Haddad critica Flávio por falta de explicações sobre dinheiro para filme de Bolsonaro

11 thoughts on “Haddad critica Flávio por falta de explicações sobre dinheiro para filme de Bolsonaro”

  1. O Datafolha publicará na quinta-feira, dia 1º de outubro, as intenções de voto para os governos e para a corrida ao Senado em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e Distrito Federal.

    Publicará também na própria quinta-feira (1º/10) as intenções de voto na eleição à Presidência da República.

    26/09/2026, Lauro Jardim

  2. O Haddad já explicou como se sustenta o filho fujão do Lula que mora em Madri, em um condomínio de luxo, sem trabalhar e sem renda? Aliás, o Poste do Lula vai levar uma lavada de morrer de vergonha.

    • Aqui mesmo tem uns dois ou três jumentos adestrados que defendem o Narcola mesmo sabendo que é um criminosa vulgar irrecuperável., fora, analfabeto de pai e mãe e vizinhança, como disse nosso Editor-Chefe.

      Essa doença do narcolismo não tem cura…

      A comunidade científica do Páis tentou vários medicamentos contra a doença, mas, largou de mão depois de perder a esperança de cura…

      eh!eh!eh

      aquele abraço

      • Palocci dormia com Lula, tomava café da manhã com Lula, almoçava com Lula, jantava com Lula e delatou Lula como chefe da quadrilha. Vc que nem sabe em qual mão Lula tem um dedo a menos, vem me dizer que ele é inocente.

        HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA

        Me tragam um copo d”água….

  3. Haddad disse que em todo escândalo Flávio tem amigo

    A Ratazana precisa explicar também os escândalos da Famíglia do Chefão da sua Narco-Facção…

    Por que o filho ladrão do Narcola fugiu para Madri, pagando um aluguel numa BigMansão ?

    Por que o Irmão Ladrão do Narcola está escondido numa mesa das Redações da Ultra-Extrema-Midia-Porca Imunda..?

    Para não perder o frete, o rato poderia explicar o motivo de não gostar de trabalhar…?

    https://www.youtube.com/watch?v=dDSpuMWXIyk&t=71s

  4. Uma eleição do ‘menos pior’, mas disputada pau a pau

    Vença Lula ou Flávio, não há clima para festa nem grandes expectativas para o novo governo

    A eleição presidencial de 2026 vai chegando ao fim sem festa, alegria, esperança e bandeiras e cartazes em casas e carros, num clima de espanto e indignação em que o grande dilema, individual e nacional, não é quem é o melhor, mas quem é “o menos pior”.

    Está pau a pau, numa disputa ponto a ponto.

    Se vencer Flávio Bolsonaro, a expectativa é de fronteiras abertas para todas as loucuras de Donald Trump e volta imediata de Jair Bolsonaro, generais, almirante e os criminosos de 8 de Janeiro, com sangue nos olhos e planos de confiança na cabeça. Além de recuos graves em avanços de costumes.

    Se der Lula, a esperança de 2022 cedeu lugar a dúvidas e temores. Se o terceiro mandato já não foi lá essas coisas, como será um quarto, com Lula mais velho, sem viço, ideias, horizonte político, maioria no Congresso, equipes inovadoras e um partido forte? E sem contar com o suporte do Supremo.

    Em qualquer hipótese, a crise institucional está contratada. Executivo fraco, Supremo em frangalhos, bancada bolsonarista forte no Senado, Câmara Maria-vai-com-as-outras e processos de impeachment contra ministros do STF, que continuará no foco das investigações e na mira da sociedade.

    Também vão continuar pairando no ar, e no debate público, os vínculos de Flávio com a milícia do Rio de Janeiro, com Daniel Vorcaro e com diferentes frentes do escândalo do INSS, alternando mentiras do senador e confirmações da PF e órgãos de investigação.

    Lulinha, seus três processos, a lobista Roberta Luchsinger e a infiltração do esquema no governo do pai também vão continuar assombrando Lula, embalados por Marcola, o “quase filho” que era seu chefe de gabinete, e Jaques Wagner, ex-líder no governo no Senado.

    Apesar dessas nuvens sombrias, o Brasil é e continuará sendo uma das dez maiores economias, com a segunda maior extensão de terras raras, novas fontes de petróleo, campeão em energia renovável e água doce e um clima invejável.

    O desequilíbrio fiscal, acentuado pelo governo e a campanha de Lula no ano eleitoral, e o endividamento de empresas e famílias, que ameaça a reeleição, continuarão sendo enormes desafios, mas o setor produtivo é forte e competitivo e o agronegócio, com todos os solavancos dos últimos tempos, é referência mundial e base firme para a estabilidade econômica.

