
Na pressa de acusar Mendonça, Gilmar esqueceu o próprio voto
Eduardo Barretto
Estadão
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que vem atacando André Mendonça por sua condução do caso Master, é apanhado caindo em contradição explícita, porque já anulou uma condenação feita com base em dados de inteligência usados em ações criminais sem aval judicial.
Agora, Gilmar ataca Mendonça, que é alvo de relatórios de inteligência da Polícia Federal (PF) sem valor probatório, usados por Alexandre de Moraes para acusá-lo de crime de responsabilidade. Procurado pelo Estadão, Gilmar não respondeu.
O PRECEDENTE – Em 2019, Gilmar analisou uma condenação baseada na apuração de um agente de inteligência da Polícia Militar que preparava um plano de segurança para a Copa do Mundo de 2014. Essas informações foram usadas depois para condenar uma pessoa, que recorreu ao STF.
Gilmar Mendes anulou a sentença e apontou que era “evidente a clandestinidade da prova produzida, porquanto o referido policial, sem autorização judicial, ultrapassou os limites da atribuição que lhe foi dada e agiu como incontestável agente infiltrado”.
Nesta semana, André Mendonça usou esse precedente de Gilmar em sua defesa à Corte sobre o caso Master. E concluiu: “Empregar serviços de inteligência para produzir, por via oblíqua, aquilo que apenas uma investigação delimitada e formalizada poderia produzir não é mera irregularidade formal, mas sim grave desvio de finalidade”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O fato concreto é que a ala da corrupção está no desespero com a criminalização simultânea de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, envolvidos diretamente no caso do Banco Master. O ainda ministro Toffoli está submerso, não dá entrevistas e finge de morto, sonhando em ser esquecido. Moraes, porém, adotou tática diferente e decidiu usou relatórios da PF – apócrifos e sem valor probatório – na tentativa de acusar André Mendonça de abuso de autoridade, crime de responsabilidade e improbidade administrativa, na condução dos casos Master e INSS. Mas é tudo ilusão. Toffoli e Moraes estão com seus dias contados no Supremo, porque já se sabe tudo que eles fizeram no verão passado. A condenação desses ministros é apenas uma questão de tempo. (C.N.)
Moraes, Toffoli e Gilmar, três perdidos numa política suja
Isso sem contar que melaram a lava jato, usando como base mensagens roubadas e nunca periciadas.
É assim que a coisa funciona, na base dos interesses.
Tradução do Brasil atual com as Impressões Digitais de Crimes de Lesa Pátria com Toga, Paletós , Roupas e Perfumes de Grife Francesa e Italiana, Prostitutas da Europa, Charutos Cubanos, Festinhas e Bacanais , tudo mesmo, pago com dinheiro público e de Banqueiros Corruptos e seus Cúmplices dos Poderes Brasileiros, com Mãos Podres e Internéticas dos Três Poderes, que ainda ameaçam Intervir nas Eleições caso seu “Capo Supremo ” não se reeleja como eles querem para a “Perpetuação da Impunidade e do Enriquecimento do Crime Organizado nos Poderes”. O Brasil está sob o Comando do Crime Organizado, e o Governo Americano não quer e nem vai Intervir nas Eleições, os “Capos dos Poderes” estão conspirando caso o “Capo de todos os Capos” perca as Eleições eles decidam por sua anulação e Elejam por Aclamação o maior CleptoCorrupto da História Republicana Brasileira, o grande perigo das próximas Eleições é essa. Quem Criou a Insegurança Jurídica Brasileira desde 2019 de dentro da mais Alta Corte, criou também, a Insegurança Eleitoral, uma faz parte da outra e a “Perpetuação do Crime e o Enriquecimento das Tchurmas é o Plano de Governo para os próximos 100 anos”, caso o Brasil sobreviva e resista a tanto CleptoCorruptos no Comando dos Poderes Brasileiros.
Senhor Carlos Newton , lembre-se que foram exatamente esses ” relatórios da PF – apócrifos e sem valor probatório ” , que o juiz relator André Mendonça usou para acusar os policiais federais de estarem investigando-o , culminando no afastamento dos ditos policiais autores dos tais relatórios ” apócrifos ” , dando munição para o juiz Alexandre de Morais fazer uso desses mesmos ” relatórios da PF – apócrifos e sem valor probatório ” , contra o juiz relator André Mendonça .
Você está absolutamente enganado, José Carlos. O ministro Mendonça se baseou em outros relatórios da Polícia Federal, que tinham autores, assinaturas e provas autênticas.
Abs.
CN