Há poucos dias da votação presidencial, nada está garantido
Pedro do Coutto
A primeira pesquisa Datafolha para o segundo turno de 2026 colocou Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula da Silva, com 52% contra 48% dos votos válidos. O resultado representa um sinal de alerta para o presidente, mas não autoriza concluir que a disputa esteja decidida. Com margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos permanecem tecnicamente empatados.
A vantagem de Flávio reflete não apenas o impulso obtido no primeiro turno, mas também a capacidade de atrair apoios partidários e lideranças que disputaram a eleição. As adesões fortalecem sua posição política, embora não garantam a transferência automática dos votos dessas forças.
MOBILIZAÇÃO – O desafio de Lula é recuperar a iniciativa, reconquistar eleitores que se afastaram do governo e mobilizar aqueles que ainda não decidiram como votar. Não basta apostar nas contradições do adversário: o presidente precisa demonstrar por que a continuidade de sua administração responde melhor às preocupações da população.
Nesse contexto, a proposta de acabar com a escala de trabalho 6×1 pode representar uma oportunidade para o governo. A pauta dialoga diretamente com as condições de vida dos trabalhadores e permite discutir renda, descanso e qualidade de vida. Entretanto, sua eficácia eleitoral dependerá da capacidade do Planalto de avançar na articulação parlamentar e apresentar resultados concretos. Uma proposta popular não se transforma automaticamente em votos, sobretudo quando sua tramitação enfrenta resistência no Congresso.
Flávio, por sua vez, tenta apresentar-se como representante de uma nova geração política, associando sua candidatura à mudança de ciclo. A estratégia, porém, esbarra numa contradição: embora procure projetar renovação, sua trajetória está diretamente ligada ao legado de Jair Bolsonaro. A questão será convencer o eleitor de que sua candidatura representa mais do que a continuidade de um projeto familiar, sem perder a identidade política que sustenta sua base.
ATAQUES DO 8 DE JANEIRO – Lula também deverá explorar os ataques de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. O episódio oferece ao presidente argumentos para questionar o compromisso do bolsonarismo com a democracia. O risco está em acreditar que a lembrança dos ataques, isoladamente, será suficiente para alterar as intenções de voto. Para conquistar eleitores preocupados sobretudo com economia, segurança e custo de vida, a defesa das instituições precisará estar acompanhada de respostas concretas aos problemas quotidianos.
ELEIÇÃO NO RIO – No Rio de Janeiro, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de anular os votos de Anthony Garotinho alterou o resultado da eleição estadual e abriu caminho para a declaração de Douglas Ruas, do PL, como vencedor no primeiro turno. O desfecho contrariou as expectativas de pesquisas que apontavam Eduardo Paes na liderança. A vitória fortalece o partido de Flávio, mas seria precipitado interpretá-la como demonstração direta de apoio ao candidato presidencial. A dinâmica estadual tem particularidades próprias, e a mudança na totalização dos votos foi decisiva para o resultado.
Outro fator de repercussão é a ordem judicial relacionada a Eduardo Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por coação no curso do processo. Como está nos Estados Unidos, o cumprimento efetivo da pena depende das circunstâncias jurídicas e práticas para a execução da decisão. Politicamente, o episódio poderá alimentar interpretações opostas: enquanto adversários do bolsonarismo o apresentarão como consequência de uma responsabilização judicial, apoiantes da família poderão explorá-lo como argumento de perseguição política. Não é possível antecipar qual será o efeito líquido sobre os votos.
BASE ELEITORAL – Flávio chega, portanto, ao segundo turno com vantagem numérica na pesquisa, apoios relevantes e uma estrutura partidária fortalecida. Lula, entretanto, mantém uma base eleitoral expressiva e ainda dispõe de espaço para reorganizar a campanha. Seu principal desafio é evitar que a estratégia se limite à mobilização dos eleitores já convencidos, ampliando o diálogo com quem se afastou do governo ou permanece indeciso.
Para Flávio, a dificuldade será transformar o impulso inicial em maioria efetiva, sem deixar que as contradições de suas propostas afastem eleitores menos identificados com o bolsonarismo. Para Lula, será necessário demonstrar que a experiência de governo constitui uma vantagem concreta, e não apenas um argumento de continuidade.
A eleição permanece aberta. A dianteira de Flávio merece atenção, mas não representa uma margem suficiente para antecipar o desfecho. Até 25 de outubro, a disputa dependerá da capacidade de cada candidato de mobilizar suas bases, conquistar novos apoios e responder às preocupações de um eleitorado dividido. Mais do que os apoios anunciados ou a intensidade da polarização, será a conversão dessas forças em votos que determinará o resultado.
Como eu tenho dito, pra que a juventude idolatre um jacu de gaiola neandertal, inútil, incompetente e em irreversível processo de decadência moral, temporal e civilizacional, Lula, só mesmo com muita dominação ideológica e lavagem cerebral e boas doses de metafísica idealista, que fazem com que desreconheçam a realidade e sejam imprestáveis pra Realpolitik.
No geral quem o idolatra ou é canalha ou otário.
Entretanto temos o caso da jovem petista Ana Elisa com mais de 500.000 votos e MG.
