Mendonça deixará quadro societário do instituto
Bruno Ribeiro
Folha
O instituto privado fundado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça firmou 68 contratos sem licitação com órgãos públicos de 15 estados desde 2024 e recebeu deles R$ 11,5 milhões, segundo informações do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
Mendonça divulgou nota nesta quinta-feira (3) dizendo que deixará o quadro societário do Instituto Iter e doará suas quotas e de sua esposa após questionamentos sobre as atividades da instituição.
CONTRATOS – No ano passado, o instituto firmou 38 contratos, que somaram R$ 4,4 milhões, com órgãos públicos, a maioria decorrente de contratações diretas para a oferta de cursos. Em 2026, apenas entre janeiro e o fim de agosto, há registro de 19 contratos, que somaram quase R$ 7 milhões, entre o instituto e prefeituras, governos estaduais, tribunais de contas e conselhos profissionais.
Em 2025, os recursos públicos foram equivalentes a cerca de 40% dos R$ 10,4 milhões que a empresa declarou como receita bruta em seu balanço anual. Contudo, o lucro do ano passado foi de R$ 285 mil –o instituto declarou R$ 8,1 milhões em despesas, dos quais R$ 4,1 milhões foram transferidos a outras empresas.
Questionado, o instituto fundado por Mendonça afirma que “o ministro já havia anunciado no início deste ano que qualquer lucro ou dividendo referente às suas quotas, quando ocorressem, seriam destinados a obras sociais e educacionais”.
LUCROS OU DIVIDENDOS – Ele disse ainda que ao longo de dois anos de atividade, “não houve qualquer distribuição de lucros ou dividendos” e que os recursos recebidos em contratos sem licitação são legais. A Folha questionou o Iter sobre quem seriam as empresas para as quais foram transferidos recursos, mas não teve resposta.
A maioria dos contratos que resultaram nos pagamentos ao instituto está disponível no Portal Nacional de Contratações Públicas, do Ministério da Gestão. Os documentos mostram contratações genéricas. O maior deles, de R$ 518 mil, firmado com o Governo do Rio de Janeiro, reserva 120 vagas para “curso oferecido por pessoa jurídica” —sem nome, tema, carga horária, data, local nem definição de quem são os 120 beneficiários, que custaram R$ 4.316,66 cada.
CAPACITAÇÕES – O governo fluminense disse, em nota, que contratou o instituto “para a oferta de capacitações voltadas à gestão e ao aprimoramento profissional de servidores da Secretaria de Segurança Pública, ISP (Instituto de Segurança Pública), Polícia Civil, Polícia Militar, Defesa Civil, Secretaria de Polícia Penal, Corpo de Bombeiros e Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ)”.
Ainda segundo o Governo do Rio, “serão oferecidos cursos em Gestão e Governança, Gestão Orientada por Dados e Gestão de Projetos, Orçamento, Licitação e Logística. Para servidores da PGE-RJ, será ministrada capacitação em Ciência da Oratória”. Já o treinamento do Corpo de Bombeiros “é voltado para Comunicação e Gestão de Obras Públicas”, ainda de acordo com a nota, que ressalta que a contratação ocorreu dentro da lei.
CÓDIGO DE CONDUTA – Mendonça declarou na terça-feira (1º) ser favorável à criação de um código de conduta para ministros do STF, proposta do presidente da corte, Edson Fachin. A declaração ocorreu no mesmo dia em que Mendonça tirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal dizendo que o ministro Alexandre de Moraes havia editado o contrato do escritório de sua mulher com o Banco Master e diálogos do dono do banco, Daniel Vorcaro, pedindo orientação sobre fugir ou não do país — Vorcaro foi preso no aeroporto, tentando ir para os Emirados Árabes Unidos.
Foi na sede do instituto que Mendonça recebeu Vorcaro em março de 2025, segundo o ministro admitiu. A reunião, disse Mendonça, foi para tratar de precatórios. Em sua nota, o Iter diz que “nesses dois anos de atuação, os cursos, eventos, contratos públicos e privados, bem como todas as ações institucionais, observaram a legislação aplicável e regras de boa governança e conformidade”.
