
Planalto discute formato, mas fará consultas ao Supremo
Tainá Falcão
CNN
O presidente Lula autorizou o início das discussões sobre uma reforma do Judiciário, propostas durante o período de campanha. A apresentação de uma proposta ao Congresso ficaria para 2027.
A intenção é formar uma comissão ou grupo de trabalho com juristas e representantes da sociedade civil, ainda neste ano, para construir um texto que altere principalmente as regras de funcionamento do STF (Supremo Tribunal Federal).
MANDATOS – Entre as mudanças em análise estão a criação de mandatos para ministros do Supremo, o aumento da idade mínima para ocupar uma cadeira na Corte e a revisão das regras de indicação.
Atualmente, os ministros são escolhidos pelo presidente da República, precisam ter entre 35 e 65 anos no momento da nomeação e podem permanecer no cargo até a aposentadoria compulsória, aos 75 anos.
O governo também avalia limitar decisões individuais dos magistrados e estabelecer regras mais rígidas para evitar conflitos de interesses, incluindo restrições a negócios de familiares de juízes com partes envolvidas em processos.
TRANSFERÊNCIA – Outra possibilidade em discussão é transferir para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) parte da competência criminal hoje atribuída ao STF. Ainda em campanha, Lula defendeu uma reforma para recuperar a credibilidade do Judiciário, abalada pela crise entre ministros do Supremo.
A viabilidade da reforma, no entanto, dependerá de uma negociação com o Congresso e com o próprio Supremo. Já existem propostas apresentadas por parlamentares com mudanças nas regras do STF, mas não há consenso sobre a duração dos mandatos, nem sobre modelo de indicação ou limites à atuação dos ministros.
Presidente do Paraguai sofre impeachment após votação no Senado e é preso por caso Ueno Bank
Processo foi motivado pela crise no banco digital, que levou ao bloqueio de contas de cerca de 40% da população
Vice de Santiago Peña, Pedro Alliana, é empossado presidente do Paraguai.
Pedro Alliana, também do Partido Colorado, é próximo de Horacio Cartes, ex-aliado de Peña e líder da sigla.
(O Globo)
Impressiona a rapidez do empichamento. Se a moda pega, Barba que se cuide.
Impeachment “fast-track”
O processo que tirou Santiago Peña da presidência do Paraguai foi um “fast-track” (votação a jato); uma especialidade interna do Partido Colorado paraguaio.
Adendos, em:
https://www.facebook.com/share/r/1EMjkXcy65/
Ilustres partícipes da TI , sugiro que entrem na justiça contra o então candidato Flávio Bolsonaro , por abandono de incapazes , ou seja , Flávio Bolsonaro abandonou mais de 50 milhões de ” panacas e otários ” , que confiaram e votaram nele , sendo que muitos desses votantes são da mesma laia de Flávio Bolsonaro , espirulitando-se para os EUA .