
Mobilização reúne cerca de 500 páginas de fãs de artistas
Lorena Fraga
Ana Flor
G1
Uma rede formada por cerca de 500 fã-clubes de artistas da música pop passou a atuar para ampliar a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais durante a campanha eleitoral. A mobilização reúne páginas dedicadas a nomes como Taylor Swift, The Weeknd, Harry Styles e BTS.
Além de compartilhar conteúdos produzidos pela campanha de Lula, os fã-clubes criam materiais próprios para divulgação nas plataformas digitais. Entre as publicações estão vídeos curtos e os chamados “edits”, montagens feitas por fãs que combinam imagens, músicas e textos.
ELEITOR JOVEM – A movimentação busca atingir o eleitor jovem. Juntas, as páginas estimam alcançar cerca de 20 milhões de seguidores. O G1 ouviu Breno Scarpate Hochileitner, 20, que é administrador do “Katy Cats Updates”, um dos portais participantes do movimento.
Segundo ele, a organização surgiu de forma espontânea, sem uma convocação inicial da campanha de Lula. De acordo com Breno, a motivação está ligada à defesa dos direitos das minorias e da cultura.
Nesta semana, o presidente Lula enviou um áudio agradecendo a iniciativa dos fã-clubes. “Ei, ‘fandoms’ desse Brasil, vim agradecer por esse movimento que vocês estão fazendo pelo nosso país e pela democracia. Nós temos 19 dias para ganhar essas eleições. Vamos embora, gente, vamos ganhar essas eleições, conto com vocês!”, diz o presidente. “Fandoms” é o termo usado para designar comunidades de fãs de um determinado artista, grupo, obra ou universo cultural.
CONVITE – A proximidade da comunidade com o governo não é recente. Em agosto, administradores de fã-clubes foram convidados ao Palácio do Planalto para um evento sobre medidas contra o cambismo digital e regras para a venda e a transferência de ingressos.
Na ocasião, Lula assinou um decreto que estabeleceu novas regras para a comercialização e a transferência de ingressos, com medidas para combater a compra em massa e a revenda especulativa. O texto também determinou a distribuição gratuita de água em grandes eventos e permitiu a entrada de garrafas com água potável.
ESTRATÉGIA DIGITAL – Para o segundo turno das eleições, a equipe de Lula montou uma sala dentro do QG de campanha do petista em Brasília para receber os jovens eleitos e influenciadores de esquerda que foram recrutados para tentar melhorar o desempenho de Lula nas redes sociais no segundo turno da eleição.
O grupo participou na última quarta-feira (7) de uma reunião com o presidente Lula e deve ficar em Brasília esta sexta-feira (9), pelo menos. Fazem parte desse novo núcleo da campanha candidatos eleitos para a Câmara dos Deputados, como Guilherme Cortez (PSOL-SP), Ana Elisa (PT-MG) e Ana Júlia Ribeiro (PT-PR).
CRÍTICAS DA OPOSIÇÃO – A mobilização também foi alvo de críticas da oposição. O deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP), um dos políticos de direita com maior alcance nas redes, afirmou que “páginas de fofoca estariam alinhando o discurso para atacar a imagem de Flávio Bolsonaro e favorecer Lula”.
Em uma publicação nas redes sociais, Pavanato questionou se a articulação poderia ser comparada a um “gabinete do ódio” e perguntou se haveria remuneração para a disseminação desse conteúdo. A campanha de Lula afirma que o movimento foi orgânico e partiu dos próprios perfis.
Vira nada.
O que está por trás do acordo entre Trump e Putin anunciado nesta sexta
Entendimento entre os presidentes americano e russo ocorre às vésperas das eleições legislativas nos Estados Unidos
Donald Trump anunciou nesta sexta-feira, 9, um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, para ampliar a oferta de diesel no mercado internacional. Segundo o republicano, a Rússia se comprometeu a liberar até 4,8 milhões de toneladas do combustível, numa tentativa de conter a alta dos preços nos Estados Unidos e em outros países.
