Flávio Bolsonaro tenta ganhar tempo
Bernardo Lima
O Globo
A sinalização do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de que pode votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala de trabalho 6×1 mobilizou integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A medida é bandeira eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foi destravada no Senado após o petista iniciar uma reaproximação com o chefe do Legislativo.
Do lado da campanha de Flávio, a articulação envolvendo a PEC está concentrada no senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da candidatura do PL. O parlamentar apresentou uma PEC alternativa e tenta mudar a rota do debate no Senado.
PREVISÃO – O Congresso pausou as atividades durante as eleições e definiu que só vai realizar duas semanas de esforço concentrado para realizar votações antes do pleito. A primeira semana aconteceu no início de agosto e a segunda está prevista para a semana que começa no dia 31 de agosto.
Durante a primeira semana de esforço concentrado, Marinho tentou um acordo com Alcolumbre para que a proposta que muda a escala de trabalho não fosse votada em meio ao período eleitoral.
Em um revés para a estratégia da campanha de Flávio, na mesma semana, Alcolumbre teve reuniões com Lula e se comprometeu a destravar a PEC. Após o encontro, o presidente do Senado remeteu a iniciativa, que estava travada desde maio, para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e deu aval para que um relator aliado do Planalto fosse escolhido, o senador Omar Aziz (PSD-AM).
MOBILIZAÇÃO – Apesar disso, a ideia é que a oposição se mobilize para impedir que a PEC seja votada. Aliados de Flávio contam com o pouco tempo que a iniciativa tem para ser analisada para impedir a conclusão da tramitação. A ideia é tentar fazer pedidos de vista para adiar a votação na CCJ, apresentar emendas para alterar o texto e tentar ganhar tempo para impedir que o texto seja analisado pela comissão e pelo plenário na última semana de esforço concentrado.
Mesmo aliados do governo, como o presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), e o relator da PEC, Omar Aziz (PSD-AM), dizem que o cenário está indefinido e não é possível saber se haverá acordo para aprovar a iniciativa antes das eleições. Aziz diz que vai apresentar o relatório durante a semana de esforço concentrado, mas que a definição de quando ela será votada caberá aos líderes das bancadas.
“DEBATE MAIOR” – O discurso na campanha presidencial de Flávio é que a iniciativa é complexa e exige um debate maior. Aliados do presidenciável evitam ir contra o teor da proposta, já que reconhecem que é um tema caro ao trabalhador, mas dizem que o assunto precisa ser debatido fora do período eleitoral e sem estar contaminado por uma discussão política.
“Lula está desesperado, o seu governo foi um desastre. Teve quatro anos para viabilizar pautas positivas e não fez. Agora, quer, às vésperas da eleição, alardear o seu interesse nessas pautas”, disse o deputado Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio, que votou a favor da medida quando a PEC foi aprovada pela Câmara.
PEC DO MARINHO – O texto alternativo apresentado por Marinho propõe que empregados escolham entre o regime tradicional da CLT e um modelo baseado em horas efetivamente trabalhadas. Pela PEC articulada pelo coordenador da campanha de Flávio, a compensação de horários e a redução da jornada poderão ocorrer por acordo individual, convenção coletiva ou negociação direta entre empregado e empregador.
A iniciativa do coordenador da campanha de Flávio se encontra na CCJ do Senado, mas o presidente da comissão, Otto Alencar, disse que não vai designar um relator para a proposta. Alencar, no entanto, disse que, se tiver acordo, o relator pode incluir trechos dela na PEC que o governo deseja aprovar.
Em reuniões com empresários, a campanha de Flávio também tem se posicionado contra votar a medida no período eleitoral. “É um debate populista, inócuo na realidade atual das famílias brasileiras. O cara tem que ter liberdade para trabalhar o quanto ele quiser. É uma ficção dizer que está se concedendo alguma coisa (com a redução da jornada) enquanto quem produz não vai ter condição (de arcar com o aumento do custo de mão de obra). Vai ter um custo enorme em relação a isso”, disse Daniella Marques, da equipe econômica do candidato, durante evento promovido pelo grupo empresarial Lide na última sexta-feira.
UM CRIME QUE CHOCOU O BRASIL EM 1973: E FOI SILENCIADO PELO REGIME MILITAR DE TODAS AS FORMAS!