O texto afirma ainda que “cursos e programas de formação são serviços técnicos especializados de natureza predominantemente intelectual, hipótese em que a lei nº 14.133/2021 admite a contratação direta por inexigibilidade de licitação”.
Crise Moraes-Vorcaro só favorece Flávio, diz Renato Meirelles
Para presidente do Instituto Locomotiva, relação de ministro do STF com fundador do Master reforça narrativa bolsonarista de perseguição
A crise envolvendo as relações de proximidade do ministro Alexandre de Moraes, do STF, com o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, hoje preso, favorece, até o momento, só o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa presidencial de 2026, na avaliação de Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.
“Isso meio que ameniza a situação do Flávio. Coloca o juiz que prendeu o pai dele numa situação delicada, o que aumenta a ideia e dá munição à narrativa de conspiração contra Bolsonaro”, disse.
Alexandre de Moraes foi o responsável pela prisão do ex-mito, pai de Flávio. Desde o início do processo, tanto o ex-presidente quanto os seus seguidores acusaram o ministro de perseguição.
Outra consequência, na avaliação de Meirelles, é que reduz o impacto dos áudios em que Flávio aparece solicitando doações para o filme “Dark Horse”, sobre o seu pai, a Vorcaro. “Coloca um juiz da Suprema Corte no mesmo nível de relação com o Vorcaro que tinha o Flávio”, disse.
Há um 3º ponto de impacto na candidatura, segundo Meirelles: reforça a imagem de Flávio como um candidato contrário ao sistema político e às instituições que são percebidas como parte dele. “Aumenta um pouco a autoridade de ser um candidato antissistema”, afirmou.
(…)
Fonte: Poder360, Eleições 2026, 4.set.2026 – 6h00 Por Guilherme Waltenberg de Brasília
O Brasil pegando fogo. Até quando um demente mental vai continuar comandando o Brasil?
https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/ttc-brasil/moraes-se-vinga-usando-inquerito-das-fake-news-para-fazer-acusacoes-a-colega-do-stf
Moraes e Toffoli ficam expostos em 400 páginas da PF sobre a rede do Master em Brasília
(…)
A crise avança como rio de enchente pela Praça dos Três Poderes, em Brasília, a menos de quatro semanas do primeiro turno das eleições.
Aos olhos dos eleitores, informam as pesquisas, prevalece a percepção de aumento da corrupção com patrocínio e beneficiários políticos no Judiciário, no governo e no Congresso.
É evidente a degradação na credibilidade institucional. Ganha realce no gradual descrédito do Judiciário, como demonstra o Índice de Confiança Social da Ipsos no histórico da última década e meia.
Ecoa no protocolo do Senado, onde tem aparecido um pedido de destituição de juiz do Supremo a cada três semanas.
Foram oitenta requerimentos nos últimos 44 meses. Somam 109, se contados o estoque (29) dos anos 2021 e 2022, basicamente motivado pela intervenção do tribunal na política de saúde pública para impedir o pandemônio negacionista esboçado na pandemia.
Os campeões de pedidos de impeachment (67 desde 2023) são Alexandre de Moraes (com 38), Gilmar Mendes (11), José Antonio Dias Toffoli (10) e Flávio Dino (8).
Moraes e Toffoli são protagonistas em dois relatórios policiais que somam 400 páginas nos autos sobre a rede de influência do Banco Master em Brasília. Desse volume, 188 páginas detalham o relacionamento de Moraes e família com o antigo dono do Master, Daniel Vorcaro.
“Não é normal”, disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao confirmar a quantidade inédita de pedidos impeachment de juízes do Supremo.
Anormal, também, são os quase noventa casos de senadores, deputados federais e funcionários públicos graduados acusados em inquéritos à espera de decisão no STF.
É síntese da liquefação política. Cresce a desconfiança pública sobre o conluio da oligarquia estatal emergente, como define Joaquim Falcão em A Oligarquia dos Poderes e a Crise da Democracia.
