O Centrão se afasta de Flávio Bolsonaro — e o bolsonarismo sente o golpe

11 thoughts on “O Centrão se afasta de Flávio Bolsonaro — e o bolsonarismo sente o golpe

  1. No desespero, Flávio se arrasta aos pés de Micheque implorando por perdão e apoio

    Flávio procurou descaradamente se retratar com Michelle, pediu desculpas e suplicou o apoio dela para fortalecer sua candidatura, que não decola.

    Resta saber se Michelle cairá na conversa de Rachadinha, sabendo que o caráter dele é mais falso do que uma nota de três dólares.

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    Mas, sendo o que de fato são, a retratação pode ter sido apenas um jogo de cena

    O pedido público de desculpas e apoio a Micheque parece mais um teatro político para tentar ludibriar bolsotários mais radicais.

    Nos bastidores, contudo, é provável que tenha ocorrido efetivamente uma negociação com proposta ($) e promessas de vantagens em troca do ora ‘valiosíssimo’ apoio eleitoral dela.

    Acorda, Brasil! Presta Atenção!

  2. Ótima notícia. Quanto mais distante do Centrão o Flávio estiver, melhor. Ciro “Nojeira” e o pastor petralha do Republicanos são dois corruPTos carimbados. Para atrapalhar, basta estar obrigado a aturar o Gagaldemar.

  3. Distanciamento

    No PL, aliados classificam articulação de Flávio com Centrão como ‘tragédia’ e já admitem candidatura avulsa.

    Após fracasso com União Progressista, dirigentes veem vitória de Lula por apoios e Republicanos e Podemos mais distante.

    (O Globo)

  4. Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está, de novo, às voltas com o Banco Master. Dessa vez, não é áudio, vídeo ou conversa com o banqueiro Daniel Vorcaro. São notas fiscais. Quem emitiu? O próprio senador.

    A história começa há cinco anos. Eleito em 2018 para oito anos de mandato no Senado, o filho mais velho de Jair Bolsonaro entendeu que era possível ter atuação parlamentar e, ao mesmo tempo, abrir um escritório de advocacia. Fez isso em abril de 2021.

    O endereço da empresa individual tem quatro consoantes: SMDB. Em Brasília é a sigla para o Setor de Mansões Dom Bosco, localidade onde está a casa de Flávio Bolsonaro. Ou seja, o senador teoricamente tem um home office.

    A existência do tal escritório veio a público quando o próprio político disse que essa era uma das suas fontes de renda. Fazia parte da explicação da origem de recursos para quitar a mansão comprada com financiamento do Banco Regional de Brasília.

    Agora, sabe-se que a Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia emitiu, entre 2021 e 2025 pelo menos 41 notas fiscais. Três delas vieram a público. Uma, no valor de R$ 500 mil, seria fruto de uma consultoria jurídica. Outras duas, de mesmo valor, foram emitidas, mas canceladas na sequência.

    O que tem de relevante nisso? As notas foram emitidas para empresas que estão vinculadas ao caso Master.

    Uma nota oficial, um vídeo e uma live em rede social. Neles pragueja contra quem quer criminalizar sua atividade como advogado, fala em perseguição para afastar a família Bolsonaro da presidência. Mas o que realmente interessa Flávio não conta.

    O senador prestou consultoria a empresas e recebeu por isso durante o governo de Jair Bolsonaro?

    Os serviços tinham relação com a gestão do pai?

    Quem são os clientes para quem o senador emitiu notas fiscais?

    Que tipo de serviço prestou?

    Deu consultoria de verdade ou apenas aconselhamentos de boca por R$ 500 mil?

    Onde estão as provas de que o serviço existiu e foi prestado?

    Até agora só se conhecem três notas fiscais. E as outras 38? Há novas notas neste ano de campanha eleitoral?

    A lista de perguntas é longa. As respostas ainda não apareceram.

    Se voltasse no tempo, nos idos de 2011, Flávio Bolsonaro iria se deparar com um político que se comportou como ele faz agora. Naquele ano, o então ministro da Casa Civil do governo Dilma, Antonio Palocci, tinha uma empresa, a Projeto.

