
MP de São Paulo vai ao STF para garantir recursos
Carlos Petrocilo
Rogério Pagnan
Folha
O Ministério Público de São Paulo pleiteou ao STF (Supremo Tribunal Federal) a liberação de ações e de recursos financeiros vinculados a Paulo Maluf, que somam quase R$ 168 milhões, para ressarcir prejuízos causados à Prefeitura da capital.
A petição, assinada pelo procurador-geral da Justiça paulista, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, e destinada ao ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal, decorre de uma batalha jurídica do Ministério Público de São Paulo contra o Ministério Público Federal e da AGU (Advocacia-Geral da União).
ACORDO – A Promotoria do Patrimônio Público e Social da Capital e a Procuradoria Geral do Município de São Paulo firmaram com a família de Maluf um acordo de não persecução civil (ANPC), que prevê a devolução de R$ 210 milhões à Prefeitura, em 2025.
A indenização é referente aos desvios de dinheiro público em obras durante as gestões Maluf de 1993 a 1997. Silvio Marques, promotor responsável pelo caso, atua desde 2001 para que a Prefeitura seja ressarcida.
Para a Prefeitura ser ressarcida, a Procuradoria-Geral do Município solicitou ao STF o desbloqueio dos recursos em conta bancária de Maluf e ações de suas empresas. E a AGU (Advocacia-Geral da União), intimada por Moraes, se manifestou nos autos no último dia 8.
REPATRIAÇÃO – A AGU, por sua vez, reforçou o seu entendimento de que, conforme decisão em trânsito julgado pelo STF em outro processo, os bens pertencem ao patrimônio da União, e não à Prefeitura. A AGU alega que a repatriação do dinheiro de Maluf bloqueado na Suíça foi possível a partir da sua atuação conjunta ao MPF. E a liberação dos ativos “não ocorreria em benefício do Município, mas da própria família Maluf, que deixará de pagar o valor correspondente ao ente subnacional”.
Já o Ministério Público estadual alega que “pese o posicionamento adotado pelo Ministério Público Federal, o fato é que os ativos mencionados devem ser destinados à vítima, que é o Município de São Paulo”.
Advogados da família de Maluf, que terá que cumprir a ANPC de R$ 210 milhões mesmo que os recursos penhorados fiquem com a União, também se manifestaram na ação penal, argumentando que a lei de improbidade administrativa prevê a destinação dos valores para a entidade lesada, no caso a Prefeitura de São Paulo.
Empresas sancionadas pelos EUA não têm registro do BC como financeiras… –
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/07/01/empresas-sancionadas-pelos-eua-nao-tem-registro-do-bc-como-financeiras.ghtm?cmpid=copiaecola
E os bilhões do mensalão e petrolão
Foram devolvidos aos seus respectivos “donos”…..Amigo do Amigo do Meu Pai….
Por isso que existe essa divisão de bilionários.
Os nosso bilionários e os bilionários dos comunas da Academia da Fumaça e Pó.
Os nossos bilionários não podem existir, são pessoas más, perversas que escravizam os trabalhadores e pagam merrecas.
Já os bilionários do Narcola tem tratamento especial e podem existir livremente…
Por falar em bilionário, até agora não acharam o Irmão Ladrão do Narcoladrão , vulgo Frei Chico, aquele monstro assassino sanguinário que acabou com milhões de velhinhos aposentados….
Qual será a mesa da redação da Ultra-Mídia Nefasta corruPTa que o Ladrão sanguinário está escondido.??
aquele abraço
Sr. Newton
Ainda existem juizes em Berlim….
Drogasil é condenada a pagar R$ 10 milhões por exigir CPF
Justiça proibiu rede de condicionar descontos ao fornecimento de dados pessoais. O iG procurou a Drogasil, mas ainda não recebeu resposta
https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-07-01/drogasil-e-condenada-a-pagar-r–10-milhoes-por-exigir-cpf.html
Polícia prende dupla por golpes do INSS na Zona Leste de SP
https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2026-07-01/policia-prende-dupla-por-golpes-do-inss-na-zona-leste-de-sp.html