Em Brasília, na terça-feira, 11 de setembro de 1973, por volta das 13h50, um carro encostou na L2 Norte, em frente ao Colégio Madre Carmen Sallés.
De dentro do veículo, os pais de Ana Lídia Braga, uma menina de apenas 7 anos, viram a filha caminhar em direção à entrada. Confiantes de que a garota havia entrado em segurança na escola, eles deram partida no veículo e foram embora.
O que os pais não viram foi o movimento metros adiante. Testemunhas observaram quando um rapaz jovem, alto e de cabelos loiros aproximou-se de Ana Lídia.
Com extrema naturalidade — revelando a familiaridade de quem parecia conhecer bem aquele jovem —, a menina segurou na mão dele sem relutar.
Logo em seguida, os dois se juntaram a um segundo rapaz e os três caminharam juntos até sumirem completamente de vista.
Por volta das 17h, o desespero começou a se desenhar. A empregada da família chegou ao colégio para buscar a garota e foi surpreendida pela notícia das freiras: Ana Lídia não havia assistido às aulas naquele dia.
O pânico tomou conta dos pais. À noite, a família recebeu uma ligação assustadora exigindo 2 milhões de cruzeiros de resgate. Ao fundo da linha, ouvia-se o choro desesperado da criança, reforçado por um bilhete com as mesmas exigências.
Na manhã do dia seguinte, 12 de setembro, a busca terminou da forma mais trágica possível. O corpo de Ana Lídia foi encontrado em uma vala rasa, num matagal entre a Avenida das Nações e o campus da Universidade de Brasília (UnB).
A cena do crime chocou os peritos. O corpo da menina apresentava sinais extremos de tortura: esfoliações por todo o tronco, queimaduras de cigarro e o cabelo cortado de forma rústica e grotesca, rente ao couro cabeludo.
O laudo confirmaria que ela fora abusada sexualmente e morta por asfixia por volta das 6h da manhã. No local, a perícia observou marcas de pneus e recolheu camisinhas com sêmen de pelo menos dois rapazes.
Brasília era uma capital recém-inaugurada, planejada para ser um símbolo de modernidade e paz, sem qualquer histórico de crimes violentos dessa magnitude.
A brutalidade do assassinato de Ana Lídia mudou para sempre a percepção de segurança na cidade, destruindo a sensação de que a nova capital era um lugar intocável.
As investigações da Polícia Civil logo recaíram sobre duas figuras centrais do convívio próximo da vítima: Álvaro Henrique Braga (18 anos), irmão e padrinho de Ana Lídia, e Raimundo Lacerda Duque, amigo da família e funcionário público com histórico de dependência química e conhecida atração por menores.
Álvaro tornou-se o principal suspeito de ter retirado a menina da escola por um motivo físico direto: sua aparência, loiro, alto e jovem, batia com precisão absoluta com o relato das testemunhas.
Ao escarafunchar a rotina do rapaz, os investigadores mapearam a dinâmica social da elite brasiliense na época:
Álvaro frequentava o Colégio Unidade de Ensino do Distrito Federal (UEDF), instituição de classe média alta onde estudavam os filhos das figuras mais poderosas da República.
Nos bastidores do colégio, jovens da alta sociedade mantinham uma rede fechada de fornecimento e consumo de drogas. Filhos de autoridades políticas eram os principais distribuidores nessa engrenagem.
No grupo, Álvaro ocupava uma posição vulnerável. Descrito como um jovem facilmente manipulável e profundamente submisso aos rapazes mais abastados e influentes da turma, ele buscava aceitação constante.
Para manter seu lugar naquele círculo, começou a consumir e comprar drogas com eles, acumulando dívidas financeiras vultosas que não tinha como pagar.
A principal teoria construída pela polícia apontava que, pressionado pelas dívidas e agindo com total submissão a esse grupo, Álvaro pegou a própria irmã na porta da escola.
Ele não previa o desfecho fatal: a intenção inicial seria entregá-la e simular um sequestro para extorquir o próprio pai. Raimundo Duque teria ajudado no suporte logístico.
A menina teria sido levada para uma chácara em Sobradinho pertencente à família de um político influente, local usado pela elite jovem para festas com sexo e drogas.
