Já passou da hora de mandar embora o enganador Ancelotti

ENTREVISTA COLETIVA COM CARLO ANCELOTTI - 14/11/2025 - YouTube

Ancelotti pintou os cabelos, mas em campo não pinta nada…

Vicente Limongi Netto

A seleção brasileira de futebol não merece mais minha vibração. Não vou atrapalhar meu precioso sono para ter pesadelos vendo o Brasil enfrentar as poderosas Austrália e Índia. Me poupem. O vexame na copa de 2026 segue afastando e espantando torcedores.

A Confederação Brasileira de Futebol errou contratando Carlos Ancelotti. E prossegue errando feio, mantendo o italiano no cargo. É a primeira vez que Ancelotti, campeão em clubes, assume o comando de uma seleção. E foi assumir logo a brasileira, penta campeã do mundo. Cobaia nas mãos de um técnico estrangeiro que mal fala o português e agora está amarelando os cabelos, enquanto o time amarela em campo.  Francamente.

SAFRA MEDIOCRE – O nível dos jogadores continua medíocre. Agora convocaram alguns novatos que fazem sucesso em clubes, mas jogar na seleção brasileira é outro papo.

A defesa convocada pelo gênio Ancelotti é fraca. O meio de campo, ainda pior. O excelente volante Casemiro dos bons tempos não tem substituto à altura, salvo Martinelli, que foi convocado às pressas e nem entrou em campo.

O ataque é atraente, conta com bons jogadores.  Mas sem meio de campo para alimentar Vini Junior, Endrick, Rafinha e Estevão, fica complicado. Não enxergo o hexa nem usando o telescópio da Nasa.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
– Limongi tem razão. Não assisti ao jogo, vi apenas os melhores momentos de uma seleção que só tem ataque, jogando contra um time ridículo, perdendo um gol atrás do outro, com nosso goleiro mal colocado na falta e se salvando da derrota por um milagre na undécima hora. Pelo amor de Deus, o que está faltando para mandar o Ancelotti embora? (C.N.)

3 thoughts on “Já passou da hora de mandar embora o enganador Ancelotti”

  1. A mediocridade do (des)comando do futebol brasileiro

    A CBF transcendeu o limite do amadorismo e converteu a gestão do futebol nacional em uma impecável comédia pastelão.

    Não bastasse a exótica proeza de inaugurar um novo ciclo com Carlo Ancelotti cruzando o planeta, a entidade resolveu desafiar as leis da física e da lógica esportiva.

    Para o absoluto delírio dos torcedores — que mal aguentam de saudades de um futebol burocrático às sete da manhã —, a Seleção Brasileira fará uma “turnê de gala” intercontinental: enfrentará a Austrália duas vezes seguidas em solo australiano (nos dias 25 e 29 de setembro) e, para coroar esse monumento ao planejamento de alto nível, fará um amistoso contra a Índia, em Calcutá, no dia 3 de outubro.

    Resta saber se o objetivo é preparar o elenco para o tão sonhado hexa ou testar cientificamente o limite do jet lag dos atletas e o estoque de paciência do torcedor brasileiro.

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    Toda essa odisseia do futebol brasileiro gerou consequências drásticas no calendário nacional para dar espaço à chamada Super Data FIFA.

    Campeonato Brasileiro Série A: Diferente de anos caóticos anteriores, a CBF finalmente decidiu paralisar totalmente a principal competição do país durante o período de jogos da seleção.

    A “pausa”: O campeonato para por cerca de 9 a 10 dias. Nenhuma partida da Série A acontece enquanto os comandados de Ancelotti tentam descobrir em qual fuso horário estão.

    Outros afetados: A paralisação se estende de forma direta para a Série B do Brasileirão (que também sofre congelamento em suas rodadas para não desfalcar equipes com atletas convocados) e as fases decisivas das competições femininas nacionais, que precisam limpar a agenda para as convocações internacionais.

    Tudo isso para que o torcedor brasileiro possa ver o futebol nacional congelado em prol de um teste de resistência contra a Índia do outro lado do globo.

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