O Supremo está emaranhado no próprio enredo de atropelos da Constituição durante a última década e meia, desde a Operação Lava-Jato até os casos do INSS e do Banco Master.
Fraturou-se em público no confronto aberto entre os juízes Mendonça, relator do caso Master, e Moraes, personagem do inquérito.
O condimento dos inquéritos sobre proteções políticas às trapaças nas aposentadorias e no mercado financeiro está nos interesses particulares dos candidatos mais destacados nas pesquisas eleitorais:
– Lula tem um dos filhos sob investigação em caso de tráfico de influência; e Flávio Bolsonaro já confessou ter recebido dezenas de milhões de reais em transações obscuras com o antigo dono do banco das fraudes, que completou cinco meses em prisão preventiva.
É sinal de que a crise institucional, protagonizada pelos que deveriam evitá-la, continuará avançando como rio de enchente na direção dos próximos governo e Congresso, com o auxílio luxuoso do Supremo.
Fonte: Revista Veja, Política, 4 set 2026, 06h00 Por José Casado
Caso Master deflagra operação de “salve-se quem puder” em Brasília
À medida que novas mensagens de Daniel Vorcaro vêm à tona, diferentes grupos de poder atuam para tentar preservar seus integrantes
As recentes revelações do rumoroso caso Master deflagraram, nos últimos dias, uma espécie de operação de “salve-se quem puder” envolvendo diferentes grupos de poder em Brasília.
À medida que novas mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro vêm a público e ampliam o alcance da crise, esses grupos intensificam os movimentos para tentar preservar seus integrantes.
O grupo mais atuante é formado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, pelo procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
Os três foram citados nas mensagens do dono do Banco Master que vieram à tona nos últimos dias. E, diante do desgaste, passaram a atuar para tentar sair da crise o menos arranhados possível.
Nesse movimento, contam com um aliado de peso: Gilmar Mendes, atual decano do STF e uma das figuras mais experientes de Brasília quando o assunto é gestão de crises políticas e institucionais.
Gilmar: eminência nem tão parda
Embora não tenha sido diretamente mencionado nas mensagens, Gilmar tem uma relação próxima com Gonet, de quem já foi sócio. O ministro foi um dos padrinhos da indicação do procurador para a PGR.
Gilmar também olha para o próprio futuro do Supremo e para os próximos anos que ainda terá na Corte. Não lhe interessa, portanto, uma crise que enfraqueça seus aliados dentro do tribunal.
Moraes também conta com outro aliado importante: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O senador já deixou claro que, enquanto estiver sentado na cadeira, não abre impeachment do ministro.
Lula é cobrado
Na tentativa de se blindar, o grupo de Moraes cobra apoio do presidente Lula. Para isso, lembram que o Supremo foi um dos principais pilares de sustentação da governabilidade do terceiro mandato do petista.
Lula, porém, não reagiu como o grupo de Moraes esperava. Sem citar nomes, o petista publicou um vídeo defendendo que “é fundamental que se investigue todo mundo sem blindagem, doa a quem doer”.
A menos de um mês para o primeiro turno, a reação de Lula foi baseada no cálculo de que ele não poderia ser omisso neste momento, sob pena de o episódio trazer prejuízos para sua campanha à reeleição.
Mendonça e Messias viram alvo
Em outra frente, o grupo ligado a Moraes decidiu partir para cima de André Mendonça. Foi o ministro quem autorizou o fim do sigilo que permitiu que as mensagens de Vorcaro viessem a público.
Na noite de quinta-feira (3/9), Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, uma investigação contra Mendonça pela prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade.
Moraes pede ainda que o colega seja investigado por favorecimento a determinados grupos políticos. Todos os crimes, segundo ele, teriam sido cometidos no exercício da relatoria dos casos Master e INSS.
A reação do grupo de Moraes também atingiu Jorge Messias. O advogado-geral da União passou a ser alvo de críticas da cúpula da PF, que o acusa de omissão por não ter reagido às decisões de Mendonça.
