Canal pró-Lula provoca queda de braço no TSE
Mariana Muniz
O Globo
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reiterou nesta terça-feira (13), em caráter de urgência, o pedido para que o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analise sua decisão sobre o canal de WhatsApp “Exército do Lula”.
A manifestação ocorre após uma série de decisões tomadas por Nunes Marques ao longo desta terça, que alteraram as condições para o funcionamento do canal “Exército do Lula”, ligado a apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Inicialmente, o presidente do TSE suspendeu a decisão de Cueva que havia liberado o canal no domingo e censurou o grupo, condicionando sua reativação ao cumprimento de exigências da Justiça Eleitoral.
RETOMADA DO FUNCIONAMENTO – Posteriormente, após reconhecer que as determinações haviam sido atendidas, o presidente do TSE autorizou a retomada do funcionamento, mas apenas depois de um prazo de 48 horas. Ao suspender a decisão de Cueva, Nunes Marques não submeteu a questão à análise do plenário, o que gerou mal-estar no tribunal, como mostrou O Globo.
As mudanças de entendimento ao longo do dia ampliaram a divergência entre a presidência e a Corregedoria do TSE. Na avaliação de Cueva, a disputa deixou de envolver apenas o funcionamento do canal e passou a exigir uma definição colegiada sobre os limites das competências dos dois órgãos, especialmente diante da proximidade do segundo turno das eleições.
“Ante o exposto, reitero, com especial urgência, a solicitação de submissão da decisão de 11/10/2026 ao referendo do Plenário, por meio de sessão presencial ou extraordinária virtual convocada para esse fim”, escreveu o corregedor.
REFERENDO DO PLENÁRIO – No domingo, Cueva havia determinado medidas relacionadas ao funcionamento do canal e submetido sua decisão ao referendo do plenário. Nunes Marques, no entanto, suspendeu o trecho que tratava do restabelecimento do canal, sem determinar que a controvérsia fosse levada ao colegiado.
Na nova decisão, o corregedor chama atenção justamente para a ausência de previsão de julgamento pelo plenário nos despachos posteriores do presidente do TSE.
“A necessidade desta deliberação torna-se ainda mais evidente diante dos pronunciamentos supervenientes, que não contêm determinação expressa de submissão ao colegiado, embora produzam efeitos diretamente relacionados à decisão jurisdicional já encaminhada a referendo”, afirmou.
DISPUTA SOBRE CANAL – A nova manifestação ocorre depois de Nunes Marques proferir duas decisões nesta terça-feira relacionadas ao “Exército do Lula”. Em uma delas, o presidente do TSE condicionou inicialmente o restabelecimento do canal à comunicação de seu endereço eletrônico à Justiça Eleitoral. Posteriormente, reconheceu o cumprimento da exigência e autorizou a retomada do funcionamento após um prazo de 48 horas, observadas as condições estabelecidas.
Em outra decisão, Nunes Marques concedeu uma liminar para suspender os efeitos de parte da determinação de Cueva, especificamente no ponto relacionado ao restabelecimento do canal.
Ao insistir na análise colegiada, o corregedor argumentou que a proximidade do segundo turno torna ainda mais urgente uma definição sobre o assunto. “A urgência da providência decorre da proximidade do segundo turno das eleições e da necessidade de assegurar, em tempo útil, uma solução colegiada que prestigie o diálogo, a harmonia institucional e a delimitação das competências da Presidência e da Corregedoria-Geral Eleitoral”, afirmou.
PROVIDÊNCIAS REGIMENTAIS – O corregedor determinou que sua manifestação seja comunicada imediatamente à Presidência do TSE para a adoção das providências regimentais cabíveis. A convocação de uma sessão para analisar o caso, no entanto, ainda depende de providências do próprio Nunes Marques.
Ministros ouvidos pelo O Globo reservadamente atribuíram a decisão de Nunes Marques de não levar a decisão sobre o “Exército do Lula” a referendo à avaliação de que provavelmente seria derrotado.
O parelho repressivo e censor do Aparato Petista faliu.
Mas ainda, como um soldado que ficou isolado e ficou sabendo sobre a derrota do seu Exército, há quem, inutilmente, resista.
Por acaso o Nunes Marques disse: “Nós derrotamos o petismo”.
O pensamento e práticas toscas do Consórcio, cegos pela febre do ouro, os fazem dar tiros do pé.
Mas ainda, como um soldado que ficou isolado e NÃO ficou sabendo sobre a derrota do seu Exército, há quem, inutilmente, resista.
