Damares vira alvo de ofensiva de aliados de Flávio em meio à guerra interna no PL

Figueiredo, conselheiro de Flávio, mira senadora

Roseann Kennedy
Leticia Fernandes
Estadão

A senadora e coordenadora do Mulheres Republicanas, Damares Alves (Republicanos-DF), é o novo alvo de ataques machistas de amigos e conselheiros do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). As principais agressões são orquestradas nas redes por Oswaldo Eustáquio e Paulo Figueiredo.

Damares contribuiu com sugestões para o plano de governo do presidenciável do PL, mas não deu certeza se iria à reunião de Flávio com lideranças femininas nesta quarta-feira, 1º. Ela é amiga pessoal de Michelle Bolsonaro, que gravou vídeo na semana passada relatando ter sido humilhada pelo enteado.

CONSTRANGIMENTO – Bastou isso para a artilharia de ataques de amigos de Flávio se voltar para a senadora. E Flávio não fez nenhum gesto de apoio a Damares após as publicações. As postagens apelam a expressões sexuais para constranger a senadora.

As mensagens circularam em grupos de pastores pouco antes de ela participar, na última segunda-feira, 29, do Fórum Político da Convenção das Igrejas Assembleias de Deus do Brasil. Ao falar no evento, ela reclamou da violência política contra mulheres. A pessoas próximas, a senadora expôs o quanto os ataques misóginos e que recorrem a xingamentos e palavras de baixo calão a afetaram emocionalmente.

ATAQUE – Nos últimos dias, um dos principais conselheiros dos irmãos Bolsonaro, o influenciador Paulo Figueiredo, reagiu a uma notícia de que Damares ainda não teria decidido se iria ao encontro com mulheres que Flávio vai promover. “Se fosse da Janja ou da Maria do Rosário, estariam todas juntas, certo?”, criticou, dizendo ainda que a senadora teve “bastante militância feminista”, mas pouca atuação parlamentar.

Depois do embate com Damares, Figueiredo expandiu os alvos dos ataques e concluiu que mulheres “votam muito mal”. Ele mora nos Estados Unidos para driblar a Justiça brasileira e é fiel escudeiro e conselheiro de Flávio. Ele fez a declaração no dia 25, numa live. Difícil acreditar que o senador nem sequer ficou sabendo.

Nesta segunda, 29, após a imprensa divulgar a declaração, o blogueiro foi ainda mais grosseiro. Publicou uma foto com um cartaz dizendo: “Mulher vota mal para caralho. Mude a minha opinião”. Já o blogueiro de direita Oswaldo Eustáquio disse que Damares “quer destruir uma nação”, e que “atirar nas costas de Flávio é entregar a eleição ao PT”. Sem contar outras acusações e xingamentos machistas.

3 thoughts on “Damares vira alvo de ofensiva de aliados de Flávio em meio à guerra interna no PL