Mas bastou ir pra campanha do Lula, para tentar convencer um senil analógico, – que acha que a Inteligência Artificial é coisa do demônio e sempre quis controlar as redes e as big techs e garantir que permaneçamos com nossos 50 anos de atraso – pra que mostrasse sua inapetência para lidar com a realidade, vive no seu mundinho léxico, em que vai resolver o problema do racismo com xingamentos chulos e elevada carga de preconceito e supremacia idealista racial e religiosa.
Não durou 24 horas na equipe do picareta.
https://www.youtube.com/watch?v=77ePXV4efeY
Trata-se de uma vitimista estúpida e que pode mesmo ter praticada crimes.
Embora pra vagabundagem petista não há leis e Constituição.
Tendo dominado a Justiça, podem deliquirem e praticarem delitos sem serem julgado e condenados em quando o são, são descondenados.
É mais uma vítima da linha de montagem de analfabetos funcionais, idiotas diplomadas e gênios imbecilizados, que abandonam a Ciência pra adotarem a religião de adoração do jacu de gaiola inútil e decadente.
… Mas bastou ir pra campanha do Lula, para tentar o convencer a usar as redes sociais – um senil analógico, que acha que a Inteligência Artificial é coisa do demônio e sempre quis controlar as redes e as big techs e garantir que permaneçamos com nossos 50 anos de atraso – ….
Com relação à escala 6x1m acredito que a oposição votará favoravelmente pra não cair na arapuca do verme Lula negacionista, que na sua total mediocridade cognitiva fala que os manuais de economia estão defasados.
Num país atrasado tecnologicamente, com baixíssimos níveis de produtividade, desgovernado por um jacu de gaiola, que se opõe ao avanço das forças produtivas reacionário e atrasado, que acha que riqueza cai do céu, o que teremos é mais trabalho informal, inflação, jeitinhos pra driblar o impacto na folha de pagamento, inflação , desemprego e fechamento de empresas.
Não se muda os fundamentos da base de ferro fundido da Economia com leis escabrosas, vindas de irresponsáveis, crápulas e negacionistas para serem reeleitos que acham que riqueza caem do céu em tão ignorantes, que acham que o que faz a Economia é o consumo.
Sua burrice negacionista – ou canalhice mesmo – crê que o ovo vem antes da galinha.
Temos que ficar livre deste estorvo e sua cota de inúteis.
Mais uma benesse, como IR, Bets, bolsa família que não tirarão o inútil do limbo eleitoral.
“Uma proposta popular não se transforma automaticamente em votos, sobretudo quando sua tramitação enfrenta resistência no Congresso.”
Não é proposta popular é populista e que vai é piorar a vida do povo no médio prazo.
O que possibilitará a redução da jornada é a Inteligência artificial e a robotização, que podemos esquecer num país desgovernado por um jacu da gaiola reacionário da Era da Máquina de Escrever.
Quem vota num estorvo destes, quer que saiamos de 50 para 100 anos de solidão tecnológica?
https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE
Só de ouvir a voz deste trem, que vomito.
“Flávio Bolsonaro ganha terreno, mas a eleição continua em aberto”
Parece mais que o que continua em aberto é o buraco sem saída em que o Barba se meteu com sua extemporânea candidatura.
Já tendo operado a Realpolitik, este pedido de mobilização, na situação trágica do Lula, é, na realidade um apelo ao baixo clero para tentar um abraço dos afogados face à incompetência da velhacaria senil milionária e reacionária.
Baixo clero absolutamente inapetentes pra Realpolitik, alienados fundamentalistas, gente que vive no seu mundinho cor-de-rossa de vítimas da dominação ideológica ou da lavagem cerebral, que com suas duas armas, as palavras que tem seu léxico, golpistas e fascistas.
Esta turbe de zumbis ideológicos, seita de culto da personalidade do jacu de gaiola, só pioram.
vivendo no seu mundo idealista-metafísico, autointitulando-se o repositório do “Bem” e da “Verdade” acham que podem impor suas ideias estapafúrdias, com, inclusive agressão a quem se opõem às sua práticas e ideais inúteis, extemporâneas e incapazes de se transformarem em ação.
O caso da Ana Elisa é este, pois, embora tenha tido 500.000 votos, o fora só pelas redes e não por práticas propositivas e transformadoras. É uma revolucionária do mundo metafísico. Que entrou de sola na campanha do Lula, pra afastar o eleitor que ele quer atingir: sulistas e evangélicos.
Estudantes, artistas e outros setores do baixo clero, absolutamente inaptos pra encarar a parede de aço fundido da realidade e imprestáveis pra Realpolitik tendem a afastar ainda mais o eleitorado reticentes, que nó mínimo será agredido por palavras.
O Lula analógico tenta buscar as táticas mega ultrapassados de meados dos ano 80.
O problema não é marketing ou mobilização, é o produto ruim, putrefato e com prazo de validade vencido, que, embora possibilidade remota, venha a ganhar, será certamente impichado.
A lavagem cerebral da militância foi tão profunda, que criaram zumbis ideológicos, que vivem em Marte.