Fonte: Metrópoles, Política, Opinião, 04/09/2026 07:57 Por Igor Gadelha
Todos os limites já foram ultrapassados!
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/87557/a-nova-reuniao-secreta-entre-moraes-e-alcolumbre-e-os-seus-nefastos-desdobramentos-veja-o-video
Caso Master deflagra operação de “salve-se quem puder” em Brasília
As recentes revelações do rumoroso caso Master deflagraram, nos últimos dias, uma espécie de operação de “salve-se quem puder” envolvendo diferentes grupos de poder em Brasília.
À medida que novas mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro vêm a público e ampliam o alcance da crise, esses grupos intensificam os movimentos para tentar preservar seus integrantes.
O grupo mais atuante é formado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, pelo procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
Os três foram citados nas mensagens do dono do Banco Master que vieram à tona nos últimos dias. E, diante do desgaste, passaram a atuar para tentar sair da crise o menos arranhados possível.
Gilmar: eminência nem tão parda
Nesse movimento, contam com um aliado de peso: Gilmar Mendes, atual decano do STF e uma das figuras mais experientes de Brasília quando o assunto é gestão de crises políticas e institucionais.
Embora não tenha sido diretamente mencionado nas mensagens, Gilmar tem uma relação próxima com Gonet, de quem já foi sócio. O ministro foi um dos padrinhos da indicação do procurador para a PGR.
Gilmar também olha para o próprio futuro do Supremo e para os próximos anos que ainda terá na Corte. Não lhe interessa, portanto, uma crise que enfraqueça seus aliados dentro do tribunal.
Moraes também conta com outro aliado importante: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O senador já deixou claro que, enquanto estiver sentado na cadeira, não abre impeachment do ministro.
Lula é cobrado
Na tentativa de se blindar, o grupo de Moraes cobra apoio do presidente Lula. Para isso, lembram que o Supremo foi um dos principais pilares de sustentação da governabilidade do terceiro mandato do petista.
Lula, porém, não reagiu como o grupo de Moraes esperava. Sem citar nomes, o petista publicou um vídeo defendendo que “é fundamental que se investigue todo mundo sem blindagem, doa a quem doer”.
A menos de um mês para o primeiro turno, a reação de Lula foi baseada no cálculo de que ele não poderia ser omisso neste momento, sob pena de o episódio trazer prejuízos para sua campanha à reeleição.
Mendonça e Messias viram alvo
Em outra frente, o grupo ligado a Moraes decidiu partir para cima de André Mendonça. Foi o ministro quem autorizou o fim do sigilo que permitiu que as mensagens de Vorcaro viessem a público.
Na noite de quinta-feira (3/9), Moraes pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, uma investigação contra Mendonça pela prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade.
Moraes pede ainda que o colega seja investigado por favorecimento a determinados grupos políticos. Todos os crimes, segundo ele, teriam sido cometidos no exercício da relatoria dos casos Master e INSS.
A reação do grupo de Moraes também atingiu Jorge Messias. O advogado-geral da União passou a ser alvo de críticas da cúpula da PF, que o acusa de omissão por não ter reagido às decisões de Mendonça.
Fonte: Metrópoles, Política, Opinião, 04/09/2026 07:57 Por Igor Gadelha
Texto de Flávio Dino. Palavras que levam à reflexão. Oportunistas existem aos montes e é preciso e fundamental preservar as instituições. Só assim a democracia, mesmo imperfeita e que precisa melhorar, sobrevive.
“O orador Cícero perenizou a frase “cedam as armas à toga” (cedant arma togae). Em 37 anos de serviço público, nos três Poderes da República, já vi muitas crises, umas profundas (como a pandemia da COVID), outras menos densas. Independentemente do tamanho, as saídas para as crises dependem de alguns elementos.
Um deles é a consulta aos “clássicos”. Quando Cícero invocava as virtudes da toga (o poder civil) iluminava o poder da palavra, a ponderação, o julgamento racional, a sobriedade e os PROCEDIMENTOS. Um país sem instituições jurídicas sólidas é o sonho dos criminosos e abusadores de todos os feitios. E dos equivocados que se acham tão fortes que não precisam do Estado Nacional. Supostamente “se bastam”, por isso estão prontos a tocar lira enquanto Roma arde em chamas.