  1. Um excelente texto do Leandro Ruschel.

    Em La Guaira, na costa da Venezuela, há uma frase que se repete na boca dos sobreviventes: “Acho que tudo se foi.” É o título de uma reportagem de O Globo, e é também o resumo exato do que aconteceu naquela faixa de litoral. Sobre os escombros paira o que nenhuma câmera consegue transmitir, o cheiro da morte, um odor de decomposição que toma as ruas, vindo dos corpos que continuam soterrados dias depois, porque ninguém chegou a tempo.
    Em Caraballeda, a zona zero, repórteres descrevem um cemitério a céu aberto: torres de dez andares achatadas como folhas de papel, e os vizinhos amontoados na calçada ao lado dos colchões que arrastaram para fora. Eu quero que você guarde uma coisa antes de seguir lendo: nada disso foi só o terremoto.
    No dia 24 de junho de 2026, dois terremotos atingiram o norte da Venezuela com menos de um minuto de diferença, magnitudes 7,2 e 7,5. O segundo, o mais forte em mais de um século no país, teve epicentro raso, o que multiplica a destruição. O número de mortos não parou de subir, já passa de 1.700, e, com mais de 5.000 feridos e dezenas de milhares de desaparecidos ainda sob os escombros, todo mundo sabe que o saldo final será muito maior. Não há aqui qualquer intenção de culpar o chavismo pela falha geológica. A terra tremeu por conta da natureza, e ninguém manda na placa tectônica. Mas o terremoto foi apenas o gatilho.
    A bomba já estava montada, e quem a montou, ao longo de vinte e cinco anos, foi o socialismo bolivariano. A natureza produziu o abalo. O chavismo produziu a vulnerabilidade.
    E preste atenção na palavra que eles fazem questão de esconder: socialismo. Não foi “má gestão”, não foi azar. Foi um regime socialista fazendo exatamente o que o socialismo faz onde quer que governe, estatizar, perseguir, empobrecer o povo e apodrecer o Estado por dentro. E não se trata de um acidente isolado da Venezuela, mas de um projeto continental, com nome e endereço: o Foro de São Paulo, a articulação da esquerda latino-americana da qual o chavismo é peça central. A mesma cartilha. A diferença entre a Venezuela e os outros países governados por integrantes do Foro é apenas o estágio.
    Eu já sei o que o adversário vai responder: nem todo país destruído é socialista, há terremotos que matam muito sob governos de toda cor. É verdade, mas repare no que essas tragédias têm em comum, qualquer que seja a bandeira: todas passam por algum grau de coletivismo, de captura da economia pela política, de concentração do Estado sobre a sociedade. O chavismo não é a única estrada para o abismo. É apenas a mais rápida, a mais ideológica, a mais orgulhosa de si, a que destrói prometendo o paraíso.
    A régua que ninguém quer mostrar
    Por que um terremoto forte vira massacre num país e não em outro? Pegue o Chile. Em 2010, o país levou um terremoto de magnitude 8,8, brutalmente mais violento do que esse da Venezuela, e contou os mortos às centenas, não aos milhares. Por quê? Porque tem norma de construção, fiscalização, engenharia, manutenção e instituições que funcionam.
    A Venezuela tinha tudo para se preparar. É um país sabidamente sísmico, com cerca de 80% da população vivendo sobre falhas ativas. O risco era conhecido, documentado, anunciado. Mas para se preparar é preciso ter Estado, e o chavismo passou um quarto de século destruindo exatamente isso.
    Olhe o que a bomba tinha dentro. O país com as maiores reservas de petróleo do mundo viveu uma das maiores contrações econômicas já registradas fora de uma guerra, queda de mais de 70% do PIB. Mais de 7 milhões de venezuelanos fugiram, e entre eles os engenheiros, médicos e técnicos de que se precisa exatamente no dia da catástrofe. A rede elétrica em colapso crônico, os hospitais sucateados, um Estado treinado para vigiar o opositor, não para socorrer o cidadão. Quando o chão tremeu, tudo cobrou a conta de uma vez. Em minutos, o terremoto expôs o que o chavismo levou décadas para destruir.
    A vitrine que virou túmulo
    É aqui que a tragédia deixa de ser natural e passa a ter nome e responsável. A grande vitrine social do chavismo se chamava Gran Misión Vivienda. Lançada por Hugo Chávez em 2011, vendida na televisão estatal como “dignidade” para o pobre, o programa prometeu dois milhões de casas, número que Maduro depois elevou para cinco milhões. Era o socialismo “cuidando do seu povo”. Pois bem. Em La Guaira, complexos inteiros dessa missão habitacional desabaram. Um deles, conhecido como “Los Cocos” e batizado em homenagem a Hugo Chávez, tinha cerca de 1.100 apartamentos e foi reduzido a escombros. Uma moradora contou à agência Reuters que só sobreviveu porque estava numa consulta médica na hora do tremor, e resumiu o horror numa frase: “Acreditamos que todos os que estavam no segundo andar morreram.”
