
Trump indicou Perez como embaixador dos EUA no Brasil
Pedro do Coutto
A decisão do presidente Donald Trump de indicar Daniel Perez para o cargo de embaixador dos Estados Unidos no Brasil talvez seja uma das nomeações diplomáticas mais relevantes de seu segundo mandato.
Em tempos normais, a escolha de um embaixador já mereceria atenção. No atual contexto, porém, ela ganha uma dimensão muito maior, pois ocorre justamente quando a relação entre Brasília e Washington atravessa um dos momentos mais delicados das últimas décadas.
RESPONSABILIDADE – A indicação de Perez chama atenção por vários motivos. O primeiro deles é sua idade. Aos 38 anos, o presidente da Câmara de Representantes da Flórida poderá assumir uma das embaixadas mais estratégicas da diplomacia americana. Trata-se de uma responsabilidade incomum para alguém tão jovem, sobretudo quando se considera o ambiente geopolítico em que a missão será exercida.
Nos últimos meses, os atritos entre Brasil e Estados Unidos deixaram de ser episódios isolados para se transformar em uma sucessão de crises políticas, comerciais e diplomáticas. Divergências sobre tarifas, críticas americanas ao sistema de pagamentos Pix, discussões envolvendo combate à corrupção, disputas comerciais e até controvérsias relacionadas ao processo eleitoral brasileiro passaram a ocupar espaço central na agenda bilateral. Em meio a esse cenário, a figura do embaixador deixa de ser apenas um representante protocolar para assumir o papel de verdadeiro articulador político.
VANTAGEM – Daniel Perez chega com características que podem representar uma vantagem importante. Filho de imigrantes cubanos, advogado e político experiente apesar da idade, construiu sua trajetória em um dos estados mais influentes da política americana. Ao longo dos últimos anos, demonstrou habilidade para navegar em ambientes complexos, inclusive enfrentando divergências dentro do próprio Partido Republicano. Sua ascensão à presidência da Câmara da Flórida revelou capacidade de negociação e liderança em um cenário político frequentemente marcado por disputas intensas.
Mas a juventude, que pode ser um diferencial positivo, também representa um desafio. Nunca foi tão importante para um embaixador americano no Brasil compreender simultaneamente economia, segurança, comércio internacional, geopolítica, transição energética e relações institucionais. A curva de aprendizado será curta e a cobrança será imediata.
O Brasil continua sendo a maior economia da América Latina, um dos principais produtores globais de alimentos, detentor de riquezas minerais estratégicas e ator fundamental em debates ambientais e energéticos. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos seguem sendo o principal centro financeiro do planeta e um parceiro comercial indispensável para os interesses brasileiros. Nenhum dos dois países tem a ganhar com uma escalada permanente de conflitos.
OPORTUNIDADE – É justamente por isso que a chegada de um novo embaixador pode representar uma oportunidade. Não necessariamente para eliminar divergências — algo impossível entre duas grandes democracias com interesses próprios —, mas para reconstruir canais de diálogo que se deterioraram ao longo dos últimos anos.
A experiência internacional mostra que momentos de tensão costumam exigir diplomatas capazes de construir pontes, e não de aprofundar trincheiras. O desafio de Daniel Perez será exatamente esse: demonstrar que sua indicação não se resume a um gesto político de Donald Trump, mas sim à escolha de alguém capaz de administrar uma das relações bilaterais mais importantes do continente.
A missão não será simples. O novo embaixador chegará a Brasília em meio a uma disputa presidencial brasileira já em andamento, com crescente polarização política e com temas sensíveis dominando o debate público. Qualquer gesto, declaração ou posicionamento será analisado sob uma lente política amplificada.
TRÂNSITO POLÍTICO – Ainda assim, existe um aspecto positivo nessa escolha. Ao optar por um nome jovem, Trump sinaliza que deseja alguém com energia, trânsito político e capacidade de interlocução direta com os centros de poder. Se conseguir transformar essas características em capacidade de mediação, Daniel Perez poderá desempenhar um papel relevante na recuperação da confiança entre os dois governos.
No fim das contas, a questão central não é a idade do futuro embaixador. O verdadeiro teste será sua capacidade de compreender que a relação entre Brasil e Estados Unidos é grande demais para ficar refém de disputas ideológicas, crises momentâneas ou interesses eleitorais de curto prazo.
O tempo dirá se Daniel Perez será lembrado apenas como o mais jovem ocupante de um dos postos diplomáticos mais importantes das Américas ou como o diplomata que ajudou a recolocar as duas maiores democracias do continente em uma trajetória de diálogo e equilíbrio.
Infelizmente o Brasil não desenvolveu uma burguesia autônoma, empreendedora.
Ao invés de Musk, gerou Eikes e irmãos Batista, Estado-dependentes.
