
Ministro foi sorteado relator do caso na sexta-feira
Fernanda Fonseca
CNN
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), se declarou impedido nesta segunda-feira (21) para relatar um processo que envolve sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Como mostrou a CNN, Moraes havia sido sorteado relator da ação. Em despacho assinado nesta segunda-feira, porém, o ministro se declarou impedido de atuar no caso, com base no artigo 144, inciso IV, do CPC (Código de Processo Civil). Ele determinou o envio dos autos à Presidência do STF para a redistribuição do processo, conforme as regras internas da Corte.
ACESSO AOS REGISTROS – Na ação, o vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo-PR) pede acesso aos registros de entrada no Senado Federal de diversas pessoas incluindo, além de Vorcaro e Viviane, nomes como Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.
A ação foi inicialmente movida por Kilter na Justiça Federal do Paraná após o Senado negar, via LAI (Lei de Acesso à Informação), o acesso aos registros. No entanto, como o vereador apontou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), como o responsável no processo judicial, o caso foi remetido ao STF.
Ao analisar o caso, a juíza da 1ª Vara Federal de Curitiba Thaís Sampaio Machado afirmou que a competência para julgar uma ação é definida pela autoridade apontada como coatora. Como Kilter indicou o presidente do Senado, que possui foro privilegiado, a magistrada entendeu que o processo deve ser julgado pelo STF.
INCOMPETÊNCIA – “Sendo o Presidente do Senado Federal o representante máximo e integrante da Mesa Diretora daquela Casa Legislativa, a competência originária para apreciar o presente mandamus contra ato a ele atribuído ultrapassa à jurisdição desta Justiça Federal de primeiro grau, recaindo exclusivamente sobre a Suprema Corte”, diz a juíza em despacho que reconheceu a “incompetência absoluta” da Justiça Federal do Paraná.
Com isso, o processo foi protocolado na Suprema Corte e, seguindo o rito usual, um relator foi sorteado entre os dez ministros. Esse seria o primeiro caso envolvendo sua esposa e Banco Master que Moraes atuaria, já que o processo sobre o banco tramita na Segunda Turma, colegiado do qual ele não faz parte.
Sr. Newton
Tragam mais fraldas, a Academia da Fumaça e Pó vai se borrar toda…..
Narcola vai ter um troço
14 países seguem Trump e incluem PCC e CV em ação contra o terrorismo…
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/09/22/14-paises-seguem-trump-e-incluem-pcc-e-cv-em-acao-contra-o-terrorismo.ghtm?cmpid=copiaecola
Há “dendos”, em:
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“A Foto enigmática no velório de Teori antecedeu manobra do STF que colocou Lula de volta ao poder!
Lado a lado diante do caixão de Teori Zavascki, a foto de Michel Temer e Alexandre de Moraes permanece gravada como o registro mais perturbador da história política recente. A cena do velório marcou o exato instante em que os rumos da República mudaram de mãos: a estranha queda do avião que matou Teori Zavascki paralisou as investigações letais da Lava Jato, que estava prestes a homologar a delação que poderia condenar toda a cúpula do PT, e sua morte abriu a vaga herdada por Moraes, desencadeando uma sequência de coincidências sombrias.
Anos depois, as engrenagens desse arranjo ficaram expostas sem qualquer pudor. A atuação de Alexandre de Moraes no TSE, pautada por censura a denúncias de corrupção e perseguição à oposição, pavimentou o caminho eleitoral da esquerda. Mas o golpe de misericórdia na narrativa da “vontade popular” veio da própria boca da cúpula do Judiciário.
Em declaração pública durante um evento internacional, o ministro Gilmar Mendes confessou abertamente e sem rodeios: “Se hoje nós temos a eleição do presidente Lula, isso se deveu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal”.
A admissão escancara o que a população brasileira já presenciava: Lula não chegou ao Planalto pelo voto soberano, mas por uma engenharia jurídica gestada nos gabinetes de Brasília. Da tragédia conveniente que silenciou Teori às canetadas de exceção no tribunal eleitoral, a queda do relator da Lava Jato abriu caminho para a consolidação do escudo que libertou, elegeu e sustenta o petismo no poder.
E agora, culminamos nos tempos sombrios atuais, onde estourou a crise no STF, que teve suas vísceras expostas para todo o Brasil ver: um grupo de ministros, entre eles Alexandre de Moraes, citado no maior escândalo de corrupção da história do país, enquanto a própria Corte se mobiliza para blindar seu integrante a qualquer custo — porque se ele cair, todos caem. Contudo, já demonstraram que farão de tudo para permanecer no poder, nem que, para isso, custe a ruína da própria democracia.”