    E quando os prédios caíram, ficou exposto o que havia dentro das paredes. Repórteres da AFP descreveram, no meio dos escombros, tábuas de madeira e espuma de poliuretano amarela onde deveria haver concreto armado. Não era novidade. O Colégio de Engenheiros da Venezuela vinha alertando havia anos, em relatório após relatório, sobre rachaduras, danos estruturais e falta de estudos de solo nesses prédios. O diretor da entidade foi direto, em declaração à Reuters: a história das moradias públicas de Chávez é “uma história de corrupção e construções de baixa qualidade, levantadas sem supervisão, sem inspeção e, em muitos casos, sem cumprir códigos específicos”. Quem poderia imaginar. Um regime que erguia prédio em trinta dias para bater meta de propaganda eleitoral, dispensando estudo de solo e fiscalização, entregou prédio que não aguenta o primeiro grande terremoto. O programa vendido por mais de uma década como “proteção para o pobre” virou, para centenas de famílias, o próprio túmulo.
    O Estado que atrapalhou em vez de socorrer
    Mas ao menos o Estado terá corrido para salvar quem estava soterrado, certo? É aqui que a coisa fica mais reveladora. Quem socorreu nas primeiras horas foram os próprios vizinhos, cavando escombro com as mãos e lanterna de celular. A imprensa que esteve no local registrou a mesma frase em reportagem após reportagem: a ajuda do povo chegou antes da ajuda do Estado. O ex-diretor de Proteção Civil chamou de “inexplicável” a falta de mobilização das Forças Armadas. E quando o aparato apareceu, foi para fazer o que sabe fazer, controlar. Diosdado Cabello decretou o fechamento de La Guaira e a declarou zona militarizada. O mesmo aparato chavista capaz de rastrear a última mensagem de WhatsApp de um opositor não foi capaz de garantir uma via livre para a ambulância passar.
    E há a cena que viralizou, noticiada pela Infobae e por veículos colombianos: um confronto tenso entre Cabello e um socorrista americano em meio aos escombros. O americano insiste que há alguém gritando por socorro, repete “Back up, back up” e resume a frustração com uma frase, “Não estou feliz com esta situação”. O regime alega que a interrupção naquele instante seguia o protocolo técnico de “silêncio sísmico”, usado para escutar sobreviventes durante as réplicas, e é justo registrar que equipes americanas entraram no país, com mais de 300 socorristas e centenas de milhões de dólares em ajuda. Não foi um bloqueio total. Mas pense na cena de fundo: um Estado que destruiu a própria capacidade de resposta, militarizou o luto e exigiu salvo-conduto enquanto o povo cavava com as mãos. Isso não é “silêncio sísmico”. É um Estado para quem o controle vem sempre antes do cidadão.
    É preciso registrar o que circulou, porque não vou deixar o regime enterrar isso junto com os corpos. Correram nas redes vídeos, e eu ouvi relatos em primeira mão, de membros da Guarda Nacional Bolivariana retirando geladeiras, televisores, joias e objetos de valor de dentro das casas destruídas, enquanto vizinhos cavavam o escombro ao lado com as próprias mãos.
    A imprensa do regime nunca vai confirmar, mas a cena bate com tudo o que já está documentado sobre o comportamento dos militares nas últimas décadas, operando como longa manus do regime.
    A segunda onda de morte
    E os feridos que o terremoto não matou na hora caíram numa segunda armadilha, porque o sistema de saúde venezuelano já estava morto muito antes do dia 24.
    Aqui eu saio um momento do noticiário, porque essa parte eu conheço de perto. Por dois anos, quem cuidou dos meus filhos em casa foi uma médica venezuelana. Uma médica formada, com anos de hospital nas costas, trabalhando de babá do lado de cá da fronteira porque na terra dela a profissão havia virado fome. Ela me contou episódios dos hospitais venezuelanos que não esqueço, e que não preciso repetir aqui. Basta um número. Quando deixou a Venezuela, o salário dela como médica era de cinco dólares por mês. Cinco. Não é erro de digitação. Era o que o socialismo do século XXI pagava a uma médica formada por um mês inteiro salvando vidas: o preço de um sanduíche.