Contudo, a situação fugiu do controle, resultando na violência extrema e no assassinato da criança. Entre os nomes ligados às apurações estavam Alfredo Buzaid Júnior (“Buzaidinho”), filho do então Ministro da Justiça, e Eduardo Ribeiro Resende (“Resendinho”), filho do líder do governo no Senado.
Buscando proteger o único filho que lhes restava do escândalo e da cadeia, os pais de Ana Lídia deram depoimentos alinhados para criar um falso álibi para Álvaro, sustentando que ele estivera em casa durante o horário do desaparecimento da irmã.
Pressionados pelos investigadores sobre a proteção desmedida ao jovem apesar das evidências, os pais expressaram o desespero que movia aquele ato: se já haviam perdido uma filha de forma tão trágica, não aceitariam perder também o filho.
Diante do cerco policial e do julgamento público, em 1974 a família enviou Álvaro para o Rio de Janeiro para tirá-lo do foco dos holofotes em Brasília.
Com o envolvimento de sobrenomes ligados à cúpula do regime militar, a engrenagem do Estado agiu para abafar o caso:
O sêmen e as camisinhas recolhidas no local do crime sumiram dos arquivos periciais sem jamais passarem por exames de compatibilidade ou análises aprofundadas. Prova por prova, o inquérito foi sendo sistematicamente esvaziado por mãos invisíveis dentro do aparelho estatal.
Conforme o assassinato ganhava as capas dos jornais, a comoção pública ameaçava expor o envolvimento de herdeiros da alta cúpula política da capital.
Temendo o impacto desgastante de um escândalo desse porte, o regime militar agiu com força total. O regime decretou censura prévia e irrestrita à imprensa, proibindo jornais, rádios e emissoras de televisão de publicarem qualquer informação, avanço ou investigação paralela sobre o caso Ana Lídia, sufocando o debate público e garantindo que o crime caísse no silêncio forçado.
Por falta de provas materiais consistentes nos autos — destruídas ou ignoradas —, Álvaro e Raimundo Duque acabaram absolvidos pela Justiça.
Ao longo dos anos, cerca de 14 pessoas ligadas a testemunhas, pequenos traficantes e informantes do caso morreram em circunstâncias altamente suspeitas e nunca esclarecidas.
Alfredo Buzaid Júnior (“Buzaidinho”), filho do então Ministro da Justiça Alfredo Buzaid, morreu em 1975 em um acidente de carro mal explicado. Anos depois, ao exumarem seu corpo para tentar colher material pericial, descobriu-se que a ossada no túmulo não possuía nenhum dente — um detalhe que levantou suspeitas de manipulação do cadáver para inviabilizar a identificação por odontologia legal e alimentou teorias de que ele sequer teria morrido ali.
Os demais nomes associados ao caso também tiveram fins trágicos ou obscuros: Eduardo Ribeiro Resende (“Resendinho”), filho do líder do governo no Senado, Eurico Resende, cometeu suicídio anos mais tarde. Já Raimundo Lacerda Duque, o funcionário público apontado como cúmplice no início das investigações, afundou no vício e morreu em decorrência do alcoolismo.
O caso prescreveu formalmente na Justiça em 1993 e a impunidade selou o desfecho de um dos crimes mais sombrios do país. Com o passar do tempo, quase todos os personagens centrais dessa tragédia faleceram.
Atualmente, o irmão de Ana Lídia, Álvaro Henrique Braga é o único sobrevivente de todos os suspeitos centrais envolvidos nas investigações do assassinato de sua irmã.
Enquanto os outros nomes apontados pela polícia tiveram fins trágicos, Álvaro seguiu um rumo completamente diferente.
Ele deixou Brasília para trás, reconstruiu a vida no Rio de Janeiro e ingressou na faculdade de Medicina. Formou-se e atua até hoje como médico na capital fluminense, mantendo uma rotina extremamente discreta.
Em 2023, quando o crime completou 50 anos, veículos de imprensa o procuraram no Rio de Janeiro para que finalmente falasse sobre a tragédia. Álvaro, no entanto, recusou-se categoricamente a dar qualquer entrevista, mantendo o silêncio absoluto que adotou durante cinco décadas sobre o caso.
