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Flávio provocou tanto que Lula perdeu a paciência…
Bianca Gomes
Estadão
Participantes de grupo qualitativo conduzido pelo cientista político Renato Dorgan apontaram excesso de ataques e falta de propostas no primeiro embate entre os dois candidatos
“Decepcionante”, “triste”, “vergonhoso”, “infeliz”, “irresponsável”, “uma piada”. Foi assim que os integrantes do grupo descreveram o primeiro confronto entre os candidatos à Presidência Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), promovido neste domingo, 18, pelo Grupo Bandeirantes, Estadão, TV Gazeta, TV Cultura e Jovem Pan.
Para esses eleitores, faltou qualidade e sobrou baixo nível nas discussões entre os dois nomes que querem governar o País pelos próximos quatro anos.
12 ELEITORES – Conduzida pelo cientista político Renato Dorgan, CEO do instituto Travessia, a pesquisa reuniu 12 eleitores: quatro indecisos, quatro que declaravam voto em Flávio Bolsonaro e quatro que pretendiam votar em Lula.
Em uma casa na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, eles acompanharam o debate e comentaram em tempo real o primeiro encontro entre os dois candidatos. Durante a transmissão, os participantes usaram cartões coloridos para sinalizar suas reações: verde para aprovação, amarelo para neutralidade e vermelho para reprovação.
A dinâmica ocorreu em uma “sala de espelho”, que permitia à reportagem observar os participantes do outro lado de um vidro, sem ser vista por eles. A pesquisa qualitativa, amplamente usada pelas campanhas, tem caráter analítico, sem rigor estatístico, e não se iguala a uma pesquisa de intenção de voto.
SEM EXCEÇÃO – As críticas ao debate atravessaram os três grupos de eleitores, sem exceção. Ao final da programação, a avaliação geral foi de que faltou discussão mais qualificada sobre o País.
“O primeiro bloco, sobretudo, teve uma carga emocional muito pesada, o que prejudicou as avaliações ao longo do debate. O tom do confronto baixou as expectativas em relação aos candidatos e deixou os eleitores desanimados quanto às perspectivas para o futuro. Lula pareceu repetitivo e um tanto demagogo, enquanto Flávio soou vazio e agressivo demais”, avalia Dorgan, que realizou a pesquisa a pedido do Estadão.
Um dos eleitores indecisos, que cogita anular o voto no próximo domingo, 25, resumiu o sentimento da sala: “Eu não gostei do debate. Poderiam discutir pautas relevantes, mas não quiseram. Quem quer ser presidente precisa trazer muito mais propostas para convencer a gente de votar, mas parece que eles não estão a fim disso.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Os comentários, infelizmente, não se referem ao principal objetivo do debate, que sempre visa a definir “quem ganhou”. Assim, nada dessas análises e opiniões me interessa. A meu ver, o que importa é definir o vencedor, que no caso foi Flávio Bolsonaro, pois conseguiu deixar Lula sem saber o caminho de casa, inclusive fazendo discurso com o microfone já cortado, o que foi mais do que patético… (C.N.)
O fato é que a democracia partidária, tanto nos EUA quanto no Brasil, esgotou-se, com os seus restos mortais lá comprados pelo mafioso, Donald Trump, e aqui, no Brasil, pelo mafioso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ao que parece. E A NOSSO VER, A DEMOCRACIA DE VERDADE, DIRETA, COM MERITOCRACIA E DEUS NA CAUSA, no bojo da RPL-PNBC-DD-ME, pela qual o conjunto da sociedade apartidária gritou firme, forte, alto e em bom som nas ruas do país em Junho de 2013, emblemática e sintomaticamente, é a única fórmula capaz de anular o estado de coisa$ e coiso$ em que a república do militarismo e do partidarismo transformou o Brasil. ENTÃO jovem advogado, recém-formado, no início da década de 80, aderimos ao PT, seduzidos exatamente pelo discurso do somos coerentes e diferentes de tudo isso que aí está, somos contra a podridão sistêmica, e assim chegamos ao poder. Todavia, ao constatar que as mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas que o país, a política e a vida da população tanto necessitava e continua necessitando não era apenas uma questão de discurso mas isto sim de oferecimento para o conjunto da sociedade de projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, antissistema de verdade, que mostra nova política de verdade a ser estabelecida no lugar da velha política, fato que me levou a pular fora do PT e da política-partidária-eleitoral, prevendo tudo isso que tem acontecido no Brasil, na seara política, econômica e social, de modo que até para não perder a viagem política que iniciei, e que roubou parte da minha vida, tratei de me antecipar aos fatos vindouros e avançando 100 anos no tempo e no espaço, face ao tempo perdido pelo Brasil com disputas histéricas e estéreis, elaborei o megaprojeto das mudanças com as quais sempre sonhei desde criancinha, para o nosso país, a política e a nossa gente, que apelidei de RPL-PNBC-DD-ME, com o qual bati em várias portas partidárias, no espectro da esquerda, tentando colocá-la na cena eleitoral, inclusive no PSOL que, infelizmente, preferiu abandonar a sua posição de alternativa ao PT para se rebaixar à condição de puxadinho do PT, dominado pela dupla lulista, Boulos e Medeiros, e deu no que deu, com o conjunto da sociedade dividido e envolvida no estado de guerra tribal, primitiva permanente e insana por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, gerado pela política-partidária-eleitoral, que gira em torno do nada e do coisa nenhuma em termos de mudanças de verdade, sérias, estruturais e profundas, com a esquerda toda e tb a direita bem intencionada, acuadas pela pior espécie de retrocesso oportunista, peçonhento, que não desiste nunca das tetas gordas do erário, com o Rio de Janeiro, p. ex., já transformado num estado de criminalidade, que não pode contaminar o resto do Brasil, sob pena de perda total, que acabará acontecendo caso o nosso megaprojeto continue sendo isolado não obstante mais atual e mais necessário do que nunca, inclusive com alguns excertos copiados tanto pela direita quanto pela esquerda, restando claro tb que o discurso do contra tudo isso que aí está tb continua mais atual do que nunca, à mercê de toda espécie e sorte de aventureiros, charlatões, oportunistas e aproveitadores. https://tribunadainternet.com.br/2026/10/17/chico-alencaraponta-para-a-mediocrizacao-da-politica-apos-avanco-da-direita/?fbclid=IwY2xjawVBoWVleHRuA2FlbQIxMQBwZG9mAXNydGMGYXBw