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Rodrigues diz decisão dos EUA não altera a estratégia brasileira
Vladimir Netto
G1
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, chamou de “equívoco” a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas estrangeiras.
A entrada das organizações criminosas na lista norte-americana foi anunciada em 28 de maio pela Secretaria de Estado dos EUA, e passou a valer nesta sexta-feira (5). “As organizações terroristas têm motivos ideológicos, motivos religiosos, objetivos diferentes daquele do crime organizado que, em que pese aterrorizar as pessoas, busca o lucro”, pontuou o diretor da PF.
EQUÍVOCO – “E essa definição é um equívoco, porque a estratégia de enfrentamento é diferente para um grupo e para outro grupo. Então, nós não podemos confundir essas iniciativas, né? Para o cidadão pouco importa a definição, qual a semântica, o que vai ser chamado esse grupo que está impingindo o medo”, prosseguiu.
Rodrigues explicou que a decisão norte-americana não vai alterar a estratégia brasileira de combate ao crime organizado nem a atuação da PF no combate às facções criminosas. Isso porque, o narcotráfico e o terrorismo têm características diferentes, portanto, exigem estratégias distintas.
“Há questões técnicas que precisam ser colocadas mas, ao mesmo tempo, tornar muito claro que para nós essa definição que os Estados Unidos atribui às organizações criminosas em nada altera o vigor e a firmeza que nós vamos seguir atuando contra o crime organizado. É motivação distinta, é objetivo distinto”, destacou.
MANUTENÇÃO DO DIÁLOGO – Nos bastidores, integrantes do Palácio do Planalto e do Itamaraty defendem a manutenção do diálogo com as autoridades norte-americanas, mas admitem que a decisão dificilmente será revertida no curto prazo.
A Polícia Federal não foi comunicada oficialmente sobre a medida e tomou conhecimento da decisão pela imprensa. Segundo o diretor da PF, ainda é cedo para avaliar se a classificação terá impacto na cooperação entre Brasil e Estados Unidos. “Não tivemos nenhuma alteração, nenhuma interlocução que tenha sinalizado mudança imediata nessa cooperação. Precisamos aguardar para saber qual será a política dos Estados Unidos e se é o caso de haver alterações”, disse.
O diretor da PF ressaltou, ainda, que a decisão de Washinton não tem “nenhuma influência” nas políticas de combate ao crime no Brasil. “Na prática, essa decisão de um outro país soberano não tem nenhuma influência, não tem o condão de mudar as políticas públicas brasileiras. A nossa maneira de enfrentar o crime organizado é baseada na integração, na descapitalização dessas organizações criminosas e na prisão de lideranças”, afirmou.
COOPERAÇÃO – Apesar das críticas à classificação adotada pelos Estados Unidos, Andrei avaliou que a medida pode servir como oportunidade para ampliar a cooperação internacional. “Eu penso que isso se torna uma oportunidade de ampliarmos a cooperação, de termos mais troca de informações, bloqueio do envio de armas para o Brasil, prisão de foragidos da Justiça brasileira nos Estados Unidos. Aqueles países que quiserem verdadeiramente enfrentar o crime organizado e cooperar terão na Polícia Federal e no nosso país um grande parceiro”, declarou.
Especialistas também apontam possíveis efeitos econômicos da medida. Para Eduardo Mello, professor de Política e Relações Internacionais da FGV, a classificação pode aumentar exigências de compliance para empresas que mantêm negócios ou relações financeiras com os Estados Unidos.
PRIORIDADE – Segundo ele, investidores e companhias poderão enfrentar custos maiores para comprovar que não possuem qualquer vínculo com organizações enquadradas como terroristas, o que pode desestimular investimentos no Brasil. Em nota divulgada na semana passada, o governo brasileiro afirmou que o combate ao crime organizado é uma prioridade, mas destacou que a cooperação internacional deve respeitar a soberania nacional.
Integrantes do Ministério da Justiça também avaliam que a cooperação jurídica internacional é uma ferramenta essencial para a repressão ao crime organizado e que o Brasil mantém acordos com diversos países nessa área.
É um equívoco mesmo colocar esta máquina pra combater os crime organizado … lá nos EUA.
Não entendo a preocupação.
“Nossos criminosos” estão é colocando as mãos à obre e expandindo seu Estado para a Amazônia e Nordeste, para repatriar os companheiros eventualmente perseguidos alhures.
Números-chave da expansão do crime organizado na Amazônia e no Nordeste
• 344 dos 772 municípios da Amazônia Legal (44,6%) registram presença ou influência de facções criminosas.
• 17 facções criminosas foram identificadas atuando na Amazônia Legal.
• 46 das 88 organizações criminosas mapeadas no Brasil possuem atuação em estados do Nordeste.