    E quando seu negócio veio a público alegou sigilos e confidencialidades para não dar detalhes das consultorias que fez. Palocci virou ex-ministro e mais tarde caiu na Lava Jato.

    Flávio Bolsonaro também se esconde na sombra do segredo da atividade de advogado. Mas quem quer ser presidente da República precisa ter tudo aberto e passível de escrutínio do eleitor. Do contrário, a dúvida vira suspeita e o voto pode não vir.

    O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 24/07/2026 | 09h30 Por Francisco Leali

    https://www.estadao.com.br/politica/francisco-leali/flavio-bolsonaro-emitiu-41-notas-fiscais-e-quer-ser-candidato-sem-dizer-quanto-recebeu-e-quem-pagou/

  5. Quanto Flávio vai pagar pelos novos 37,5% de Trump? E que candidato vai lucrar?

    Somadas, as duas novas taxas vêm no pior momento de Flávio, alvo dos erros dele próprio, dos irmãos e de aliados e sem respostas convincentes

    Duas perguntas rondam a política e as eleições de outubro no Brasil. Quanto as novas tarifas de 37,5%, aplicadas por Trump a produtos brasileiros, vão custar a Flávio Bolsonaro? E quem pode se beneficiar com a fragilidade crescente de Flávio, só Lula?

    O novo ataque de Trump é um desastre histórico, empurra o Brasil mais e mais para a China e novos mercados e não pode, nem vai passar em branco nas eleições, como o próprio Flávio percebeu e tentou reverter, sem sucesso.

    Escaldado pelo efeito do tarifaço de 50% na sua candidatura, Flávio intercedeu junto ao governo Trump para adiar os novos ataques ao Brasil para depois das eleições. Não deu certo e ele acionou o Plano B, de jogar a culpa no governo e em Lula. Também não está funcionando.

    Assim, a soma dos 25%, sob alegação de “competição ilegal”, com mais 12,5%, sob o pretexto de “trabalhos forçados”, tende a cair no colo e nos índices de Flávio — como os 50% de 2025.

    Ou os empresários e empregados afetados desconhecem os responsáveis e a gênese dos três tarifaços?

    E mais: a taxação de 12,5% desabou no Brasil e na eleição justamente no dia em que o ministro André Mendonça, relator do escândalo Master, autorizou o STF a investigar a origem e o destino dos milhões de reais de Daniel Vorcaro para Flávio. Segundo ele, foram para o filme Dark Horse. Será?

    As novas taxas vêm no pior momento de Flávio, alvo dos erros dele próprio e dos irmãos, todos sem respostas convincentes. Tanto que ele, sempre na defensiva, já desistiu de tentar explicar o inexplicável e de convencer alguém. Vai convencer a PF, a PGR e o STF?

    Toda vez que Flávio abriu a boca não esclareceu nada e não apresentou dados e provas sobre rachadinhas, milícias, loja de chocolate, múltiplos imóveis, mansão e, agora, Vorcaro, Dark Horse, “pagamentos advocatícios”…. Como as relações da família com Trump e as consequências para o Brasil.

    O “pedido de desculpas” para Michele só veio um mês depois do vídeo em que foi acusado por ela de “humilhá-la” e tratá-la como “idiota”. Demorou, não explicou e confirmou o que a sociedade já sabia, ou intuía: quem falou a verdade e quem mentiu.

    Eis a síntese: Flávio faz, leva um susto quando estoura, reage negando e não consegue consertar.

    Sua candidatura parece fazer água por todo lado e, se Lula tem sido o beneficiário mais óbvio, há alguém disputado a colheita: Ronaldo Caiado, do PSD.

    O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 23/07/2026 | 21h26 Por Eliane Cantanhêde

  6. Eliane Cantanhede é uma jornalista macumbeira, só vive cantando ponto de macumba pra fazer o bolsonarismo subir.
    Dona Eliane, a senhora está botando litro de cachaça no despacho pra pessoa e na encruzilhada errada.

  7. Será que esse Pedro Couto também mama nas tetas da Lei Rounet? Se manca, não existe espaço no Brasil para a turma do muro e larápios. A solução é votar na direita ou deixar esse filho de uma figa, larápio nove dedos continuar roubando o dinheiro desse suado povo brasileiro. Não há outra saída. Tenho dito.

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