Mulheres no Parlamento: Mais da metade dos eleitores, menos de um quinto do poder

4 thoughts on “Mulheres no Parlamento: Mais da metade dos eleitores, menos de um quinto do poder”

  1. Mentira deslavada.

    O feminismo, que não passa de um machismo com sinal trocado, tomou conta do Brasil.

    Vemos a todo momento a validação de estereótipos, de preconceitos, de ataques aos direitos humanos.

    Já não bastam os superpoderes para inventar qualquer mentira contra qualquer desconhecido apenas para extorquir abusando da Lei Maria da Penha?

    Agora os juízes são obrigados a conceder medidas protetivas contra qualquer inocente e desconhecido, sem nenhuma prova, sem nenhum indício e contra todas as provas dos autos.

    Isso sem falar nos vagões femininos, de trens, de bondes, nos quais os casais que ingressam desavisados e s perceber são hostilizados, violentados e expulsos de forma agressiva apenas por terem entrado e estarem se retirando do vagão errado.

    Tratam todos os homens de bem, chefes de família, pais, irmãos, responsáveis e pessoas idôneas como se fossem vagabundos, estupradores e tudo de ruim em potencial.

    Todo o ordenamento jurídico está sendo moldado para oprimir e extorquir os homens.

    Algo precisa ser feito contra os excessos desse movimento pendular.

    Precisamos retornar ao equilíbrio.

    Que está no meio do caminho.

  2. Zema é a piada pronta destas eleições

    Romeu Zema Neto entrou na cabina de votação com o celular.

    O caso será apurado pelo TRE de Minas Gerais após Ministério Público Federal ajuizar uma ação sobre o fato.

    A legislação proíbe portar celular na cabine. O aparelho deve ser desligado e deixado no local indicado pelos mesários.

    Já o artigo 312 do Código Eleitoral prevê detenção de até dois anos para quem violar ou tentar violar o sigilo do voto.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 04/10/2026 | 16h37 Por Redação

    Adentrou a cabina de votação empunhando o próprio celular — talvez movido pelo zelo patriótico de registrar a cédula e provar ao “Rachadinha” que seu voto era dele, e não de si próprio.

    Tudo, claro, em nome do nobre esforço de cavar uma modesta boquinha no futuro governo do herdeiro do ex-mito.

    • Gilmar também fez isso.

      E o presidente Mula Mala Malandra fez pior: pediu expressamente para votarem no 13.

      Dizendo que é o número da sorte.

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