra terra das almas mais honestas, não tenha nenhuma dúvida que brotarão populistas como cupins.

    O povo adora esses lixos, porque não tem discernimento de nada, gostam de mentiras e falsas promessas pra ir levando o barco, vivem um dia de cada vez e não sabem o que significa a palavra futuro e se sabem, nem ligam, porque é intangível pra eles.

    Os políticos deixaram nosso povo tão miserável que a forma de vida que encontraram são as parcas esmolas…

    Esse é o Brasil que vejo, país da desesperança…
    É uma triste realidade.

    Um abraço, meu amigo.
    Extensivo também para todos os tribunários e nosso Editor Sr. Carlos Newton, independentemente da ideologia de cada um.

    José Luis

  4. Entenderam como se rouba uma eleição? Necessariamente o roubo não precisa passar pelas urnas e sim pelo controle dos meios de comunicação. Num país onde o judiciário se alia a um Ladrão, e as FFAA são comandadas por covardes e inúteis, ganhar uma eleição se tornou uma coisa muito fácil. Aliás, poderíamos economizar muito dinheiro que poderia ser usado em saúde e educação se acabássemos com as eleições e, voltar aos tempos medievais, nomeando um rei e seus vassalos.

  5. A imprensa parece ter descoberto, com o habitual atraso, aquilo que já não é novidade em Banânia. A ditadura da toga há muito se instalou em Luar sobre Parador — silenciosa, togada e convenientemente travestida de normalidade institucional.
    Como sempre, alguém percebe o incêndio quando o fogaréu começa a aquecer os próprios pés.

  6. A recusa de Lula em participar do debate

    O sentimento do presidente Lula é mais de soberba que de receio. Ele acha um absurdo estar empatado com Flávio e expor-se a ser criticado por todos os outros candidatos que, além de ser apoiadores do bolsonarista no segundo turno, têm hoje quase traço nas pesquisas.

    Lula está convencido de que fez um bom governo e não aguenta a ideia de que Flávio possa enfrentá-lo de igual para igual, como se fossem equivalentes.

    Terminar a vida política com uma derrota para o filho do adversário do ex-mito será devastador psicologicamente para Lula.

    E, paradoxalmente, a posição de superioridade passa ao adversário, que se sente repentinamente fortalecido diante da fragilidade psicológica de seu oponente.

    A recusa ao debate, porém, pode levá-lo a uma derrota que não está decretada, mas é uma probabilidade que ele poderia reduzir com uma apresentação à maior plateia televisiva da campanha eleitoral.

    As pesquisas são unânimes em mostrar um quadro de empate no segundo turno, mas já se sabe que essa perspectiva não corresponde à realidade das urnas. Pode dar qualquer um (…).

    A polarização congelou as posições do eleitorado, fazendo com que a campanha mais morna e monótona dos últimos tempos teste a paciência de um eleitor irritadiço, desconfiado, desiludido.

    Fonte: O Globo, Opinião, 01/10/2026 04h30 Por Merval Pereira

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