O anúncio ocorre a menos de um mês das eleições legislativas americanas, marcadas para 3 de novembro, nas quais o Partido Republicano tentará manter o controle do Congresso.
A alta dos combustíveis se tornou um problema para a Casa Branca, ao pressionar o custo de vida e aumentar a insatisfação dos eleitores.
De acordo com Trump, a Rússia deverá fornecer inicialmente 300 mil toneladas de diesel de forma imediata. Outras 500 mil toneladas seriam liberadas em novembro, seguidas por mais 1 milhão de toneladas…
O presidente americano afirmou ainda que Moscou poderá disponibilizar outras 3 milhões de toneladas em um prazo curto, condicionado à capacidade operacional das refinarias russas.
Trump afirmou que a combinação entre a entrada de diesel russo no mercado e o controle americano do Estreito de Ormuz fará os preços caírem rapidamente.
(…)
Fonte: Revista Veja Negócios, Economia, 9 out 2026, 16h22 Por Ernesto Neves
O que está por trás do acordo entre Trump e Putin anunciado nesta sexta
Entendimento entre os presidentes americano e russo ocorre às vésperas das eleições legislativas nos Estados Unidos
Donald Trump anunciou nesta sexta-feira, 9, um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, para ampliar a oferta de diesel no mercado internacional.
Segundo o republicano, a Rússia se comprometeu a liberar até 4,8 milhões de toneladas do combustível, numa tentativa de conter a alta dos preços nos Estados Unidos e em outros países.
O anúncio ocorre a menos de um mês das eleições legislativas americanas, marcadas para 3 de novembro, nas quais o Partido Republicano tentará manter o controle do Congresso.
A alta dos combustíveis se tornou um problema para a Casa Branca, ao pressionar o custo de vida e aumentar a insatisfação dos eleitores.
De acordo com Trump, a Rússia deverá fornecer inicialmente 300 mil toneladas de diesel de forma imediata. Outras 500 mil toneladas seriam liberadas em novembro, seguidas por mais 1 milhão de toneladas…
O presidente americano afirmou ainda que Moscou poderá disponibilizar outras 3 milhões de toneladas em um prazo curto, condicionado à capacidade operacional das refinarias russas.
Trump afirmou que a combinação entre a entrada de diesel russo no mercado e o controle americano do Estreito de Ormuz fará os preços caírem rapidamente.
(…)
Fonte: Revista Veja Negócios, Economia, 9 out 2026, 16h22 Por Ernesto Neves
‘É hora de a Ucrânia ter um novo presidente’, diz Trump ao criticar ataques a refinarias
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou neste sábado (10) seu par da Ucrânia, Volodimir Zelensky, por considerar que os ataques a refinarias de petróleo russas agravam a escassez mundial de diesel, e instou os ucranianos a substituir Zelensky.
Trump declarou a jornalistas na Casa Branca que havia dito a Zelensky que fizesse “o que quisesse” contra a Rússia, mas que “não atacasse as refinarias”.
“É melhor Zelensky parar”, disse Trump, e acrescentou que “é hora de a Ucrânia ter um novo presidente”, que esteja disposto a aceitar pôr fim à guerra.
Jovem Pan, 10/10/2026 às 15h42 AFP
‘É hora de a Ucrânia ter um novo presidente’, diz Trump ao criticar ataques a refinarias
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou neste sábado (10) Volodimir Zelensky, por considerar que os ataques a refinarias de petróleo russas agravam a escassez mundial de diesel, e instou os ucranianos a substituir Zelensky.
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“É melhor Zelensky parar”, disse Trump, e acrescentou que “é hora de a Ucrânia ter um novo presidente”, que esteja disposto a aceitar pôr fim à guerra.
Jovem Pan, 10/10/2026 às 15h42 AFP
Flávio tem 52,7% dos votos válidos no 2º turno, contra 47,3% de Lula, diz Ipespe
Folha de S. Paulo, 10/10/2026 16h36 Por Marcos Hermanson