Desta forma quem vem controlando, organizando e capturando os fluxos do dinheiro, mercadorias, logística e crédito, têm sido os da corrupção, criminalidade e beneficiados pelas relações com o Governo.
Nossas mercadorias e serviços estão machados de sangue.
E, ao que parece, como mostra a designação do PCC e CV como organizações criminosas e a Seção 301 pelos EUA, não estão querendo mais as importar, ainda que o Lula tenha seus ataques de ódio e de expressão de sua irreversível decadência moral, civilizacional e temporal.
Seria hora de a burguesia, se tivéssemos uma que prestasse, o deixar jogado pedra a lua e partir pra reconstruir nossa Economia e superar as suas patocoadas reacionárias e antidesenvolvimentistas.
Vejam bem se tem condição um sujeito deste governar um país em plena Quarta Revolução Tecnológica:
https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE
O que está em jogo não são questões morais ou político-ideológicos, mas questões majoritariamente econômicas, infraestruturais, que buscam combater a produção de mercadorias e serviços manchados de sangue são frutos de:
– Concorrência desleal
As organizações criminosas:
• não pagam impostos;
• não cumprem regulamentações trabalhistas e ambientais (mal grado o tal fim da escala 6×1 formal);
• não arcam com custos legais de compliance
Resultado:
• conseguem vender mais barato ou com margens muito maiores;
• distorcem a competição com empresas legais.
Isso enfraquece setores formais que dependem de regras equilibradas.
– Corrupção e erosão institucional
Praticam:
• corrupção de agentes públicos;
• infiltração em portos, fronteiras e logística;
• uso de sistemas financeiros para lavagem de dinheiro.
Efeito infraestrutural:
• o custo de transação na economia formal aumenta;
• empresas legais passam a operar em ambiente mais instável e imprevisível.
– Distorção de preços e alocação de capital
O capital ilícito:
• entra no sistema financeiro via lavagem;
• infla setores como imóveis, transporte e serviços;
• não segue lógica produtiva, mas de ocultação e circulação.
Isso causa:
• bolhas artificiais de preço;
• má alocação de investimentos;
• distorção de indicadores econômicos reais.
– Risco e aumento de custos para o setor formal
Empresas legais passam a enfrentar:
• custos maiores de segurança;
• risco jurídico e reputacional;
• maior vigilância regulatória (para evitar infiltração de dinheiro ilícito).
Isso reduz competitividade e eficiência do setor produtivo formal.
– Fragilização da confiança econômica
A economia formal depende de confiança sistêmica:
• contratos;
• previsibilidade jurídica;
• estabilidade institucional.
O crime organizado mina isso ao introduzir:
• incerteza;
• violência ou ameaça indireta;
• opacidade financeira.
Sem confiança, o custo geral de fazer negócios sobe.
ChatGpt
Se quisermos superar os nossos profundos problemas estruturais, devemos arregaçar as mangas e deixar o lunático Lula com “nossos criminosos”, idolatrado por um bando de esquizoides, jogando pedras na Lua e partirmos pra luta.
O desafio é imenso não é algo pra ser enfrentado por forças que estão em profundo processo de putrefação moral, civilizacional e temporal.
1. Educação
📊 Posição: ~60–70/80 (PISA – OCDE)
➡️ Baixo desempenho global e alta desigualdade interna.
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2. Infraestrutura
📊 Posição: ~70–100/140 (World Economic Forum)
➡️ Gargalos logísticos e déficit em saneamento.
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3. Estado democrático
📊 Posição: ~40–60/167 (EIU Democracy Index)
➡️ Democracia “imperfeita”, com fragilidades institucionais.
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4. Tecnologia e inovação
📊 Posição: ~50–70/130 (WIPO – Global Innovation Index)
➡️ Ciência razoável, inovação produtiva limitada.
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5. Criminalidade (homicídios)
📊 Posição: entre os ~20 mais violentos do mundo (UNODC)
➡️ Altas taxas de homicídio e violência urbana.
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6. Desigualdade de renda
📊 Posição: top 10–20 mais desiguais (Banco Mundial – Gini)
➡️ Forte concentração de renda estrutural.
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7. Desenvolvimento humano
📊 Posição: ~70–90/190 (PNUD – IDH)
➡️ Desenvolvimento intermediário global.
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8. Eficiência estatal (governança)
📊 Posição: percentil ~50–60 (World Bank)
➡️ Capacidade estatal mediana-baixa.
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9. Desigualdade de gênero
📊 Posição: ~80–100 (PNUD)
➡️ Diferenças persistentes em renda, poder e violência.
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10. Desigualdade racial
📊 Sem ranking global direto
➡️ Um dos maiores contrastes raciais estruturais das Américas (IBGE).