Outro elemento que me parece essencial para vencer uma crise é ouvir. Deus, antes de julgar Adão e Eva, ou Caim, OUVIU. E ouvir também implica LER. A Era da Superficialidade, fruto inclusive de um efeito manada, pode conduzir a tragédias. Lembremos as chacinas, os golpes de Estado, as guerras; tudo isso sempre está logo ali na esquina.
Finalmente, ao abordar uma crise temos que avaliar o TEMPO. Não Chronos. Falo de Kairós – o tempo oportuno. Se o sistema juridico não tem autopoiese, ele é um mero joguete de outros poderes, por exemplo forças partidárias em luta eleitoral, Estados estrangeiros, organizações criminosas etc.
Enquanto tais elementos são observados, seguir julgando os nossos processos judiciais não é autossuficiência ou “fingir que não há crise”. É fazer com que a toga fale mais alto do que as armas ou eventuais gritos de hipócritas. Lembro que o maior ORADOR de todas as épocas, Jesus Cristo, disse: “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, mas não se dá conta da viga que está no seu próprio olho?”
O STF é maior do que qualquer um que o integra, por isso a LEALDADE INSTITUCIONAL exige enfrentar os problemas reais, com o devido processo legal e no tempo certo. Ética da convicção e ética da responsabilidade, como nos ensinou Weber.”.
Bandino não é juiz, durante toda a sua vida foi cúmplice dos ladrões narco-socialistas, tornando-se um conselheiro-chefe do CV, organização classificada como narco-terrorista nas democracias americanas.
O que o “rocambole dos infernos” viu na COVID foi a maracutaia do consórcio do NE, quando ele e outros ladrões aproveitaram a pandemia para assaltar os cofres públicos.
Esse tubarão só fala besteirol. Não tem a mínima capacidade de elaborar alguma coisa com nexo e fica repetindo asneiras colhidas do submundo das redes sociais..
Comunista e ateu.
Sempre coerente.
Graças a Deus.
Não que não se possa ser comunista e crente.
Crer não é ruim.
A iniquidade está em fingir que crê, apenas como lhe for conveniente.
Malandramente.
Como no funk.
E camaleonicamente.
Como na natureza.
Pois, o próprio Judiciário Brasileiro se transformou em uma religião pomposa e cara.
Com 11 papas.
Agora 10 papas pois um pulou fora e rebolou no mato.
Se safou como malandro experiente.
Mas no pior sentido.
O do domínio da mistificação
Abandadam a ciência, a consciência e o bom senso.
Tem cheiro de demagogia mal preparada mesmo.
*Abandonaram.
Agora 10 papas pois um pulou fora e rebolou no mato.
Um vadio que já tem substituto lá no corte.
Daniel Vorcaro, tipo boi das piranha$ de plantão, da ora, ao que parece, é mais uma expressão da loucura compulsiva e insaciável por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, elevada à sua enésima potência, que, infelizmente, domina o país, há 136 anos, e que passou a permear a velha guerra tribal, primitiva, permanente e insana pelo vil metal. É por tudo isso, e muito mais, sem ter mais a quem recorrer, tenho teimado em propor e não me canso de dizer que sem a Revolução Pacífica do Leão, a RPL-PNBC-DD-ME, na cena e disputa eleitoral, propondo ao conjunto da população a Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, que mostra sem hesitar o possível novo caminho para o necessário novo Brasil de verdade, porque o resto, na seara político-partidária-eleitoral, “data venia”, é tudo mais dos me$mo$, mais blá-blá-blá, gogó e trololó, sem o borogodó necessário que o momento histórico pede, inclusive nas ruas do país desde Junho de 2013, capaz de motivar e dar esperança palpável de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas para o conjunto da população, apartidária, que teria a chance de se manifestar nas urnas sobre a mega solução, via evolução, realmente antissistema, libertária, cuja possível aceitação popular nas urnas, se massiva, poderia convencer o velho sistema vencido a se render, pacificamente, em prol do megaprojeto novo alternativo de política e de nação, até porque, o resto, repito, representa apenas mais e mais continuísmo da mesmice dos me$mo$, raso e seco, infelizmente, verdade seja dita, Justiça seja feita. https://tribunadainternet.com.br/2026/09/03/vorcaro-diz-a-mendonca-que-criou-sistema-para-protege-lo-mas-que-tudo-se-virou-contra-ele/#comments
art. 37, inciso III, § 2º Lei 14.133/2021.