• O Nordeste concentra cerca de 52% das organizações criminosas identificadas nacionalmente (46 de 88).
• A região possui facções nacionais como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho, além de dezenas de grupos regionais atuando em disputas territoriais.
• Estados como Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte figuram entre os principais focos de expansão e conflito entre facções.
• A taxa de homicídios na Amazônia Legal permanece cerca de 31% acima da média nacional, segundo estudos recentes.
Quem não estiver satisfeito, junte suas trouxas e vá para fila da saída pro Paraguai.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c202vzl1l9zo
Equívoco é eufemismo. Esses caras estão apenas tocando o plano de voo dele$ traçado há muito tempo e, no caso, os Bolsonaro não têm nada de protagonistas mas isto sim apenas coadjuvantes, quando muito… NA VERDADE, O EPICENTRO da motivação para a criminalidade assustadora, generalizada, espalhada no mundo todo, em todos os segmentos sociais, inclusive na política, como denunciada pelo Papa Leão XIV, ao qual os loucos, suas quadrilhas e cúmplices, arvorados em donos do mundo, não querem dar ouvidos e nem voz, é uma só, tal seja o próprio EUA com a sua loucura compulsiva por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, imposta à Humanidade com a sua plutocracia putrefata, com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a cognição de inocentes úteis, copiada mal e porcamente no Brasil há 136 anos, pela república do militarismo e o partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, que restaram superadas pela autocracia chinesa que levou Trump à loucura de deflagrar uma espécie de guerra preliminar contra todos os parceiros da China, que pode chegar à terceira guerra mundial, atômica, com Rússia e China na alça de mira, com o Brasil pagando o pato por ser o B dos BRICS, a nosso ver. Que classifiquem os criminosos e respectivas organizações criminosas como quiserem, mas, pelo amor de Deus, não venham trazer mais loucuras e encrencas políticas, histéricas e estéreis, para um país já repleto de encrencas carente isto sim de uma mega solução, via evolução, séria, responsável, verdadeira, autêntica, redentora, como imaginamos seja a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na Causa, adiante da plutocracia norte americana e da autocracia chinesa, uma possível nova via Política genuinamente brasileira em prol do sucesso da Humanidade. https://tribunadainternet.com.br/2026/06/06/diretor-da-pf-chama-de-equivoco-classificacao-de-pcc-e-cv-como-terroristas/#respond
Ao que tudo indica, dado a incompetência do Estado Oficial Cleptopatrimonialista, será engolido muito em breve pelo Narcotraficante.
Nada como um bon planejamento estratégico.
Ou a ideia é uma junção normalizada e constitucionalizada?
A máquina não tem jurisdição nos nossos dois territórios.
Sem sair do seu território, tá tudo dominado.
Em uma investigação judicial, os dados podem estar distribuídos entre bancos, empresas de tecnologia, operadoras de telecomunicações, corretoras de criptomoedas e intermediários financeiros. Alguns exemplos relevantes são:
Sistema financeiro
• JPMorgan Chase
• Bank of America
• Citibank
• Wells Fargo
• Western Union
• PayPal
• Visa
• Mastercard
Essas instituições podem possuir registros de contas, transferências, cartões, remessas internacionais e movimentações financeiras.
Empresas de tecnologia e internet
• Google
• Microsoft
• Apple
• Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp)
• X (Twitter)
• TikTok
• Amazon Web Services
Podem armazenar dados cadastrais, IPs, localização, histórico de acesso, mensagens armazenadas em nuvem e outros metadados.
Telecomunicações
• AT&T
• Verizon
• T-Mobile US
Mantêm registros de chamadas, conexões, antenas utilizadas e dados de assinantes.
Criptomoedas
• Coinbase
• Kraken
• Binance
Possuem dados KYC (identificação de clientes), histórico de transações, endereços de carteiras e registros de acesso.
Transporte e logística
• FedEx
• UPS
• DHL
Podem fornecer informações sobre remessas, destinatários, remetentes e rastreamento de cargas.
Reservas de viagem e hospedagem
• Booking.com
• Airbnb
• Expedia
Podem possuir registros de hospedagens, pagamentos e deslocamentos.
Órgãos governamentais dos EUA
Além das empresas privadas, as autoridades podem cruzar dados já existentes em órgãos como:
• FinCEN (inteligência financeira)
• IRS (receita federal)
• CBP (alfândega e fronteiras)
• DEA (combate ao narcotráfico)
• FBI
O ponto central é que organizações como o PCC ou o CV não precisam ter contas nos EUA para gerar rastros acessíveis às autoridades americanas. Basta que utilizem empresas globais de tecnologia, bancos que operam em dólar, redes Visa/Mastercard, provedores de internet, serviços de nuvem ou corretoras de criptomoedas sujeitas à jurisdição dos EUA. Isso cria múltiplos pontos de coleta de dados para uma investigação autorizada judicialmente.
