
Novo valor decorre de decisão do TRF-1
Reynaldo Turollo Jr
G1
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou um novo valor, de R$ 17.562,80 mensais, como reparação econômica à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em razão da perseguição política sofrida durante a ditadura militar, com prisões ilegais e torturas física e psicológica.
A portaria com o novo valor foi publicada nesta terça (27) no “Diário Oficial da União” “em cumprimento à decisão definitiva do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1)”, informou o ministério.
REPARAÇÃO – Em dezembro passado, o TRF-1 determinou que Dilma recebesse reparação econômica em prestação mensal, permanente e continuada, considerando o salário médio para o cargo que ocupava antes de ser presa. Ela foi presa em 1970, aos 22 anos, por atuar em uma organização de resistência ao regime militar. Durante o período na prisão, ficou impedida de trabalhar.
De acordo com a portaria publicada no “Diário Oficial”, o valor de R$ 17.562,80 considera “os paradigmas de salário médio para o cargo/emprego/função do Plano de Cargos e Salários dos profissionais da antiga Fundação de Economia e Estatística – FEE, do Estado do Rio Grande do Sul”.
PARCELAS RETROATIVAS – O ministério também calculou o valor das parcelas retroativas até 21 de outubro de 1997, data estipulada pela Justiça, “perfazendo o total retroativo de R$ 6.616.492,19”. Desse montante devem ser descontados todos os valores já recebidos.
Em agosto de 2025, o ministério havia fixado uma parcela única de R$ 100 mil como reparação econômica. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos, a mudança ocorreu porque “decisão judicial determinou à União a concessão de reparação econômica em prestação mensal, permanente e continuada, em razão da perda do vínculo de trabalho da ex-presidenta com a Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul”.
Será que a turma do cabeção também serão incluídos nesse esquema
Nikolas é chamado de ‘Carla Zambelli’ de Flávio Bolsonaro
Adversários dizem que vídeo do deputado prejudicou Flávio no Nordeste, onde Lula ampliou sua votação em relação ao primeiro turno
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) virou alvo de críticas por causa do vídeo sobre as dificuldades enfrentadas por moradores do Nordeste e tem sido apontado, entre políticos da esquerda e até mesmo entre aliados, como um dos responsáveis pela derrota de Flávio Bolsonaro (PL) em Minas Gerais e no Nordeste.
Após largar na frente no primeiro turno das eleições, o senador e candidato do PL foi derrotado pelo presidente Lula (PT) no segundo turno das eleições.
Lula ampliou sua votação no Nordeste e reverteu a desvantagem contra Flávio em Minas Gerais, vencendo as eleições pela quarta vez.
Memes que circulam nas redes sociais afirmam que o deputado seria a “Carla Zambelli” do Flávio na disputa pela Presidência da República, em referência ao ocorrido, em 2022, quando a então deputada perseguiu um homem com uma arma em punho, na véspera do segundo turno das eleições entre Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na época, bolsonaristas acusaram Zambelli de ter colaborado para a derrota de Jair, que buscava a reeleição.
(…).
Fonte: Estado de Minas, Política, Repercussão, 26/10/2026 16:09 Por Alessandra Mello
O Nikolas é um inimigo velado do rachador.
O vídeo que ele fez foi proposital: nem consultou o rachado nem ninguém, saiu disparando o vídeo.
Fez um vídeo fake e mandou bala.
Um irresponsável igual à zamburra
O Nikolas está fechado com a Micheque.
Esse mentiroso, FDP, é maquiavélico, mas um dia cai do cavalo.
Malandro demais se atrapalha.
Saudações democráticas.
José Luis
Há “dendos”, em:
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