Procuradoria diz que Salles omitiu informações de processos
Fábio Zanini
Folha
O Ministério Público Eleitoral pediu que o TRE-SP (Tribunal Eleitoral de São Paulo) indefira o registro de candidatura de Ricardo Salles (Novo) ao Senado.
Na impugnação protocolada junto à Justiça Eleitoral nesta segunda-feira (3), o MPE diz que o candidato não apresentou certidão dos processos judiciais em andamento.
IRREGULARIDADES – O caso a que o MPE se refere é a ação pública aberta por irregularidades sanitárias durante uma motociata promovida em 2021 que contou com a participação do então presidente da República, Jair Bolsonaro.
O ex-ministro diz, no entanto, que não há o que protocolar no processo porque ainda não houve decisão da Justiça na ação. “Tudo já foi resolvido, portanto, nada que impeça o registro de candidatura”, disse ao Painel.
Segundo o órgão, faltam certidões completas de processos judiciais citados na documentação do candidato e isso impede verificar o teor das decisões e a capacidade eleitoral. A Procuradoria pede que Salles seja notificado para se defender, mas já pediu ao TRE que aceite a impugnação do órgão e negue o registro da candidatura.
Mais um que pode se ferrar na vida por seguir ao ex-mito.
Pesquisem onde foi “criado” o bolsonarete ricardo salles.
Engana alguns, “menas eu”….
Senhor Panorama , lembra-se de quando esse ” marginal , meliante e mal elemento ” Ricardo Salles (Novo) , era ministro do meio ambiente e seu comparsa criminoso senador Telmário Mota , foi afrontar e desrespeitar um delegado Alexandre Saraiva da polícia federal – PF na floresta Amazônica na exercício de suas atribuições legais e constitucionais em 2021 na Operação Handroanthus , visando impedi-lo de apreender as madeiras e prender vários madeireiros criminosos florestais que cortavam arvores sem autorização e ilegalmente .
Alexandre Saraiva, então superintendente da Polícia Federal no Amazonas, enviou ao STF uma notícia-crime contra Telmário Mota e o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
A acusação apontava que o parlamentar e o ministro teriam atuado para embaraçar investigações e dificultar a fiscalização da Operação Handroanthus, que realizou uma apreensão recorde de madeira ilegal na região amazônica.
Os crimes apontados: Dificultar a fiscalização ambiental, advocacia administrativa e embaraço a investigações de organização criminosa.
Abs. Senhor José Carlos.
Salafrário pró-devastação da floresta amazônica.