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11. Desigualdade regional
📊 Sem ranking global direto
➡️ Um dos maiores desequilíbrios internos do mundo (IBGE).
“Em baixa dor?”
Certamente, dores serão acrescentadas como consequências das impunes roubalheiras!
Resumo do bó.
Mesmo produzindo “mercadorias”, o crime organizado prejudica a economia formal porque:
– ele opera fora do sistema de regras que reduz custos,
– garante previsibilidade e permite concorrência equilibrada.
E ao fazer isso,
– distorce preços,
– corrompe instituições e
– aumenta o custo estrutural da economia como um todo.
O efeito não é só moral ou jurídico — é econômico e sistêmico.
Não há nenhuma chance de nosso capitalismo de Estado, aliado ao ilegal, continuarem a exportar serviços, mercadorias, corrupção e criminalidade pra país onde impera o capitalismo concorrencial.
E pensar em forçar isto é mesmo sinal de insanidade.
“impossível entre duas grandes democracias com interesses próprios”, democracia um catz!
O Sr Pedro parece o marciano do Chico, nada sabe da realidade brasileira. Não sabe que neste exato momento há milhares de pessoas condenadas e investigadas por razões meramente políticas; não soube do assassinato do Clezão; não soube da PF, arrombando a porta da casa filha menor de idade do jornalista Oswaldo Eustáquio e apalpando as partes íntimas da garota; não soube de centenas de brasileiros asilados. Pfv, escrevam uma carta pra ele.
Sobre o novo embaixador, é uma péssima notícia para os narco-socialistas do Foro de SP, chefiados pelo rato etílico Luladrón.
2 de junho – Exército dos EUA e Forças de Defesa de Israel se fundirão
2 de junho de 2026.
De acordo com a pesquisa mais recente do setor (Pew Research Center, 23 a 29 de março de 2026), 37% dos americanos têm uma visão favorável de Israel, enquanto 60% têm uma visão desfavorável.
Contudo, o Congresso americano, em sua traição, está tomando medidas para integrar as forças armadas dos EUA às Forças de Defesa de Israel.
A única solução é um novo partido político nos EUA que exclua maçons, o AIPAC e cidadãos com dupla nacionalidade. Mas minha enquete no Twitter teve apenas seis respostas! Os EUA estão acabados. 98% do Congresso está comprado pelo AIPAC.
No primeiro passo para transferir a ajuda para as sombras, a Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) de 2027, aprovada pela Câmara dos Representantes, praticamente fundiria as forças armadas dos dois países.”
https://www.henrymakow.com/
Os efeitos eleitorais positivos, que os defensores da “soberania” e da “Democracia” possam ter com a palhaçada do PIX, são absolutamente fugazes.
Na hora que o pau começar a torar de “com força”, estes efeitos virarão fumaça.
Ainda mais que a circulação da riqueza manchada de sangue, independe do meio de circulação e deve mesmo fluir via PIX.
Demagogias populistas baratas não têm o condão de barrar enormes movimentos econômicos e financeiros, que motivaram a designação de terrorismo e a Seção 301.
Estão é com o brioco na mão!
O desespero dos malocas é que a nossa “soberania” não é autônoma, com atraso de meio século somos tecnologia-dependentes.
Dentro da jurisdição dos EUA, o acesso a dados ligados a transações criminosas é amplo, mas sempre condicionado a regras legais.
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✔ O que o governo dos EUA pode acessar
Quando há investigação criminal ou de segurança nacional, autoridades (FBI, DOJ, FinCEN, etc.) podem obter:
1. Dados bancários e financeiros
• extratos de contas
• transferências (domésticas e internacionais via bancos sob jurisdição dos EUA)
• registros de pagamentos (cartões, processadores como Visa/Mastercard, PayPal etc.)
• relatórios de atividades suspeitas (SARs)
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2. Dados de plataformas digitais
De empresas americanas ou sob jurisdição dos EUA:
• e-mails (Google, Microsoft)
• mensagens armazenadas (Meta, Apple, etc., quando não totalmente criptografadas ponta a ponta)
• registros de login (IP, localização aproximada, dispositivos)
• histórico de transações em apps
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3. Dados de infraestrutura e cloud
Se estiver em:
• Amazon AWS
• Google Cloud
• Microsoft Azure
👉 o governo pode requisitar:
• logs de acesso
• dados armazenados
• metadados de sistemas
• backups
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4. Dados de pagamentos e compliance
Via leis financeiras (ex: Bank Secrecy Act):
• relatórios de lavagem de dinheiro
• padrões de transações suspeitas
• rastreamento de fluxos financeiros
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⚖️ O que é necessário para acessar
Mesmo dentro dos EUA, não é automático:
• mandado judicial (casos criminais)
• ordem de segurança nacional (FISA, em casos específicos)
• intimação legal (subpoena)
• justificativa de investigação formal
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🔐 Limites importantes
• não há acesso livre sem base legal
• dados criptografados ponta a ponta podem não ser acessíveis no conteúdo, apenas metadados
• há revisão judicial em quase todos os casos formais
• proteção constitucional (Quarta Emenda)
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🧠 Resumo final
Dentro da jurisdição dos EUA:
autoridades podem acessar uma grande variedade de dados financeiros e digitais ligados a crimes, especialmente quando passam por bancos, big techs ou cloud americana — mas sempre mediante ordem legal e investigação formal.