    Por isso não me espanta o que veio depois. Mesmo antes do tremor havia falta de remédios vitais, hospitais sem insumos, pacientes obrigados a levar o próprio material para conseguir fazer uma cirurgia. Aí chegou a avalanche de feridos. Um médico na linha de frente resumiu tudo numa frase à imprensa: “Estamos acostumados a trabalhar com as unhas.”
    Triagem no asfalto do estacionamento, hospital de referência comprometido, falta de sangue, de antibiótico, de energia. A destruição que o socialismo faz não aparece apenas na estatística do PIB lá atrás. Ela aparece no instante exato em que uma mãe chega ao hospital com o filho ferido e não há leito, não há médico, porque o médico fugiu e o insumo nunca chegou. Trauma tratável vira sentença de morte, não por causa da geologia, mas por causa da política.
    As digitais da esquerda brasileira, jamais podemos esquecer
    E esse regime nunca esteve sozinho. Ele foi montado, financiado e protegido por décadas pelos sócios do Foro de São Paulo, a organização que Lula fundou com Fidel Castro para instalar regimes socialistas na América Latina. E aqui eu não preciso opinar, porque o próprio Lula confessou. Num discurso oficial de 2005, na comemoração dos quinze anos do Foro, com o texto guardado até hoje na Biblioteca da Presidência da República, ele se gabou da articulação dos “companheiros” para garantir “a consolidação do que aconteceu na Venezuela”, o referendo que blindou Chávez no poder. As palavras são dele. Quem diz que o PT pôs e sustentou o chavismo é o próprio chefe do PT.
    E não foi só discurso, foi dinheiro, o seu dinheiro. Segundo dados oficiais do governo brasileiro, o calote da Venezuela com o Brasil já passa de 10 bilhões de reais, fruto de financiamentos despejados na narcoditadura, sobretudo entre 2007 e 2015, para tocar obra das empreiteiras brasileiras em Caracas, aquelas mesmas da Lava Jato. E aqui o círculo se fecha de um jeito que o brasileiro precisa entender. Lula não foi apenas garoto-propaganda de Maduro: ele enviou ao país o seu próprio marqueteiro, João Santana. E os marqueteiros do Descondenado confessaram, em delação no âmbito da Lava Jato, que parte do dinheiro daquelas obras voltou para pagar a campanha do chavismo.
    A campanha de Maduro, segundo a delação, foi paga “pela Odebrecht, pela Andrade Gutierrez, o resto por Maduro”, e Mônica Moura, mulher de Santana, contou como recebia o dinheiro sujo desviado dessas mesmas obras das mãos do próprio Maduro. Ou seja: o contribuinte brasileiro financiou a obra, a empreiteira desviou parte da obra, e o desvio bancou a reeleição da ditadura. Pagamos para erguer o regime que hoje deixa o próprio povo debaixo dos escombros. E quando essa ditadura é acusada de crimes contra a humanidade, o Brasil do Descondenado se recusa a assinar a condenação, enquanto o presidente ainda afirma que, na Venezuela, “o conceito de democracia é relativo”.
    Quando a vitrine do projeto desaba, com espuma na parede e corpo no escombro, os padrinhos somem da foto. Mas as digitais da esquerda brasileira ficam.
    Então olhe o que essa promessa entrega quando o chão treme. Prometeu moradia: entregou prédio com espuma na parede. Prometeu saúde: entregou cirurgia no asfalto. Prometeu proteger o povo: entregou um Estado que fecha a estrada enquanto o vizinho cava com as mãos.
    Desastres naturais vão acontecer sempre. Terremoto, pandemia, crise econômica global, o cisne negro que ninguém previu. A pergunta nunca é se o abalo vem, mas o que ele encontra quando chega. Um país próspero, com instituições fortes e Estado que presta contas, limita o dano e protege vidas, como o Chile contando os mortos às centenas. Um país destruído por um regime corrupto e totalitário não tem esse escudo, e o abalo natural encontra um segundo desastre já montado, esse sim provocado pela mão humana. Os dois se somam. A natureza mata centenas; o socialismo transforma em milhares.
    São dois caminhos, e eles não são abstratos. Não se trata de direita contra esquerda no sentido raso da eleição. De um lado está a ordem da liberdade, da propriedade e da instituição que presta contas. Do outro, a ordem que concentra tudo no Estado em nome do pobre e, no dia do teste, deixa esse mesmo pobre debaixo dos escombros. O terremoto derrubou os edifícios da Venezuela. Mas o chavismo já havia derrubado, muito antes, as instituições que deveriam impedir que eles caíssem, ou que ao menos teriam a capacidade de resgatar quem ficou sob os que colapsaram. A tragédia venezuelana não é apenas sísmica. É moral, é econômica e é institucional. Ela tem nome, e tem padrinho. E o nosso dever, agora, é evitar que o Brasil siga no mesmo caminho trágico.

