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Senador propagou informações falsas
Nathalia Garcia
Folha
Diplomatas presentes em evento com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), na última terça (21), avaliaram que a fala do presidenciável propagando informações falsas a respeito das urnas eletrônicas foi inadequada e pode jogar sombra sobre as eleições brasileiras.
À plateia estrangeira Flávio afirmou que as urnas utilizadas na Venezuela são da mesma empresa que fornece equipamentos ao Brasil, o que não é verdade. Ele disse também que, segundo um relatório da CIA (agência de inteligência dos EUA), a Smartmatic estaria envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012.
IMPRUDÊNCIA – Para um embaixador participante, ouvido pela Folha sob condição de anonimato, a declaração de Flávio não foi ideal, ainda que o senador tenha ponderado não ter a intenção de questionar a legitimidade do processo eleitoral brasileiro. Na visão desse interlocutor, não caberia ao pré-candidato fazer comparações entre a situação da Venezuela e do Brasil.
Ainda segundo ele, uma apresentação recente feita pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, a representantes de outros países deixou o sentimento de que as urnas eletrônicas brasileiras são seguras.
A Folha já desmentiu boatos relativos à Smartmatic em 2020. A Justiça Eleitoral declarou, em uma nota naquele ano, que a empresa venezuelana nunca vendeu urnas ou softwares utilizados em urnas para o Brasil, apesar de ter fornecido outros serviços, como treinamento de pessoas para realizar suporte técnico e operacional para as urnas.
DESLEGITIMAÇÃO – Outro diplomata contou que, em um primeiro momento, pensou que Flávio tentou defender a posição de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deslegitimando as eleições de 2022 e sugerindo que Lula de alguma forma fora eleito injustamente.
Mas, em um segundo momento, disse ter se perguntado se o pré-candidato estava tentando deslegitimar as próximas eleições. Ele argumentou que, em caso de reeleição de Lula, Flávio poderia usar isso para afirmar que alertou sobre a possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas, o que lançaria uma sombra sobre o pleito de outubro.
PREOCUPAÇÃO – Para esse interlocutor, ambas as situações podem estar por trás da atitude. No entanto, ele vê a atitude do senador com preocupação. Questionar a confiabilidade do sistema de votação brasileiro, na visão dele, equivale a questionar a democracia, o que seria nocivo para o país.
Na terça, o senador afirmou que a fala “não coloca em dúvida o processo eleitoral brasileiro”. “O convite para a presença de observadores internacionais segue uma prática adotada em diversas democracias e reforça a transparência no sistema eleitoral”, diz a nota.
Horas depois, a campanha dele divulgou outra nota, afirmando que “não é verdade” que o pré-candidato tenha questionado a integridade do sistema de votações no Brasil e que ele se limitou a relatar fatos públicos, como o relatório da CIA. “Em sua fala, que é brevíssima neste ponto, o pré-candidato Flávio Bolsonaro afirma expressamente que ‘não está questionando o sistema de votação brasileiro'”.
CONFIANÇA– A nota também diz que ele reafirma “sua integral confiança no sistema eleitoral brasileiro e sua crença irrestrita de que as missões de observação internacional devem ser fortemente estimuladas”.
Flávio participou na terça, em Brasília, de uma rodada de eventos com presidenciáveis promovida pela consultoria Novo Selo Comunicação e pelo site The Brazilian Report. A palestra reuniu “lideranças brasileiras e embaixadores, cônsules, chefes de missão e representantes diplomáticos” de mais de 40 países, segundo os organizadores.
Alguns dos presentes relataram que Flávio demonstrou não dominar muito bem os assuntos internacionais, dando ênfase apenas a questões voltadas para investimentos estrangeiros na economia brasileira. O tarifaço imposto pelos Estados Unidos não foi mencionado pelo senador durante o evento, segundo os participantes.
A convenção de Flávio foi uma tragédia
Lula tem a campanha dos sonhos com Flávio nas cordas
Flávio foi para a convenção de seu partido, o PL, e só dele. Uma tragédia: o Centrão declarou-se neutro, leia-se aberto a um entendimento com outros candidatos, inclusive Lula. O bolsonarismo dinástico (centrado na famiglia Bolsonaro) levou a direita para as cordas.
O filme tende a terminar com Lula no Planalto pela quarta vez. O esfarelamento partidário de Flávio faz desta a campanha dos seus sonhos.
Se não acontecer nada, Lula ganha a eleição. Seu maior capital continua sendo o repúdio ao bolsonarismo.
O patrimônio de Flávio é o eleitorado que não vota em Lula de jeito nenhum. Se for o caso votam num rinoceronte, mas Lula, não. Se Lula tivesse se metido nas encrencas em que Flávio se meteu estaria fora da disputa.
Fonte: O Globo, Política, Opinião, 26/07/2026 03h30 Por Elio Gaspari
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A participação de Milei no evento de Flávio foi um espetáculo de prepotência, arrogância e autoritarismo, marcado por discursos de ódio e agressividade.
Sua vinda ao Brasil seria dispensável, pois a própria família Bolsonaro já cumpre esse papel odioso e agressivo.
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Uma cueca de Messi talvez produzisse melhores resultados eleitorais.
Diplomatas, enfim preocupados!
A desculpa de que a urna eletrônica não deveria emitir bilhete porque acabaria com a segurança do segredo do voto é estúpida porque senão seria crime o próprio eleitor dizer em quem votou.
A recusa da não emissão do recibo do voto é – até prova em contrário – a certeza de que aí tem.
Ele, o menino do Bozo, está usando a mesma tática do Trump: criar problemas para atrair a atenção do povo para si.
Não passam de clowns em busca de audiência!
Lembrou o ataque do presidiário ao “Menino do MEP”, segundo César Benjamim, na Folha!
Obviamente, os embaixadores citados pela ‘botequeira’ lulista da Fôia, são representantes do cartel de narcotraficantes do Foro de SP, fundado por Lula da Silva.
Até ontem, as invioláveis urnas do TSE tinham o selo BBB- (Brasil, Butão e Bangladesh). Hoje, foi rebaixada para BB- (Brasil e Butão). Bangladesh percebeu a trampa e caiu fora do avançadíssimo clube dos fraudadores de eleição. Como o TSE disse que, na fiscalização, só permitirá acompanhantes convidados, fica a certeza de que teremos uma comissão butânica avalizando a eleição de 2026.
Nada nesse mundo é inviolável. E essa urna não foge ao padrão. Ontem li que o governo vai concordar diplomatas para defender as urnas. Acho estranho quando fizeram isso, fizeram um Carnaval fora de época
Os “nossos criminosos” (do Ladrão™ !!!) já poderão levar as granadas diretamente para matar os policiais sem expor suas vidas:
Os drones deixaram de ser hobby para virarem profissão e agora o governo federal destinou R$ 200 mil para um curso gratuito de formação de pilotos de drones, realizado pelo Instituto Brasileiro de Administração Pública e Apoio Universitário do Rio (IBAP-RJ), para jovens e adultos de favelas cariocas.
Fonte: https://vejario.abril.com.br/coluna/lu-lacerda/da-favela-para-o-mercado-curso-gratuito-de-drone/