Lembrete:
O filho do então ministro da justiça Alfredo Buzzai , Fernando Collor de Melo e vários outros filhinhos de papai , participaram ao drogarem , estuprarem e assassinarem a menina Ana Lídia .
*MEDICINA BEM COMPREENDIDA*
Muitas *doenças* não são doenças, mas sim *envelhecimento normal*. O diretor de um hospital de Pequim deu estes conselhos aos idosos:
Você não está doente, você está envelhecendo. Muitas condições que você considera *doenças* não são doenças, mas sim sinais de que o *corpo está envelhecendo*.
1. *Memória fraca* não é Alzheimer, mas um mecanismo de autoproteção do cérebro idoso. Isso é o cérebro envelhecendo, não uma doença. Se você simplesmente esquece onde colocou as chaves, mas consegue encontrá-las sozinho, NÃO é demência.
2. *Andar devagar* e ter pernas e pés instáveis não é paralisia, mas degeneração muscular. A solução NÃO é tomar remédios, mas sim *se mexer*.
3. *Insônia* não é uma doença, mas o cérebro está ajustando seu ritmo. É uma mudança na estrutura do sono. Não tome remédios para dormir indiscriminadamente. A dependência prolongada de pílulas para dormir e outros medicamentos para adormecer aumenta o risco de quedas, comprometimento cognitivo, etc. *A melhor pílula para dormir* para idosos é *tomar mais sol* durante o dia e manter uma rotina regular.
4. *Dores no corpo* não são reumatismo, mas uma reação normal ao envelhecimento dos nervos.
5. Muitos idosos dizem: Meus braços e pernas doem em todos os lugares. É reumatismo ou hiperplasia óssea? Os ossos ficam frouxos e finos, mas 99% das “dores no corpo” não são uma doença, mas uma condução nervosa lenta, que amplifica a dor. Isso é chamado de *sensibilização central*, uma alteração fisiológica comum em idosos. *Exercícios* são a cura, em vez de tomar remédios.
6. *Colesterol.* Os idosos têm níveis de colesterol ligeiramente mais altos porque viveram mais. O colesterol é a matéria-prima para a síntese de hormônios e membranas celulares. Um nível muito baixo pode facilmente reduzir a imunidade. As Diretrizes para a meta de redução da pressão arterial em idosos são <150/90 mmHg, e não o padrão para jovens <140/90. Não trate o *envelhecimento* como *doença*.
7. Envelhecer não é uma doença, é um caminho necessário.
Algumas palavras devem ser ditas aos idosos e seus filhos:
Primeiro, lembrem-se: nem todo *desconforto* é uma doença.
Segundo, muitos idosos têm medo de ficar "assustados". Não se assustem com o laudo do exame físico nem se deixem enganar por propagandas.
Terceiro, o mais importante para as crianças não é levar os pais *apenas* ao hospital, mas acompanhá-los em caminhadas, banhos de sol, refeições, conversas e vínculos.
*O envelhecimento* não é o inimigo. É outra palavra para viver… mas a *estagnação* é o inimigo!
*Mantenha-se saudável*
Um oncologista brasileiro disse:
1. A meia-idade começa aos 50 e deve terminar aos 70.
2. Os anos dourados começam aos 70 e terminam aos 80.
3. A velhice começa aos 80 e termina aos 90.
4. A longevidade começa aos 90 e termina após a morte.
5. O principal problema de uma pessoa idosa é a solidão. Geralmente, os cônjuges não morrem juntos, alguém morre primeiro. Uma viúva ou viúvo se torna um fardo para a família. Por isso é tão importante não perder o contato com os amigos, reunir-se e se comunicar com frequência, para não ser um fardo para seus filhos e netos, que provavelmente nunca o dirão.
Minha recomendação pessoal é não perder o controle da sua vida. Isso significa decidir quando e com quem sair, o que comer, como se vestir, para quem ligar, a que horas dormir, o que ler, com o que se divertir, o que comprar, onde morar, etc. Porque se você não puder fazer todas essas coisas livremente e sozinho, você se tornará uma pessoa insuportável que será um fardo para os outros.
William Shakespeare disse: "Estou sempre feliz!" Sabe por quê? Porque eu não espero nada de ninguém. Esperar é sempre angustiante. Os problemas não são eternos; eles sempre têm uma solução. Acreditamos que somos os culpados pelos nossos problemas. O único para o qual não há cura é a morte.
