Polarização resiste nas urnas, mas perde força nas relações sociais”, diz cientista político

6 thoughts on “Polarização resiste nas urnas, mas perde força nas relações sociais”, diz cientista político”

  1. Eleições causam mal-estar entre artistas e jornalistas na Globo

    Incomodados, jornalistas da Globo se queixaram à direção do setor sobre críticas que vêm recebendo de artistas do elenco do canal. Ironias e piadas em relação à condução de entrevistas com políticos e também à cobertura das eleições têm sido feitas por atores globais nas redes sociais.

    Os posts sarcásticos dos artistas da casa começaram a ser publicados após as sabatinas feitas no canal com Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A coluna apurou que há um grande mal-estar nos bastidores. Procurada desde sexta (2), a Globo não comentou o assunto.

    Dois casos específicos foram levados ao conhecimento da direção. Um deles envolve o humorista Paulo Vieira, que fez críticas públicas ao tom adotado por César Tralli e Renata Vasconcellos na sabatina com Flávio Bolsonaro, no fim de agosto.

    “Ao entrevistar um mentiroso, se não interromper a mentira e dizer a verdade de imediato, vira desserviço. Faltaram muitas interrupções e explicações. Mas não perguntou sobre soberania nacional e tarifaço para Lula por qual motivo?”, escreveu o humorista.

    Também foram enviadas outras críticas diretas de Vieira ao jornalismo da Globo durante a cobertura eleitoral, tanto no Instagram quanto no X (ex-Twitter). Procurado desde a manhã de sexta (2), Paulo Vieira não respondeu.

    A queixa também se estendeu a outros atores que têm espaço na emissora. Sergio Guizé, protagonista de “Êta Mundo Melhor” (2026), exibida recentemente no horário das seis, repostou uma imagem em que questiona o critério do Jornal Nacional para notícias que envolviam Flávio Bolsonaro e Lula.

    Nela, Tralli e Renata fazem vista grossa para casos de corrupção que envolveriam Flávio, mas parecem atentos a qualquer passo de Lula. Guizé, diferentemente de Vieira, não tem contrato fixo com a Globo, mas é figura frequente em novelas.

    Outras publicações que envolvem atores como Sophie Charlotte e José de Abreu e continham críticas ao JN também foram encaminhadas. Os jornalistas alegam que as publicações ajudam a criar um clima hostil à empresa, aumentando a quantidade de haters.

    Por contrato, artistas da área de entretenimento têm liberdade para exprimir suas opiniões nas redes sociais, sejam políticas ou não. A Globo apenas solicita que eles não participem de propagandas políticas oficiais dos candidatos. Situações que podem configurar excesso, no entanto, são apuradas.

    Folha de S. Paulo, F5, Eleições 2026, 3.out.2026 às 8h06 Por Gabriel Vaquer

  2. O humorista Paulo Vieira “desce o pau” na postura de César Tralli, e não só

    A cobrança aconteceu após a sabatina do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) no Jornal Nacional.

    Mesmo sendo funcionário da TV Globo, Paulo Vieira usou seu perfil na rede social X para afirmar que o âncora falhou ao não rebater declarações falsas do político, classificando a condução da entrevista como um “desserviço”.

  3. “Abrolhos”!(
    Extraído, dos “Protocolos-Capítulo V”.
    “Todas as engrenagens do mecanismo governamental dependem dum motor que está em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo o prestígio real do ouro.

    O capital, para ter liberdade de ação, deve obter o monopólio da indústria e do comércio; é o que já vai realizando a nossa mão invisível em todas as partes do mundo (1). Essa liberdade dará força política aos industriais e o povo lhe será submetido. Importa mais, em nossos dias, desarmar os povos do que levá-los à guerra ; importa mais servir as paixões incandescidas para nosso proveito do que acalmá-las ; importa mais apoderar-se das idéias de outrem e comentá-las do que baní-las.

    O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público pela crítica ; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição ; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência.

    Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada, que demonstrará eloqüentemente seus benefícios no que concerne ao progresso.

    Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos os partidos, de todas as tendências e ensinaremos nossos oradores a falarem tanto que toda a gente se cansará de ouví-los.

    Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os cristãos acabarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter opinião. São questões que a sociedade não deve conhecer. Só deve conhecê-las quem a dirige. Eis o primeiro segredo. (2)

    O segundo, necessário para governar com êxito, consiste em multiplicar de tal modo os defeitos do povo, os hábitos, as paixões, as regras de viver em comum que ninguém possa deslindar esse caos e que os homens acabem por não se entenderem mais aos outros. Essa tática terá ainda como efeito lançar a discórdia em todos os partidos, desunindo todas as forças coletivas que ainda não queiram submeter-se a nós; ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo genial, e será mais poderosa do que os milhões de homens nos quais semeamos divergências. Precisamos dirigir a educação das sociedades cristãs de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que exija iniciativa.

    O esforço que se exerce sob o regime da liberdade ilimitada é impotente, porque vai de encontro aos esforços livres de outros. Daí nascem dolorosos conflitos morais, decepções e insucessos. Fatigaremos tanto os cristãos com essa liberdade que os obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional, cuja disposição será tal que poderá, sem as quebrar, englobar as forças de todos os Estados do mundo e formar o Governo Supremo.

    Em lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que se denominará Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças e sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se lhe submeterem (3).”

  4. A vida é uma questão de escolhas e consequências, em cada cabeça uma sentença e o que é de gosto regalo da vida. Portanto, é por tudo isso, e, sobretudo, por um presente e um futuro melhores e mais alvissareiros, alicerçados na moralidade pública, na boa-fé, na verdade, na honestidade, na decência, no escrúpulo, na ética, na empatia e, sobretudo, na Justiça, em especial para as novas, próximas e futuras gerações, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, que a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, no bojo da RPL-PNBC-DD-ME, continua forçando o velho alambrado do velho sistema apodrecido, aparentemente intransponível, buscando colocar no comando do poder político, da democracia, do estado democrático de direito, e do conjunto da sociedade, pessoas iguais ou melhores e mais qualificadas que nós mesmos no lugar dos me$mo$ que aí estão há 136 anos, impostos por mentiras, golpes, ditaduras e estelionatos eleitorais, rendidos e dominados, há muito tempo, pela loucura por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, que, perdidos no tempo e no espaço, operam o velho sistema de manipulação, polarização, inimizade, rivalidade e divisão do conjunto da população como instrumentos de ascensão e manutenção no poder, que, pensando apenas nos seus próprios interesses, conduziram o país à favelização, à desumanização , ao estado de coisa$, coiso$ e criminalidade generalizada eclodindo em todos os segmentos sociais e à ausência de futuro alvissareiro, ao invés de conduzi-lo para o rumo certo da evolução democrática, da civilização, da empatia e da humanização, como, aliás, manda a própria Constituição do Estado Brasileiro, que, sabiamente, elegeu a consecução do bem comum do povo brasileiro, como finalidade precípua do Estado, enquanto conjunto da população juridicamente organizado. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marilizpereirajorge/2026/10/a-pior-eleicao-dos-ultimos-tempos.shtml

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