Depois que vi o ladrão™ no Alemão com o boné do Complexo e o ladino na Maré, entendi que estava tudo dominado, como diz minha amiga evangélica.
Assim como o larápio™ ameaçava chamar o exército do Stédile, não duvido nada que o lixo chame a infantaria do PCC.
Reparou que os soças-comunas adoram ficar ao lado de narco-traficantes-terroristas.??
Para refrescar a memória, estenderam o tapete vermelho do Palácio do Assalto para uma Narco-Traficante..
parece uma irmandade…..
Ora, nós os acusamos de usarem muito dinheiro público para viverem como reis. Pensando bem: como eles poderiam continuar criticando o capitalismo se não experimentassem o que ele pode proporcionar ? Pensando bem, outra vez: será que não bastavam dois dias de experiência, no máximo ?
Infelizmente, este povo não leu e não lerá George Orwell.
Comunismo para você e capitalismo para nós….
Escutei um soça-comuna dizendo “vou acabar com o capitalismo”…
Meu testemunho sobre como me tornei membro dos Illuminati. Lord Felix me ajudou a recuperar minha vida quando eu estava à beira da morte. Fui dispensado após cerca de dois anos e seis meses, tendo sido traído por muitos membros dos Illuminati. Ao longo dos anos, perdi a esperança e estava financeiramente arruinado. Mas, um dia, enquanto navegava na internet, deparei-me com uma publicação de Lord Felix, um grande membro dos Illuminati; ele afirmava que, ao ingressar na organização, seria possível tornar-se famoso, rico e bem-sucedido. Entrei em contato, expliquei minha situação e ele indicou o processo de registro; paguei a taxa para iniciar o processo e fui admitido na Ordem Mundial dos Illuminati. Em seguida, recebi todas as orientações e fui informado de que, após a iniciação, os novos membros são recompensados com a quantia de US$ 2.000.000 em dinheiro. Com a ajuda de Lord Felix, fui plenamente iniciado como membro efetivo dos Illuminati. Meu conselho é: se você já tentou a sorte com golpistas antes, experimente contatar Lord Morgan. É a sua melhor chance de conquistar o futuro que você deseja. Entre em contato com ele pelo WhatsApp: +2348168034022.
u testemunho sobre como me tornei membro dos Illuminati. Lord Felix me ajudou a recuperar minha vida quando eu estava à beira da morte. Fui dispensado após cerca de dois anos e seis meses, tendo sido traído por muitos membros dos Illuminati. Ao longo dos anos, perdi a esperança e estava financeiramente arruinado. Mas, um dia, enquanto navegava na internet, deparei-me com uma publicação de Lord Felix, um grande membro dos Illuminati; ele afirmava que, ao ingressar na organização, seria possível tornar-se famoso, rico e bem-sucedido. Entrei em contato, expliquei minha situação e ele indicou o processo de registro; paguei a taxa para iniciar o processo e fui admitido na Ordem Mundial dos Illuminati. Em seguida, recebi todas as orientações e fui informado de que, após a iniciação, os novos membros são recompensados com a quantia de US$ 2.000.000 em dinheiro. Com a ajuda de Lord Felix, fui plenamente iniciado como membro efetivo dos Illuminati. Meu conselho é: se você já tentou a sorte com golpistas antes, experimente contatar Lord Morgan. É a sua melhor chance de conquistar o futuro que você deseja. Entre em contato com ele pelo WhatsApp: +2348168034022.