Mensagens apontam que filme sobre Bolsonaro era prioridade absoluta para Daniel Vorcaro

9 thoughts on “Mensagens apontam que filme sobre Bolsonaro era prioridade absoluta para Daniel Vorcaro

  1. Estas tergiversações são cortinas de fumaça ante o que os EUA está colocando no tabuleiro.

    A interferência interna de suas ações é forçar que o esgoto da corrupção, criminalidade, censura e atraso sócio-econômico, produzido pelo Governo inútil do Lula, seja contido em nossas fronteiras “soberanas”.

    Não se trata, embora com reflexos nelas, de mera disputa eleitoral, político-ideológica ou moral.

    Trata-se de determinar quem controla, organiza e captura os fluxos transnacionais do dinheiro, mercadorias, logística e crédito dentro do sistema econômico global.

    Neste aspecto Lula parece um lunático jogando pedra na Lua.

    O que está se desenhando é que os países estão querendo jogar de volta pra dentro do nosso território “soberano”, o esgoto da criminalidade, corrupção e incompetência que transbordara daqui pros seus quintais.

    E, à medida que avançam pela América Latina governos que assim querem agir, auxiliados pelos EUA, viraremos um imenso esgoto putrefato, que aliás já contamina o próprio Estado.

    https://www.cartacapital.com.br/politica/marco-rubio-coloca-brasil-fora-do-grupo-paises-amigaveis-aos-eua-e-cita-eleicoes-nacionais/

    Onde se lê países amigáveis, leia-se países que não querem mais receber a descarga de dejetos produzido por aqui

    • Um produto carioca, RJ, central do cv, esparramado em nossa região há meses, dominando-a com uma quase exclusividade, a preço mais em conta, fato que há meses tem me levantado suspeitas ao ponto de suspender a compra do produto em minha casa, por conta própria, me antecipando à iniciativa da Anvisa.

  2. Em se tratando de político brasileiro de pouca educação, uma mão lava a outra. E depois da cacofonia eles comem o mamão!

  3. O Brasil que muita gente conhece, mas o ‘Dark Horse’ dos Bolsonaro não mostra

    Um exemplo fresquinho une dois personagens curiosos: Mário Frias, deputado do PL, e a empresária Karina Ferreira da Gama

    Essa gente é realmente criativa, muito engenhosa, tanto para botar a mão no dinheiro, seja público, seja sujo, quanto para disfarçar a sua trajetória e no final das contas negar o seu destino.

    Entram, nessas operações, resorts, contratos, filmes, ONGs, bancos, empresas fantasmas, laranjas, fundos de pensão e, numa frequência assustadora, emendas parlamentares.

    Um exemplo fresquinho une dois personagens curiosos: Mário Frias, deputado do PL, ex-secretário de Cultura no governo Bolsonaro e produtor-executivo e roteirista do filme “Dark Horse”, e Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora Go Up, responsável pelo filme, e dona de uma ONG com o sugestivo nome de Instituto Conhecer Brasil (ICB). Conhece mesmo!

    É nesse Brasil que Toffoli mete os irmãos no meio de uma estranha sociedade num resort que tem a ver com o Banco Master, a família de Moraes tem contrato de R$ 134 milhões com o mesmo Master e uma grande amiga do filho de Barba, o Lulinha, Roberta Luchsinger, recebe remessas de dinheiro do “Careca do INSS”.

    Segundo as investigações policiais, que caminham a galope para o “Dark Horse”, o deputado Frias enviou uma emenda de R$ 1 milhão para um projeto de letramento digital e empreendedorismo em Pirassununga (SP) e a intermediadora foi justamente a ONG de Karina. A grana saiu dos cofres públicos, mas nunca chegou ao seu destino.

    No meio do caminho, ou até antes, parte do valor foi para um advogado do próprio Frias e, oficialmente, para livros didáticos que viraram fantasmas, nunca foram entregues e não se sabe onde foram parar. Evaporaram, junto com o dinheiro da emenda.

    No mesmo bolo, a Prefeitura de SP destinou mais de R$ 100 milhões para a ONG que “conhece o Brasil” instalar 5 mil pontos de wifi na cidade.

    Assim como a Go UP nunca produziu um filme até o milionário “Dark Horse”, a ONG de Karina também nunca implantou um único ponto de wifi até o contrato paulistano.

    A moça, portanto, tem muita sorte. Ou tinha, até a Polícia Civil de SP bater à porta dos endereços dela, da sua ONG e das suas empresas, neste 1/6, para entender o que chama de “confusão patrimonial”.

    Karina, Mário Frias (um secretário de Cultura que fazia apologia de fuzis), a tal ONG, a Go UP e a Prefeitura de Ricardo Nunes vão desaguar no “Dark Horse”, para o qual Flávio Rachadinha pediu R$ 134 milhões (na cara dura) a Vorcaro, do Master, e Dudu Bananinha reivindicou “o máximo” para os EUA, onde mora.

    Todos eles conhecem bem o Brasil e sabem como tirar proveito, mas isso o filme não mostra.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 02/06/2026 | 13h09 Por Eliane Cantanhêde

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