‘PF paralela’ e ‘arapongagem’: Flávio Bolsonaro leva críticas feitas no STF para o discurso eleitoral

5 thoughts on “‘PF paralela’ e ‘arapongagem’: Flávio Bolsonaro leva críticas feitas no STF para o discurso eleitoral”

  1. QUEM TEM MEDO…

    DA FEDERAL?

    Som na caixa!

    Você não me assusta, Policinha
    Não tenho medo de você
    Policinha, não tenho medo de você
    Quem tem medo da Federa?
    Federal, Federal?
    Quem tem medo da Federal?
    Tcha-la-la-Ministro-la-lau

    Quem tem medo da Federal?
    Federal, Federal?
    Quem tem medo da Federal?
    Juiz e Procurador-la-lau

    Há muito tempo atrás
    Três minustrinhos viviam no bosque
    Não davam muita atenção
    Pra grande Federal

    O primeiro não era astuto
    Fez sua casa de arbusto
    Tocava a sua flauta
    Brincava pela mata

    O segundo não tinha medo
    Fez sua casa com um feno
    Tocava seu violino
    Brincava com o golpista travestido de banqueiro

    O terceiro falou logo:
    “Minha casa é com tijolos”
    Sou o Decano
    Não vou tentar nem dançar
    Assim não vou acabar
    Quem tem medo da Federal?
    Federal, Federal?
    Quem tem medo da Federal?
    Ai, essas instituições não tão com nada
    Eu quero ver o povo lerdo, os jornalistas e a sociedade civil organizada virem aqui, e soprarem e destruirem a minha casa de esquemas de safadeza.
    Somos Ministros!
    Mas o grande dia veio
    O Povo pegou eles de jeito
    Soprou as casas pro ar
    Mas uma não pôde abalar
    Todos correram pro terceiro
    Na casa feita contra o vento
    Ninguém ficou machucado
    O Povo ficou chateado
    Povinho, não tenho medo de você
    Povo besta! Pensam que vão ter justiça quando o próprio juiz é o bandido
    Há um pacto de corrupção e cobertura seletiva entre os três poderes.
    Quem tem medo da Federal?

  2. Flávio deveria convidar a Eliana Calmon para sua ministra da justiça. Conhece as entranhas do judiciário e sabedoria como lidar com os togados. É juíza, competente, mulher e nordestina. Tem um histórico de combate a corrupção dentro do judiciário. Tê-la no ministério seria um gol de placa.

  3. Dizem que a origem da implicância de Xandão e Gilmar com Mendonça é o enorme sucesso do seu implante capilar.

    OLHA A CABELEIRA DO MENDONÇA…

  4. “Fachin pode resolver, sozinho, essa patifaria que aconteceu hoje no STF. Segue o roteiro:

    1) pedir as notas taquigráficas da sessão de hoje;

    2) transcrever o teor da fala de Flávio Dino, onde consta, sim, com todas as letras, o VOTO dele sobre a questão de ordem em relação à reunião de julgamentos;

    3) reconhecer que Dino não apenas votou, como apresentou extensa fundamentação (cínica, mas apresentou), o que torna o voto dele quanto à questão de ordem CONCLUÍDO;

    4) Tornar sem efeito, a posteriori, o voto proferido por Alexandre de Moraes, por ser óbvia e diretamente interessado na causa, ou – se não tiver coragem para tanto – aplicar a regra do art. 13, IX do RISTF sobre o voto de qualidade (“desempatador”) do presidente do STF;

    5) Com isso devidamente resolvido, lançar um despacho saneador resolvendo todas as questões de ordem apresentadas, delineando, de forma clara, o objeto de julgamento da próxima sessão, para que nenhum cínico alegue desconhecimento: autorizar, ou não, investigação criminal contra o Ministro Alexandre de Moraes.

    Enquanto Fachin era solícito e simpático, a turba composta por Dino-Gilmar-Moraes tratorava tudo o que via pela frente sem dó nem piedade. Moraes pediu um aparte e votou, na maior. Ficou por isso mesmo.

    Fachin não percebeu que, no momento, privilegiar os sorrisinhos e o “bom convívio” significa jogar o país debaixo do trem. Ele falhou miseravelmente na condução da sessão de hoje, lembrando o verso de Arthur Rimbaud: “par délicatesse j’ai perdu ma vie” (por delicadeza, perdi minha vida).”
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