Lula diz que será ‘fiscal’ de entregas do governo
Isabella Calzolari
Mariana Laboissière
G1
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (6) que passará a fiscalizar o cumprimento e os prazos das medidas aprovadas pelo governo. Segundo Lula, quem não estiver disposto a executar as decisões terá de deixar a gestão.
“A partir de agora, além da Casa Civil, o Lulinha vai ser fiscal do cumprimento de cada coisa que a gente aprovar. Aprovou uma coisa, eu quero saber a data de entrega. E também quanto tempo. Quem não quiser fazer, cai fora. Porque o Brasil não pode esperar”, afirmou.
PRESSÃO – A declaração foi dada durante reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em Brasília. A cobrança por prazos e resultados não é nova. Lula vem pressionando publicamente seus ministros por entregas.
Em agosto de 2025, durante uma reunião ministerial para fazer um balanço da gestão e projetar as entregas até o fim do mandato, o presidente já havia reclamado que o governo “não tem mais muito tempo” e cobrado que ministros levassem problemas até ele.
A cobrança ocorre agora em um novo contexto político. Lula foi reeleito em outubro e inicia o quarto mandato em janeiro de 2027. O plano apresentado na eleição contém uma série de compromissos para áreas como renda, emprego, impostos, aposentadoria, crédito e moradia.
OPOSIÇÃO – O próximo governo também deverá enfrentar um Congresso com maioria de oposição. O PT e partidos aliados terão menos espaço que siglas de oposição e centro, o que exigirá negociações para que Lula consiga transformar propostas em medidas efetivas.
A fala desta sexta acrescenta um elemento à cobrança que Lula já vinha fazendo sobre a equipe: o presidente afirmou que pretende acompanhar pessoalmente datas e prazos de execução, além do monitoramento feito pela Casa Civil.
O acompanhamento das entregas também permite medir o que efetivamente saiu do papel. Em julho, levantamento do g1 avaliou o andamento das promessas assumidas por Lula na campanha de 2022 e classificou os compromissos entre cumpridos, cumpridos em parte e ainda não cumpridos. A análise considerou ações realizadas até junho de 2026.
“FISCAL” – A Casa Civil, comandada pela ministra Miriam Belchior, tem entre suas funções coordenar a execução de políticas públicas entre os ministérios. Ao dizer que será “fiscal”, Lula afirmou que também passará a acompanhar pessoalmente os prazos das medidas aprovadas.
Durante o mesmo discurso, o presidente também abordou outro desafio para o próximo mandato, o equilíbrio das contas públicas. O presidente defendeu a condução fiscal do governo e afirmou que eventuais medidas de ajuste não vão impor sacrifícios à população mais pobre. “A única coisa que eles têm que saber é que o pobre não pagará a conta”, declarou.
POLÍTICA ENERGÉTICA – Lula fez a cobrança durante uma reunião do CNPE, principal órgão de assessoramento da Presidência para políticas na área de energia. O conselho é presidido pelo Ministério de Minas e Energia e reúne representantes do governo, da sociedade civil e de instituições de ensino.
O colegiado já serviu em outras ocasiões para definir medidas de impacto amplo. Em agosto de 2024, por exemplo, aprovou a Política Nacional de Transição Energética. Em junho de 2025, voltou a se reunir com Lula para discutir políticas relacionadas aos combustíveis e à ampliação da mistura de biocombustíveis.
“Lula assume fiscalização do governo e ameaça afastar ministros sem resultados.”
Conversa mole.
Ministros de partidos integrantes do governo por ‘acordo político’ geralmente não tem compromisso com trabalho.
A maioria não trabalha, e só se interessa por verbas do orçamento da pasta.
Só prestam contas aos donos dos partidos, como Kassab, que os indicaram para o cargo.
Nem tomam conhecimento do que Barba acha ou não acha.
É assim, lamentavelmente.
“A partir de agora, além da Casa Civil, o Lulinha vai ser fiscal do cumprimento de cada coisa que a gente aprovar. Aprovou uma coisa, eu quero saber a data de entrega. E também quanto tempo. Quem não quiser fazer, cai fora. Porque o Brasil não pode esperar”, afirmou.
HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA
Conversa mole para boi dormir…..
Jogando capim para os jumentos……
E detalhe.;
Os jumentos acreditam…
O Brasil está na mira da Comunidade Internacional sobre os Desmandos dos Poderes e o completo desprezo dos Três Poderes, com a Quebra Visível da Economia da Nação Brasileira. Para piorar o quadro, a Quebra do Ueno Bank paraguaio nos mesmos moldes do Banco Master, inclusive sob Proteção dos Poderes Paraguaios, tudo idêntico aos Atos dos Poderes Brasileiros diante de uma dos maiores Crimes Financeiros do Mundo o Caso Banco Master, acenderam centelhas de luzes e olhos aos Três Poderes Brasileiros desde a Praça dos Três Poderes em Brasília. Uma vergonha o Paraguai em quatro dias deu uma solução Constitucional ao Caso Ueno Bank, bem como, o Presidente da República já sofreu Impeachment e o Judiciário e o Legislativo paraguaios estão sob Investigações pela participação de membros desses Poderes, e em menos de 72 horas as providências Constitucionais foram tomadas e virão duras para todos os Poderes e Impeachments de Autoridades Paraguaias . Será que vão culpar Trump pelos Crimes do Banco Master ? NÃO RIAS DE NÓS PARAGUAI !!!!!!
Então tem que acabar com todos