    Na área externa? Com Trump, Putin, Netanyahu, Kim Jong-un, nunca se sabe, mas o pragmático e estratégico Xi Jinping está sabendo tirar proveito do desastre americano. Com Lula ou Flávio, esse xadrez geopolítico estará na mesa, já tão complexa e incerta no plano interno.

    O Estado de S. Paulo, Política, Opinião, 26/09/2026 | 20h17 Por Eliane Cantanhêde

    “Um clima invejável”? Talvez para quem disponha de bons aparelhos de ar condicionado – em casa, no carro e no trabalho.

  5. Se Flávio Bolsonaro for eleito, Brasil vai virar Venezuela

    Acordo de Trump com Maduro sobre petróleo segue a mesma lógica do que ele propõe a Flávio para o Brasil

    Por uma dessas ironias latino-americanas, o Brasil vai virar a Venezuela se Flávio Rachadinha for eleito presidente. Com Lula presidente, nunca virou.

    Desde a invasão americana, o regime venezuelano pode ser caracterizado como um madurismo entreguista.

    Ora, “madurismo entreguista” e “bolsonarismo” são sinônimos perfeitos.

    Se você tirar de Maduro seu anti-imperialismo e seu bigode, ele estará a uma peruca do Jim Caviezel de distância de virar o ex-mito. Já poderá, inclusive, pedir dinheiro ao Vorcaro.

    Ao contrário do que esperava a direita venezuelana, Trump deixou a ditadura madurista em paz, em troca de um acordo que permite aos americanos roubar o petróleo venezuelano (“ao vencedor, os espólios”, disse Trump na ONU).

    Nenhum governo venezuelano que dependesse de voto popular poderia oferecer a Trump um acordo tão lesivo à Venezuela.

    Quando o acordo foi divulgado no dia 28 de agosto, Ricardo Hausmann, professor de economia em Harvard e membro da oposição venezuelana, postou no falecido Twitter:

    – “Secretário Marco Rubio: você acaba de perder qualquer confiança que os venezuelanos tinham em você, e isso ainda voltará para lhe assombrar. Você optou por usar o poder dos Estados Unidos, não para libertar a Venezuela, mas para ir para a cama com nossos opressores”.

    Por outra dessas ironias latino-americanas, os dois grupos políticos sul-americanos com mais raiva de Marco Rubio neste exato momento devem ser o PT e a direita venezuelana.

    Nos últimos meses, antigos assessores de Paulo Guedes andaram pela Faria Lima prometendo cortes de gastos gigantescos se Flávio for eleito.

    Ignore, por um momento, o quão pereba o sujeito precisa ser para ser reserva no time em que o Guedes é titular. Deixe de lado, também, o fato de que a essa altura, em 2018, o plano econômico do Guedes era zerar a dívida pública em um ano vendendo os imóveis da União.

    O verdadeiro programa econômico de Flávio foi escrito em Washington.

    Em resumo, a proposta de Trump é que o Brasil compre tudo dos Estados Unidos mesmo que os chineses cobrem mais barato; e vendam tudo para os Estados Unidos mesmo que os chineses aceitem pagar mais caro.

    Teremos que pedir permissão para vender nossos minérios, desistiremos do Pix e compraremos aviões americanos piores que os feitos pela Embraer.

    Em outros termos, todos os setores internacionalmente competitivos da economia brasileira terão que começar a trabalhar para enriquecer os americanos.

    O próprio Marco Rubio já nos contou que Rachadinha concordou em estabelecer um comitê de transição, após as eleições, para implementar o plano.

    Em entrevista recente ao ICL, o cientista político Steve Levitsky, autor, com Daniel Ziblatt, do já clássico “Como as Democracias Morrem”, afirmou que há um risco real de Trump não reconhecer uma vitória eleitoral de Lula.

    Isso daria margem a novas ofensivas da extrema direita global contra a democracia brasileira.

    Afinal, Trump vê o autoritarismo da família Bolsonaro como uma vantagem, pelos mesmos motivos que o fazem gostar do autoritarismo madurista.

    Nenhum governo brasileiro que dependa de voto popular poderá oferecer a Trump um acordo tão lesivo ao Brasil quanto o que Flávio já prometeu aceitar.

    Fonte: Folha de S. Paulo, Opinião, 26.set.2026 às 15h00 Por Celso Rocha de Barros, cientista político.

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