Lula não é candidato à reeleição, caminha pro cadafalso.
Carcado por todos os lados (não é só por bandidos), no Continente, que resolver detonar com os seus “nossos criminosos”, de mal com o “imperialismo norte-americao, perdeu o controle do Congresso.
Portanto está isolado interna e externamente.
E não terá Dilma pra segurar o tchan,
a nova bomba fiscal, que criou de novo, a destruição dos fundamentos da Economia e a escabrosa corrupção o levarão pro impeachment certamente.t
Resumindo, temos uma campanha animal, jumentos e antas querendo reeleger um jacu de gaiola.
Assuntos que o picolé de chuchu pode jogar na cara do jacu de gaiola.
OS 13 GRANDES PROBLEMAS ESTRUTURAIS DO BRASIL
Por que o Brasil, apesar de suas riquezas naturais e de sua população trabalhadora, continua apresentando baixo desenvolvimento relativo?
📊 1. Baixa produtividade — produzimos menos por trabalhador que as economias mais avançadas. (OCDE; OIT)
🏭 2. Atraso tecnológico e industrial — dependência de tecnologias estrangeiras e dificuldades de inovação. (OMPI — Índice Global de Inovação)
📚 3. Deficiências na educação — desempenho abaixo da média da OCDE no PISA. (OCDE, PISA 2022)
⚖️ 4. Desigualdade social e de renda — concentração de renda e oportunidades. (Banco Mundial; IBGE)
👩 5. Desigualdade de gênero e feminicídio — persistência da violência contra mulheres e de barreiras econômicas. (Fórum Econômico Mundial; FBSP)
✊ 6. Desigualdade racial — diferenças de renda, emprego, escolaridade e acesso a oportunidades. (IBGE)
🗺️ 7. Desigualdade regional — concentração de renda, infraestrutura e atividades econômicas em determinadas regiões. (IBGE)
🏥 8. Deficiências na saúde pública — desigualdade no acesso e na qualidade dos serviços. (OMS; OCDE)
🔫 9. Violência e criminalidade — homicídios e insegurança comprometem vidas e desenvolvimento. (UNODC; Fórum Brasileiro de Segurança Pública)
🏛️ 10. Corrupção e fragilidade institucional — problemas de integridade pública, fiscalização e responsabilização. (Transparência Internacional)
🤝 11. Clientelismo, patrimonialismo e favorecimento — uso de relações pessoais e interesses particulares na distribuição de recursos e benefícios públicos. (Raymundo Faoro; Victor Nunes Leal)
🚧 12. Infraestrutura insuficiente — gargalos em transporte, saneamento, logística e conectividade. (Banco Mundial; CNI)
🌳 13. Degradação ambiental e vulnerabilidade climática — desmatamento, queimadas e impactos de eventos extremos. (INPE; IPCC)
Pior do que o jacu de gaiola será muito difícil encontrar.
Há um estudo muito interessante sobre o porquê de as vítimas de psicopatas, ficarem presas ao seu martírio. O livro chama Mulheres que Amam Psicopatas.
Adaptando para eleitores de psicopatas:
🧠 POR QUE PESSOAS IDOLATRAM POLÍTICOS, MESMO DIANTE DE DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO?
A psicologia social ajuda a compreender esse fenômeno por meio de alguns mecanismos:
🔹 1. Idealização: o político passa a ser visto como um salvador, incapaz de errar.
🔹 2. Dissonância cognitiva: quando surgem evidências contrárias à imagem do líder, o admirador pode negar os fatos para evitar o conflito entre suas crenças e a realidade.
🔹 3. Identidade de grupo: criticar o político é interpretado como atacar o próprio grupo, partido ou identidade.
🔹 4. Viés de confirmação: a pessoa seleciona informações que reforçam suas convicções e rejeita fontes divergentes.
🔹 5. Dependência emocional e necessidade de pertencimento: defender o líder pode proporcionar segurança, reconhecimento e sensação de comunidade.
🔹 6. Justificação moral: erros do próprio líder são minimizados ou justificados como necessários para alcançar um suposto bem maior, enquanto os erros dos adversários recebem condenação severa.
🔹 7. Personalização da política: a lealdade ao indivíduo substitui a avaliação objetiva de suas propostas, ações e resultados.
ChatGpt
A propósito:
https://veja.abril.com.br/coluna/augusto-nunes/o-psiquiatra-ednei-freitas-analisa-a-cabeca-de-lula-esse-tipo-de-psicopata-e-dificil-de-curar-e-o-paciente-nao-melhora-na-cadeia/