Brasil e Europa deparam-se com a ameaça de interferência
Mafalda Anjos
Folha
O Brasil tem eleições em outubro e há uma ideia no ar: podem os Estados Unidos interferir de alguma forma? Não seria caso único. A Europa debate o mesmo problema. Sim, a ameaça é real.
De certa forma, o que se vive hoje é uma Guerra Fria 2.0: o espaço de competição entre grandes potências passa por informação, tecnologia, sociedade civil e até por eleições. A interferência eleitoral estrangeira é uma prática histórica documentada: sabe-se que aconteceu em Itália, em 1948; no Chile, em 1964; e recentemente nos Estados Unidos, em 2016, só para citar alguns exemplos.
INGERÊNCIA – Ela pode assumir várias formas: financiamento secreto, propaganda, apoio a organizações partidárias, ou operações clandestinas de desinformação, ciberataques ou mesmo a compra de votos.
A ingerência pode ser discreta, mas eficaz: muitas operações procuram condicionar preferências, reduzir a participação, favorecer ou desfavorecer candidatos, ou apenas lançar desconfiança sobre os processos eleitorais. As redes sociais vieram, nos últimos anos, dar uma ajuda poderosa a estas manobras.
CONDICIONAMENTO – O governo brasileiro acusa agora a administração Trump de tentar condicionar o ambiente das presidenciais de outubro, numa crise diplomática com pressão política e econômica sem fim à vista.
Na Europa, vivemos situações semelhantes. Pelo menos desde 2019, a União Europeia vê nisso uma ameaça híbrida. E as evidências são crescentes. No ano passado, houve apoio público de figuras da administração Trump, como Elon Musk e J. D. Vance, ao partido da extrema-direita nas eleições federais alemãs e há indícios substanciais de operações russas de influência que também favoreceram a AfD.
Ainda há três semanas, o chanceler alemão Friedrich Merz exigiu que o governo Trump respeitasse o princípio da não intromissão nas próximas eleições regionais, em setembro. Mas a verdade é que Trump não parece com vontade de respeitar essa regra… e nem procura disfarçar.
PROGRAMA DE SUBSÍDIOS – Em 13 de julho, o Departamento de Estado lançou um programa de subsídios de US$ 5 milhões (R$ 26 milhões) destinado a apoiar grupos de direita radical alinhados ao movimento conservador Maga na Europa. E a proximidade de calendários eleitorais europeus não é uma coincidência.
Os “Engenheiros do Caos”, como lhe chamou o cientista político Giuliano da Empoli, estão por aí. Conseguem construir narrativas para enfraquecer a confiança nas instituições, agravar polarizações e abalar as democracias.
Sr. Newton
Por falar em “guerra”. veja que interessante….
Comunistas caçando comunistas é demais da conta.
E esse parasita-mamador foi um dos (a)fundadores da Facção 9 Fingers…
Rui Pimenta, do PCO, chama ação da PF de ‘ridícula’: ‘Digna de palhaços’…
https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2026/08/11/rui-pimenta-do-pco-chama-acao-da-pf-de-ridicula-digna-de-palhacos.ghtm?cmpid=copiaecola
Depois ficam bravinhas por causa da zoeira…
HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA!HA…..
aquele abraço
Se à pedido de Barroso, Biden, USAID e etc… interferiram,porque negar o mesmo à Trump e Musk?
O objetivo dos Bolsonaro sempre foi claro: dar um golpe de Estado e impor uma ditadura.
Fracassados nessa tentativa, buscam derrotar Lula com a intervenção do governo Trump, entregando a soberania nacional e os recursos do Brasil.
Parece que alguns esquerdistas daqui do site se inspiram nos sistemas eleitorais dos países comunistas e querem adotá-los aqui.
Na Revolução de 17 os bolcheviques votaram para toda a família do Czar fosse fuzilada, Mao não deu golpe, e Chiang Kai-shek foi abalroado, o Kmer Vermelho chegou pelo voto, Fidel pelo voto e o golpista é Bolsonaro.
Bolsonaro é um golpista de nascença, é golpe pra lá e pra cá, não pode ver um petralha que dá logo uma bicuda nas nádegas do pernicioso.
E enquanto isso o bem aventurado queridinho da esquerda, o afável, foi condenado à morte.
O tribunal de Damasco condenou o ex-presidente sírio Bashar al-Assad à morte à revelia, após tê-lo considerado culpado de crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos durante o conflito que devastou a Síria por quase 14 anos.
Ah… Cuidado vocês aí, comunista não é brinquedo não.
Ele se refugiou na Rússia.
O “The Guardian” relatou em dezembro do ano passado que os Assad vivem com luxo, mas de forma isolada, longe dos círculos sírios e russos que frequentavam. Uma fonte próxima ao Kremlin disse ao jornal: “Putin tem pouca paciência com líderes que perdem o controle do poder, e Assad não é mais visto como uma figura de influência ou mesmo um convidado interessante para chamar para jantar”…
Mas será que os ditos e havidos como cristãos são mais ” honrados , honestos e decentes ” , que os ditos e tanto demonizados comunistas , como tanto é propagado aos quatros ventos?