ChatGpt
Sujou…
ROMA E CARTAGO E A GRANDE FARSA DE DONALD TRUMP! Dentre as centenas de milhões de conflitos armados sanguinários da humanidade seja em menor ou maior escala podemos tomar as guerras púnicas como exemplo da bestialidade humana. A competição entre famílias, grupos, tribos e nações será a última coisa a acabar antes que o último ser humano desapareça da face da Terra. Não devemos esquecer que o Homem é um cínico, um hipócrita, um farsante, um mentiroso, um enganador extraordinário antes de se tornar um assassino, um escravista, um genocida; o ser humano é um psicopata, sociopata, megalomaníaco religioso teocrático! O Homem criou os deuses para evadir-se de suas responsabilidades criminosas. Uma das grandes mentiras de Donald Trump, o psicopata cristão teocrático evangélico mais poderoso do mundo na atualidade, é a preocupação com ‘’as armas nucleares’’! Mentira pura! O Irã seria pulverizado tão logo terminasse a fabricação de seu primeiro míssil atômico; seria um passeio no parque. Destruir do meio ambiente, Trump? Você não é o maior entusiasta da devastação ambiental em nome do progresso? Trabalho escravo, Trump? Os cristãos evangélicos americanos não escravizaram e exterminaram negros e povos originais por 400 anos? E ainda se reservam o direto de cultuar livremente o nazismo e o fascismo, a supremacia branca? Não sou judeu, não tenho parentes ou amigos judeus, mas respeito a luta de 2 mil anos dos judeus cosmopolitas de escapar da sanha assassina e exterminadora dos cristãos. Odeio comunistas e nazistas, por isso minhas palavras não são suspeitas. Trump, os EUA não saíram fugidos do Afeganistão? Vocês acabaram com o Taliban? Acabaram com o terrorismo? As florestas dos EUA e Europa estão sendo dizimadas há séculos! Isto não quer dizer que não considero tudo errado no Brasil há 40 anos, o Brasil está sendo destruído todo esse tempo por todos os políticos, comunistas lulistas, bolsonaristas, oportunistas, etc., são todos corruptos, canalhas malditos, ONGs, e todos os demais tipos de instituições públicas e privadas! Trump, se você mandar pesquisar sobre as fraudes na construção da ferrovia Union Pacific e Central Pacific verá que lá já havia vários ‘’Vorcaros’’ vigaristas desviando as verbas públicas para fundos secretos! Isto acontece muito antes dos templários, com o mercado de tulipas da Holanda, com as igrejas cristas, Vaticano, etc. Odeio o cristianismo assassino mentiroso, farsante, mesmo que amando meus entes queridos, amigos e conhecidos cristãos do bem. Meu amado pai era católico e fazia o sinal da cruz quando passava na frente de uma igreja; era coisa pessoal dele, acendia velas ocasionalmente para ‘’Nossa Senhora’’, jamais escutei ele querendo fazer a cabeça de alguém com Jesus Cristo. Donald Trump, tudo que você fala é mentira, você está fazendo 8 bilhões de pessoas de idiotas, a cada minuto do dia! Os jornalistas estão se sentindo verdadeiros palhaços sem graça! Não estou julgando o mérito de suas intenções, ações ou decisões para os EUA. As guerras entre Roma e Cartago não devem ser esquecidas! A não ser pelos incautos! Ai dos vencidos! Mas, não esqueça como Júlio César morreu. De fato, o homem é o lobo do homem. Mas, Trump, fale a verdade, tenha a compostura de um presidente do EUA! Deixe de ser moleque nojento, repugnante! Faça o que tiver que fazer de bom pelo teu país, como homem, não como uma ratazana pestilenta! (que me perdoem esses mamíferos, vítimas inocentes da explosão de vida no planeta). LUÍS CARLOS BALREIRA. PRESIDENTE MUNDIAL DA LEGIÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA
Se não isolarem o Lula que está senil, com Alzheimer e sempre bêbado, para que pare de falar bobagens em público, ele logo vai acordar no Centro de Detenção Metropolitano de NY junto com o seu amigo Maduro.