Antes de reagir… respire fundo;
Antes de falar… ouça;
Antes de criticar… olhe para si mesmo;
Antes de escrever… pense com cuidado;
Antes de atacar… renda-se;
Antes de morrer… viva a vida mais bela que puder!
O melhor relacionamento não é com a pessoa perfeita, mas com alguém que aprendeu e está aprendendo a viver da forma mais interessante e bela possível.
Observe as deficiências dos outros… mas também admire e elogie suas virtudes.
Se você quer ser feliz, precisa fazer outra pessoa feliz.
Se você quer algo, precisa primeiro dar algo de si.
Você precisa se cercar de pessoas boas, amigáveis e interessantes e ser uma delas.
Lembre-se: em momentos difíceis, mesmo com lágrimas nos olhos, levante-se e diga com um sorriso: "Está tudo bem, porque somos frutos de um processo evolutivo."
*Teste rápido*: se você não encaminhar esta mensagem para ninguém, então você é uma pessoa infeliz, solitária e sem amigos.
Envie esta mensagem para as pessoas que você valoriza.
Definitivamente esse estúpido não quer se eleger.
Ele vai fugir!
As malas já foram na frente via Havengate.
Tchau!!!
José Luis
“Livrar o ex-mito da prisão e encabrestar o Supremo – ou seja, duas pautas autoritárias – é a única agenda que importa para Flávio nesta campanha.”
Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 21/08/2026 | 03h02 Por Editorial
Quem disse a Flávio Bolsonaro ‘você não entende nada de política’ foi o próprio pai, Jair Bolsonaro, durante a apuração do primeiro turno das eleições de 2022”, afirmou o ex-comandante da Aeronáutica Carlos de Almeida Baptista Junior.
Fonte: O Globo, Política, Opinião, 19/08/2026 15h13 Por Bela Megale
Quando o ex-mito disse que Flávio “não entende nada de política”, devia saber o que estava dizendo
Esse gesto vai enterrar sua candidatura. Já que é um mentiroso costumas poderia até defender a 6X1 ou ao menos ficasse calado. O chamado povão não tem discernimento suficiente para entender essa equação. A questão é muito mais profunda inclusive porque pelo empresário o “ideal” seria lucro máximo e custo zero. Exploração nas alturas. Por isso os robôs humanoides irão substituir os humanos em TUDO que for possível. TUDO!!!
Flávio tem mentalidade de escravocrata
Ao mobilizar a oposição para barrar o fim da escala 6×1 no Senado, Flávio demonstra uma mentalidade escravocrata.
Afinal, ele não acorda às 4h da manhã, pega trem e metrô, trabalha duro o dia todo e só chega em casa às 20h.
Flávio tem mentalidade de escravocrata
Ao mobilizar a oposição para barrar o fim da escala 6×1 no Senado, Flávio demonstra uma mentalidade escravocrata.
Afinal, ele não acorda às 4h da manhã, pega trem e metrô, trabalha duro o dia todo e só chega em casa às 20h.
Estamos detonando o robô Jaco, porque não sabe dialogar sem ofender os outros
Carlos Newton
Na vida tudo tem limites, inclusive minha paciência para aturar desaforos. Aqui no Blog, temos poucas regras. Não aceitamos palavrões nem ofensas a ninguém, inclusive aos articulistas e comentaristas. Assim, é fácil conviver por aqui.
Mas há quem não aceite opiniões contrárias e ofenda os demais participantes que não comunguem as mesmas ideias e teses.
DISSE JACO – O comentarista que se assina Jaco é um robô do PT que passou os limites e ofendeu justamente o editor do blog, na seguinte postagem:
Qualquer pessoa com o mínimo de informação,sabe quem são os aliados do Flávio Bolsonaro. Nem vou perder meu tempo.
O CN, no RJ, apoia essa rapaziada….gente de bem…que paga em dinheiro e faz o bem protegendo as pessoas… mediante a pagamento é claro. Ninguém é de ferro.
CN é um pessoa de bem,temente a Deus e desapegado.
Quase uma Madre Teresa de Calcutá.