    https://leandroruschel.substack.com/p/como-o-socialismo-chavista-transformou?img=https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F25d502f5-f687-4a24-95dd-4a80fbd45a36_4000x1938.png&open=false

  2. Candidatura de Fábio afunda: Até Alckmin e Haddad ganham dele no 2º turno

    A nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg traz más notícias para Flávio.

    Ele não apenas perderia para Lula (por 48,8% a 42,3%) no segundo turno da eleição presidencial, como seria derrotado por Fernando Haddad (por 46,4% a 42,8%) e por Geraldo Alckmin (por 47,4% a 41,7%), caso eles fossem os candidatos da esquerda.

    Ou seja, a julgar pela pesquisa, Flávio tomaria uma sova do chefão petista, do poste do chefão petista e do chuchu do chefão petista.

    A má notícia trazida pelo novo levantamento está aí, e ela aponta, se não para um desfecho certo, para um fato incontestável: Flávio é um mau candidato para enfrentar um mau presidente nas urnas.

    Com Flávio as dificuldades se avolumam tanto, que até poste e chuchu podem tripudiar a partir de agora.

    A família Bolsonaro apropriou-se da direita brasileira, o seu único projeto é ela própria, e o seu egoísmo e a sua tacanhez deram fôlego extra ao petismo e ao seu chefão.

    Fonte: Metrópoles, Opinião, 01/07/2026 11:10 Por Mario Sabino

  3. Michelle prevê que escândalos vão nocautear ainda mais campanha de Flávio

    Micheque teve uma longa conversa nesta terça-feira com o Boy de Mogi e o resumo do encontro é o seguinte: sem chance de apoiar Flávio Rachadinha para a Presidência sob qualquer hipótese, mas com chance de ser candidata ao Senado pelo DF.

    A crise entre Michelle e Flávio explodiu há exatamente uma semana e virou um peso que Rachadinha vai ter que carregar até o dia da eleição — logo ele que precisa melhorar seu desempenho nas pesquisas justamente entre as mulheres; e, mais ainda, entre as evangélicas.

    A chance de reconciliação entre os dois é zero, de acordo com alguns interlocutores de Michelle.

    Nos últimos dias, além de garantir que não estará ao lado de Flávio nesta campanha, tem dito que sua campanha será abalada em breve por mais escândalos, que nocautearão sua candidatura.

    Fonte: O Globo, Opinião, 01/07/2026 06h02 Por Lauro Jardim

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