
Aliados afastam ideia de Zema compor eventual governo Flávio
Isabel Mega
CNN
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), indicou a aliados que pretende se afastar por um tempo da política após a eleição de 2026. Os relatos são de que Zema não estaria disposto a assumir cargos no executivo.
Após o 1º turno, o mineiro deu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), que teve uma vantagem de dois pontos sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O objetivo partidário de usar a candidatura para capitalizar apoio aos candidatos para a Câmara dos Deputados, no entanto, foi cumprido. O Novo conseguiu ultrapassar a cláusula de barreira e elegeu 10 parlamentares.
“NÃO É DA POLÍTICA” – Aliados afirmam que, apesar de ter deixado de ser um “outsider” da política, Zema nunca vestiu de fato o figurino de político. “A política é muito difícil para quem não é da política e Romeu não é da política”, relata uma pessoa próxima.
Ao longo da campanha, o ex-governador enfrentou pressão do PL e do próprio partido para desistir e teve que dosar reações para evitar desgastar o Novo. Os relatos são de esgotamento após o cenário do primeiro turno.
Zema teve desempenho inexpressivo nas urnas no 1º turno e ficou em sexto lugar no próprio estado onde foi eleito em 2018 e reeleito em 2022 para o governo. O candidato não ganhou em nenhuma cidade mineira e também não conseguiu fazer a eleição do sucessor, Mateus Simões (PSD).
Zema equiparou-se a uma fraude política
Tivesse mais uma semana de campanha, o ridículo Romeu Zema Neto, que terminou com insignificantes 0,17% dos votos, teria talvez alcançado a proeza inédita de ter um saldo negativo de votos.
Espera-se que, de agora em diante, o insuportável Zema passe a fazer alguma coisa útil na vida e pare de encher o saco do eleitor.
Dizem, nos bastidores, que uma transportadora já se disponibilizou para fazer sua mudança para fora de Minas Gerais – gratuitamente e o quanto antes.
‘Romeu Zema Neto teria indicado a aliados que pretende se afastar por um tempo da política após a eleição de 2026.’
Dizer que pretende se afastar da política por um tempo é absolutamente desnecessário, pois foi a política que se afastou dele — e definitivamente.
‘E haveria ainda relatos de que Zema não estaria disposto a assumir cargos no Executivo.’
É estranho mas compreensível, pois não teria sido convidado para cargo nenhum mesmo – nem de porteiro.