DESCARTÁVEL – Essas coisas as pessoas como Jaco falam de longe, fica fácil. Não ligo a mínima para idiotas como ele, que não me conhece e não sabe que sou mais perverso do que Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, somados.
Então, com um prazer quase sexual, estou deletando do blog esse imbecil, que é um robô pago pelo PT para passar o dia inteiro lendo a Tribuna, é um reles viciado em opinar e vai ter de arranjar outro espaço para vomitar suas depressões.
E vamos em frente, sempre respeitando a opinião dos outros.
Sr. Newton
O Acadêmico Lambão voltou a sujar o blog com sua hemorróida cerebral soltando excrementos stalinácios…..
Mas, esquece que nosso Editor-Chefe é o Baba Yaga Brasileiro…
È mais perverso e vingativo que o Lex Luthor, o Careca de Ouro, e o Boca de Lagartixa juntos…
Será uma detonação completa, para limpar o blog desse parasita soça-comuna…
Aguardando a detonação em
3,2,1
Para o Bem da Humanidade , do Brasil e do Blog…
aquele abraço
Flávio tem um único objetivo: tentar destruir Barba com o apoio de Trump e, em troca, entregar o país aos Estados Unidos.
Nada além disso: nenhum plano ou projeto de governo, que tenha escrito ou lido.
Não há como descartar esse golpe contra o Brasil: o da entrega do País, de bandeja, para os EUA.
Trump interfere na eleição e Flávio paga dando o que ele quiser depois.
Adendos, em:
https://www.facebook.com/share/v/1FUxh8vvBf/
Carlos Newton
Na vida tudo tem limites, inclusive minha paciência para aturar desaforos. Aqui no Blog, temos poucas regras. Não aceitamos palavrões nem ofensas a ninguém, inclusive aos articulistas e comentaristas. Assim, é fácil conviver por aqui.
Mas há quem não aceite opiniões contrárias e ofenda os demais participantes que não comunguem as mesmas ideias e teses.
DISSE JACO – O comentarista que se assina Jaco é um robô do PT que passou os limites e ofendeu justamente o editor do blog, na seguinte postagem:
Qualquer pessoa com o mínimo de informação,sabe quem são os aliados do Flávio Bolsonaro. Nem vou perder meu tempo.
O CN, no RJ, apoia essa rapaziada….gente de bem…que paga em dinheiro e faz o bem protegendo as pessoas… mediante a pagamento é claro. Ninguém é de ferro.
CN é um pessoa de bem,temente a Deus e desapegado.
Quase uma Madre Teresa de Calcutá.
DESCARTÁVEL – Essas coisas as pessoas como Jaco falam de longe, fica fácil. Não ligo a mínima para idiotas como ele, que não me conhece e não sabe que sou mais perverso do que Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, somados.
Então, com um prazer quase sexual, estou deletando do blog esse imbecil, que é um robô pago pelo PT para passar o dia inteiro lendo a Tribuna, é um reles viciado em opinar e vai ter de arranjar outro espaço para vomitar suas depressões.
E vamos em frente, sempre respeitando a opinião dos outros.
Sr. Newton
Quase duas semanas com o Blog limpinho e cheiroso , e de repente aparece o Lambão que balança os ovos de codorna do Maior Ladrão do Meu Dinheiro que o Mundo Já Viu…..
Mas, não tem problema, sabemos que o Sr. vai fazer uma limpeza pública completa no Blog para limpar esse excremento safardana que se acha no direito de sujar o Blog…
aguardando a detonação em
3,2,1….
aquele abraço
PS.
Sr. Newton
Esqueci, já tinha visto a invasão no Blog pelo parasita ontem á noite..
As “camêras de vigilância” pegaram no flagrante a invasão, mas, como estávamos com algumas tarefas para fazer, deixamos para hoje avisá-lo…
aquele abraço
Acompanhando a detonação aqui da Terra da Garoa, aliás, semana com frio….
Tempo cinza há três dias….
Quero ver acabar com a escala 7×0 do nosso Editor -Chefe…
82 anos, produzindo e tentando salvar o Pais da destruição da Facção Criminosa 9F….
Enquanto isso, a Academia da Farinha e Pó só pensa naquilo, como dizia Dona Bela na Escolinha do Professor Raimundo…
eh!eh!eh
aquele abraço