ChatGpt
Equívoco é ter incompetentes no governo. Equívoco é trocar um delegado para limpar a barra do filho do molusco
Não precisam se preocupar os EUA só não querem que o esgoto regado por vinte anos de desgovernos do Aparato Petista transborde por lá.
As mesmas sanções foram aplicadas ao México e os “nossos criminosos” da Claudia Sheinbaum Pardo continuam on.
Só perderam um naco do território norte-americano.
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/01/policia-do-mexico-descobre-tunel-entre-eua-e-tijuana.ghtml
Pra quem está esperando a queda do Império Norte-americano, sente e espere.
Talvez, só Lula, o eterno, o veja.
– Império Romano — cerca de 503 anos (ou quase 1.500 anos se incluído o Império Bizantino até 1453).
– Império Bizantino — cerca de 1.123 anos.
– Império Persa Aquemênida — cerca de 220 anos.
– Império Mongol — cerca de 162 anos.
– Império Otomano — cerca de 623 anos.
– Império Espanhol — cerca de 406 anos.
– Império Português — cerca de 584 anos.
– Império Britânico — cerca de 414 anos.
– Império Russo — cerca de 196 anos.
– Estados Unidos — 81 anos.
– União Soviética — cerca de 69 anos.
– Império Alemão — cerca de 47 anos.
Recorrendo à estatística.
É importante destacar que não existe uma fórmula estatística aceita pela academia para prever a duração de impérios. O máximo que podemos fazer é uma extrapolação exploratória usando métodos de análise de sobrevivência e risco (survival analysis), comuns em demografia, engenharia e finanças.
1. Modelo de sobrevivência exponencial
A fórmula básica é:
genui{“math_block_widget_always_prefetch_v2”:{“content”:”S(t)=e^{-\lambda t}”}}
Onde:
• (S(t)) = probabilidade de a hegemonia sobreviver até o tempo (t)
• (\lambda) = taxa de declínio (“hazard rate”)
Usando uma amostra simplificada de grandes impérios:
• Espanhol: 406 anos
• Britânico: 414 anos
• Russo: 196 anos
• Otomano: 623 anos
• Português: 584 anos
• Soviético: 69 anos
Média ≈ 382 anos.
A taxa estimada é:
\lambda=\frac{1}{382}=0.00262
Para os EUA com 81 anos de hegemonia:
S(81)=e^{-0.00262\cdot81}\approx0.81
Resultado: aproximadamente 81% de probabilidade de continuar existindo como potência hegemônica segundo esse modelo extremamente simplificado.
________________________________________
2. Ajuste pela emergência da China
Podemos introduzir um fator competitivo (C):
\lambda_{aj}=\lambda(1+C)
Supondo:
• (C=1.5) (competição estratégica elevada)
Então:
[
\lambda_{aj}=0.00262 \times 2.5 = 0.00655
]
Nova expectativa de duração:
E(T)=\frac{1}{0.00655}\approx153
Resultado: cerca de 153 anos de hegemonia total.
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3. Estimativa final
Se a hegemonia começou em 1945:
• Duração prevista ≈ 153 anos.
• Ano estimado de perda da hegemonia exclusiva:
[1945 + 153 \approx 2098]
Resumo dos resultados
Sem considerar a China
• Duração média projetada: ~382 anos.
• Fim teórico: por volta de 2327.
Considerando a ascensão acelerada da China
• Duração projetada: ~153 anos.
• Fim da hegemonia unipolar: por volta de 2098.
Conclusão resumida:
Usando um modelo estatístico de sobrevivência bastante simplificado e incorporando a China como fator de competição estratégica relevante, a projeção matemática sugere que a hegemonia global exclusiva dos EUA poderia persistir por mais algumas décadas e se estender aproximadamente até o final do século XXI, em torno de 2090–2100. Isso não significa desaparecimento dos EUA como potência, mas perda da condição de hegemonia incontestada.
ChatGpt
Se depender da luta antiimperialialista dos jacunianos do Aparato Petista, o Império ira até 2300.
Só sobrará o eterno Lula, conservado em formol, pra ver.
Equivoco é o Brasil ter os seus Poderes, seus Membros e suas Instituições Públicas Defendendo, Protegendo e Apoiando Organizações NarcoCriminosas com seus Sócios e Cúmplices habitando na Praça dos Poderes. Isso sim é que podemos chamar de Abolição Violenta do Estado de Direito e da Verdadeira Democracia e das Liberdades do Povo Brasileiro.
NÃO RIAS DE NÓS PARAGUAI !
Esse vagabundo, cadela dos traficantes da facção PT/STF, transformou a PF num chiqueiro petralha.