Flávio mira Constituição, STF e regras eleitorais com novo Congresso

4 thoughts on “Flávio mira Constituição, STF e regras eleitorais com novo Congresso”

  1. Podem até surgir outros semelhantes, mas o Estado Cleptopatrimonialista e suas oligarquias inúteis congregadas no reacionário e decadente Aparato Petista, foram flagrantemente derrotados no Congresso.

    Ou seja, quem vai levar a presidência perde bastante de importância face `enorme renovação parlamentar.

    Não há como consertar o esgarçamento, de quase 20 anos, do tecido republicano e democrático com remendos.

    Uma nova constituição, que sepulte e dificulte o renascimento das ratazanas é mandatória.

    Embora deva ser um construção da sociedade, pois uma gestada unicamente no parlamento já nascerá frágil.

  2. Quanto à jornada de trabalho 6X1 é uma tragédia anunciada.

    Num país, cujo presidente é um jacu de gaiola, que acha que a Inteligência Artificial é coisa do demônio, e que se coloca contra o avanço das forças produtivas as taxando no nível do seu assassinato, censurando as big techs, com baixíssimo nível de produtividade, a redução da jornada, com salário igual é corolária de demissões, trabalho informal e fechamento de empresas.

    ____________

    O indicador mais adequado é o PIB produzido por hora trabalhada.

    🇺🇸 EUA → 100
    🇩🇪 Alemanha → ~79
    🇯🇵 Japão → ~60
    🇨🇳 China → ~23
    🇧🇷 Brasil → faixa próxima à média da América Latina (~24)
    🇮🇳 Índia → ~10

    👨‍💻 14% de aumento na produtividade: experimento do NBER com 5.179 trabalhadores de atendimento que receberam assistência de IA. Entre os trabalhadores menos experientes, o ganho chegou a 35%.

    ChatGpt

    A aritmética do jacu que diz que os manuais de Economia estão defasados, não fecha: de um lado óbice ao avanço das forças produtivas e, logo, da produtividade, do outro redução da jornada.

    Mas a pilantragem tá nem aí pra nada.

    O negócio é reconduzir o decadente de novo pra presidência.

  3. Verdade Russa Multipolar🇷🇺
    Grupo Público
    Soral Kulture

    2,9 bilhões de euros pagos por Bruxelas à Ucrânia em 2 de outubro. 1.588 vagas de professores eliminadas na França no mesmo período do ano escolar. As duas cifras vêm do mesmo continente.
    A cifra circulante é pesada: 20 bilhões de dólares adicionais reivindicados urgentemente por Zelensky, o que acrescentaria aos 90 bilhões de euros já comprometidos pela UE. O gesto, no entanto, já é público. Ursula von der Leyen assinou 2,9 bilhões em 2 de outubro, como parte da facilitação para a Ucrânia, “enquanto durar”. O total sob este plano agora ultrapassa 32 bilhões. A participação francesa também está aumentando: 4 bilhões adicionais, após os 17 já planejados, e mais 4 já solicitados para 2027.
    Enquanto isso, Sébastien Lecornu congelou as pensões acima de 1.260 euros, 5,5 bilhões retirados dos aposentados. As APLs não estão a ser aumentadas. 1.588 vagas de professores estão a desaparecer. Livros de texto esquecidos estão a ser cortados em 17%. 820 milhões estão a ser deduzidos dos salários de final do contrato. A dívida aumenta para 3.595,5 bilhões de euros, 340 bilhões restantes a serem emprestados, a um rate de 4,8%. Emmanuel Macron aprova.

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