Imunidade do cargo blindaria candidato do PL
Bernardo Mello Franco
O Globo
A informação surgiu em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf. Flávio Bolsonaro realizou uma série de movimentações bancárias incompatíveis com a renda que declara à Receita.
Numa das operações atípicas, o candidato do PL recebeu R$ 520 mil de um escritório de advocacia e quitou o financiamento da famosa mansão de 1.100m² em Brasília. Uma morada e tanto para quem sempre viveu do dinheiro público, desde o primeiro emprego como funcionário fantasma da Câmara.
VETERANO EM ROLOS – Aos 45 anos, o filho de Jair Bolsonaro já pode ser considerado um veterano em rolos e transações mal explicadas. Mal havia sido eleito senador quando foi flagrado no topo de uma rachadinha, apelido simpático para o ato de embolsar parte dos salários de assessores. O esquema envolvia depósitos em dinheiro vivo e uma fantástica loja de chocolates que vendia menos na Páscoa. O Ministério Público denunciou Flávio por organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro. Para sorte dele, a Segunda Turma do Supremo anulou as provas e arquivou o caso.
Depois de se lançar ao Planalto, o senador voltou com tudo às páginas policiais. Em maio, soube-se que ele pediu R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro, pivô da maior fraude bancária da História do país. “Irmão, estou e estarei contigo sempre. Não tem meia conversa entre a gente”, escreveu, numa das declarações de afeto e fidelidade ao trambiqueiro do Master. O senador foi pego na mentira sucessivas vezes ao tentar se descolar do escândalo. No debate da TV Globo, mentiu de novo ao dizer que teria sido inocentado pela Polícia Federal.
O candidato não tem dado folga aos homens de preto. No início do mês, a PF pediu autorização ao Supremo para investigá-lo por suspeita de lavagem de dinheiro em negócios com o advogado Willer Tomaz. Amigo do peito do senador, o causídico já foi preso na Lava-Jato e entrou na mira da Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS. No hangar de seu jatinho, foram encontradas uma sala-cofre e uma máquina de contar papel-moeda.
“USUÁRIO MASTER” – Flávio figura como “usuário master” da conta bancária de uma offshore de Tomaz. Agora a PF quer saber se os dois também eram sócios numa casa de apostas liberada pelo governo do bolsonarista Cláudio Castro. Só no ano passado, o cupincha do senador movimentou mais de R$ 5 bilhões em bets. Haja sorte para tanta jogatina.
O candidato do PL também tem se revelado um fenômeno da advocacia. Seu escritório, que não tem sede própria nem funcionários registrados, afirma ter faturado R$ 14 milhões em três anos. As notas fiscais não identificam serviços ou ações em que o jurisconsulto teria atuado. Quem circula pelas Cortes de Brasília diz que ele teria se especializado em embargos auriculares no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Se for eleito hoje, Flávio ficará blindado de todos esses escândalos pelos próximos quatro anos. A faixa valerá como escudo, já que os presidentes só podem ser processados por crimes cometidos durante o mandato. Ao se candidatar, o senador prometeu tirar o pai da cadeia. Faltou dizer que também buscava proteção para continuar fora dela. Eduardo Bolsonaro não estava brincando quando declarou, na sexta-feira: “Se meu irmão não ganhar, eu sou a favor de que ele saia do país”.
A eleição que não terminou.
Em pé de guerra por quem não merece, o povo andou se matando ao longo da última semana.
Hoje, fatos que mais parecem fake, culminando na prorrogação das eleições pelo juiz Zanin até 19 horas.
Se continuar nesse jogo ruim e sem gols, essas eleições devem ir para os penalties.
Começou o roubo comandado pelo Zanin.
quem tem. ………tem medo. ou cachorto mordido de cobra tem medo de linguiça, dia a sabedoria popular.
vejam a natetia aqui da tribuna e a data
comparem com a imensa. armação desta eleicao/apuracao
Campanha de Flávio Bolsonaro teme que STF esvazie papel do TSE nestas eleições
Publicado em 27 de junho de 2026 por Tribuna da Internet
se com 30 minutos lula encontrou os votos para ir ao segundo turno, com duas horas sera uma diferença historica.
tre do rs diz en n9ta oficial que as urnas que fecharam nao tem mais conficoes de reabrir com segurança minima.
ah brasil pais de vagabundos e si final um pais vagabundo.
zanin pagou a fatura ?
tre do rs devlara encetrada a eleicao no rs em funcao da impossibilidade de reabrir urnas com segurança