
Charge Kleber Sales (Correio Braziliense)
Vicente Limongi Netto
Com a mania de xerifão do mundo, se intrometendo nas gestões de outros países, dando ordens e opiniões descabidas e hilárias, Donald Trump começa a ver que faz tempo que vai queimando o próprio filme junto aos americanos, pelos quais ele jura amor e devoção.
Com as derrotas na Câmara dos Deputados e no Senado Trump sabe que precisa rápido mudar de táticas para conseguir governar. Para começar, deveria usa menos deboche e ameaças a países amigos ou inimigos, e mais conversas francas e educadas, sem pisar no calo de ninguém.
EFEITO BRAZIL – É preciso salientar que a derrota do fujão Flávio Miliciano respingou forte em Trump, sabidamente ardoroso defensor e padrinho do medonho clã Bolsonaro. Trump exagera na dose. Com tudo e com todos. Insiste na pose e no ar vitorioso.
Garantiu que acabaria com a guerra entre Rússia e Ucrânia. Os conflitos pioram e se agravaram. Trump avacalha o regime do Irã. Promete jogar bomba no país se seus líderes não se renderem diante de suas ordens, mas ninguém obedece.
Trump se autointitulou merecedor do Nobel da Paz. Por algum tempo parecia que os ventos estavam favoráveis a ele. Liderava a disputa com facilidade. Na quadra atual, Donald Trump foi expulso da disputa. Sem merecer voltar a sonhar com o almejado troféu.
O governo Trump sofreu reprovação acachapante do eleitorado americano, complicando a situação de Bolsonaros e Mileis da vida.
Trump (hoje também perdedor) detesta perdedores, e o ex-mito e o Rachadinha (que teria dado azar a ele) não serão mais recebidos nem pelo jardineiro da Casa Branca.
Caro Vicente, devemos entender as “alternanças” como meros olímpicos(4×4) revesamentos cujo fito é obrigatóris “idéia fixa”, não importando as cores dos para tanto alçados e locupletos, senão vejamos em:
https://youtu.be/cPHCOKK0HpI?is=ALCP_T4l56OMaRNn