Firmeza de Mendonça consegue levar a crise do Supremo para dentro do governo Lula

9 thoughts on “Firmeza de Mendonça consegue levar a crise do Supremo para dentro do governo Lula”

    • Como se sabe, a escolha do presidente do STF não se baseia em critérios de produtividade, quantidade de votos ou “mérito” técnico individual.

      Em vez disso, adota-se um sistema de rodízio baseado na antiguidade.

  1. QUE SOBRANIA É ESSA ONDE UM PODER CONFESSA COM ATOS INCONSTITUCIONAIS SER UMA CASA TERRORISTA , TOCANDO TERROR NAS RUAS DO BRASIL COM ATOS DE INSEGURANÇA JURÍDICA E JUDICIAL CONTRA UM POVO, UMA NAÇÃO, E UMA PÁTRIA ? A SOBERANIA DO BRASIL ESTÁ SOFRENDO ATAQUES DO JUDICIÁRIO, QUEM VAI CESSAR ESSES CRIMES CONTRA O UNICO SOBERANO CONSTITUCIONAL DO BRASIL QUE É O POVO? ONDE ESTÃO OS PRESIDENTES DO LEGISLATIVO E AS INSTITUIÇÕES JURÍDICAS E JUDICIAIS DE ESTADO, OMISSOS, PREVARICADORES E SE CONFESSANDO, TAMBÉM, FORA DAS LEIS, AO NÃO RESPEITAREM, TAMBÉM, A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ??? NOSSA CONSTITUIÇÃO TÁ VALENDO OU UM CLEPTOPSICOPATA PODE A RASGAR JUNTO COM O ORDENAMENTO JURÍDICO PARA IMPLANTAR O CAOS E UMA DITADURA NO BRASIL ATRAVÉS DE DECISÕES DE UM CONSELHO DE MEMBROS DA REPÚBLICA QUE O POVO NÃO CONFIA , NÃO RESPEITA E NEM ACREDITA ??????

  2. Deu a louca no Supremo! Na crise em que todos se acusam, nenhuma peça para em pé

    O STF vive um efeito dominó que interferiu no rumo das eleições e exige providências agora e as devidas punições

    A crise na mais alta corte de Justiça no Brasil se agrava a cada dia, com uma certeza que se espalha pelo País: é o típico caso em que todos se acusam e todos têm razão e ninguém tem razão. Uma guerra de perde-perde.

    O estrago é imenso, fere gravemente o Supremo, as instituições e a própria democracia, às vésperas da eleição presidencial.

    O erro começa lá atrás, quando o Supremo articulou um acordão para jogar debaixo do tapete as revelações contra o ministro Dias Toffoli, que já vinha tropeçando nas próprias pernas com decisões favoráveis à J&F e desabou com a sociedade em um resort de alto luxo que cruza sua história com a de Daniel Vorcaro.

    Depois veio o tombo estrondoso de Alexandre de Moraes, flagrado como cúmplice pago a peso de ouro por Vorcaro e, a partir daí, o Supremo vive um efeito dominó em que nenhuma peça para de pé, a partir do titubeante Edson Fachin.

    O presidente do STF parece aturdido, pequeno para o tamanho da crise, incapaz de assumir o controle. O decano Gilmar Mendes lidera o grupo de Moraes e é um dos fatores da crise.

    O relator dos casos Master e INSS, André Mendonça, deixou seus quinze minutos de glória subir à cabeça e acha que pode tudo.

    Após a divulgação de parte do material de Vorcaro para Moraes pelo Estadão, Mendonça determinou a quebra de sigilo, deixou o País estarrecido com a intimidade do banqueiro com o ministro e interferiu no rumo das eleições.

    Aliás, sem que a sociedade seja informada sobre o tamanho e os reais efeitos da “amizade” entre Flávio e Vorcaro.

    Sem ter o que dizer, e afundando no descrédito, Moraes usou um documento da inteligência da PF, sem timbre, assinatura e valor, não para se defender, mas para atacar o relator Mendonça.

    Só piorou sua própria situação: afundou mais ainda e fez emergir uma onda popular de apoios a Mendonça – e, de quebra, à candidatura de Flávio.

    O Estado de S. Paulo, Opinião, 09/09/2026 | 14h45 Por Eliane Cantanhêde

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