
Lula e Haddad se tornaram “réus confessos” na ação popular
Carlos Newton
Em absoluta primeira mão, porque fui o único jornalista a se interessar e acompanhar o importantíssimo processo que tramita em Brasília e cobra a incriminação do presidente Lula da Silva e do ex-ministro Fernando Haddad, da Fazenda, por terem assinado a portaria inconstitucional que regulamentou o funcionamento das apostas bets e dos cassinos digitais no Brasil.
Como todos sabem, Lula e Haddad não se destacam pela inteligência e pelo preparo, hoje qualquer um pode ser presidente da República ou ministro de Estado. Lula jamais leu nenhum livro; Haddad foi obrigado a ler, mas certamente não entendeu, caso contrário não permitiria que seu principal auxiliar, Dario Durigan, atual ministro da Fazenda, assinasse com Lula uma verdadeira confissão de culpa.
AÇÃO SUICIDA – Lula e Durigan, que junto com Wellington Lima, ministro do Trabalho, assinaram a Medida Provisória nº 1.394, de 25 de setembro de 2026, extinguindo as apostas bets e os cassinos digitais, firmaram um ato público que realmente equivale a uma confissão de culpa, transformando o processo 1029773-82.2026.4.01.3400 numa ação suicida, porque inevitavelmente Lula terá de ser incriminado.
Na forma da lei, Haddad também será condenado. Como não se encontrava mais no exercício da função de ministro, coube a seu secretário-geral Dario Durigan, que o substitui, representar o Ministério da Fazenda na autoria da MP.
Assim, não foi o próprio Haddad que assumiu a culpa, mas seu substituto o fez, ao assinar a Medida Provisória junto com Lula, que assinou a confissão de culpa, sem lê-la, como faz em todos os documentos oficiais.
SEM DEFESA – O fato concreto é que, juridicamente, Lula não tem mais possibilidade de defesa. Ao assinar a Medida Provisória 1394 de 25 de setembro de 2026, ele próprio considerou inconstitucionais as bets e os cassinos, usando como argumentos todos os malefícios apontados na ação popular pelo ex-deputado paulista Afanasio Jazadji, representado pelo escritório do advogado Luiz Nogueira.
Quanto a Fernando Haddad, é apenas um títere de Lula, pois obedece e apoia qualquer decisão dele, por mais insana e ilegal que seja. Também será inevitavelmente condenado por permitir que grupos estrangeiros fizessem a festa no Brasil, explorando as camadas mais pobres e indefesas da população.
O artigo 37 da Constituição Federal responsabiliza o agente público por atos que causem prejuízo ao erário público, o que constitui um ilícito imprescritível, vejam a gravidade dos fatos.
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P.S. – Bem, estamos raciocinando em termos das normas gerais do Direito Universal, adotadas pelos 193 países integrantes da ONU. Mas é claro que a condenação de Lula e Haddad somente acontecerá se a Justiça Federal obedecer a lei. Fazemos essa ressalva, porque no Brasil de hoje, desgraçadamente, a lei passou a ser letra morta, pois pode ser livremente “interpretada” pelos ministros do Supremo, que são cidadãos acima de qualquer suspeita, embora a maioria deles tenha enriquecido ilicitamente com impressionante velocidade e pouco se importa com as leis. (C.N.)
Abrólhos!
“Você já reparou? A palavra “consciência” não se ouve mais hoje em dia. A sociedade está possuída pelo demônio.
Se você acredita na diferença entre o certo e o errado, você acredita em Deus.
Quando a casa está pegando fogo, a última coisa que queremos é um sermão.
Mas, em momentos de crise, precisamos de Deus mais do que nunca.”
PS. O Brasil e o Mundo, conforme já vaticinado precisam e pedem desesperadamente em seu favor, pela salvadora intercessão de uma mão não humana!
https://www.henrymakow.com/?fbclid=Iwb21leAUrEa1jbGNrBSsRqGV4dG4DYWVtAjExAHBkb2YFc3J0YwZhcHBfaWQMMzUwNjg1NTMxNzI4AAEezvBcVDcxYNdCNGZGM19Gv-Fum6Jild-8pAK7ZRi1rFhMtk1OIBfm_6S5GGE_aem_8Sn7sE3aq0Qpnlk2MF6LRQ
“Escrúpulo é um princípio ou cuidado moral que impede uma pessoa de fazer algo considerado errado, desonesto ou imoral.”
“Origem da Palavra
A palavra vem do latim scrupulus, que significa “pedrinha afiada” (no sapato). A ideia original é que um escrúpulo incomoda a consciência da mesma forma que uma pedra pontiaguda machuca o pé ao caminhar.”
https://www.google.com/search?q=Scruples&sca_esv=d59e5ee0af528e99&sxsrf=APpeQnuk4dExg_YJ-Lc4W6mMcWx6hnv-yg%3A1790849877538&source=hp&ei=VTO-arf9Hpjb1sQP1q_DcQ&biw=339&bih=619&oq=Scruples&gs_lp=EhFtb2JpbGUtZ3dzLXdpei1ocCIIU2NydXBsZXMyBRAAGIAEMgUQABiABDIEEAAYHjIEEAAYHjIEEAAYHjIEEAAYHjIEEAAYHjIEEAAYHkiFtAFQ3xBYtpwBcAF4AJABAJgBoQGgAdUKqgEEMC4xMLgBA8gBAPgBAZgCC6ACiQyoAi3CAgcQIxjqAhgnwgINECMY8AUYyQIY6gIYJ8ICEBAuGAMYjwEY6gIYtALYAQHCAhAQABgDGI8BGOoCGLQC2AEBwgIEECMYJ8ICDhAAGIAEGIoFGLEDGIMBwgILEAAYgAQYsQMYgwHCAggQABiABBixA8ICCBAuGIAEGLEDwgILEC4YgAQYxwEYrwHCAgwQLhiABBgKGAsYsQPCAgcQABiABBgKwgIJEAAYgAQYChgLwgIKEAAYgAQYDRixA8ICBxAuGIAEGA3CAgcQABiABBgNwgIFEAAY7wXCAggQABiABBiiBMICBhAAGB4YDZgDNPEFZsSxE3lb2Kq6BgQIARgKkgcEMS4xMKAHizCyBwQwLjEwuAfVC8IHCTItMi42LjIuMcgHrQGACAE&sclient=mobile-gws-wiz-hp
“Escrúpulo é um princípio ou cuidado moral que impede uma pessoa de fazer algo considerado errado, desonesto ou imoral.”
“Origem da Palavra
A palavra vem do latim scrupulus, que significa “pedrinha afiada” (no sapato). A ideia original é que um escrúpulo incomoda a consciência da mesma forma que uma pedra pontiaguda machuca o pé ao caminhar.”
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“Lula voltou ao poder com pensamento econômico retrógrado.
Todos os bons indicadores econômicos atuais estão pendurados na alta do endividamento e, por isso, não são sustentáveis.
(Se reeleito) Lula será forçado a fazer o ajuste, por vontade própria ou para evitar uma crise.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, se eleito, não será forçado a nada.
Com apoio de Trump, controle do Congresso e indicações para ter maioria do STF, Flávio poderá seguir com sua agenda extremista da forma que quiser.”
O Estado de S. Paulo, Opinião, 30/09/2026 | 20h28 Por Alvaro Gribel (para orgulho de Miriam Leitão, sua mentora)
Lula é risco econômico, Flávio Bolsonaro é risco maior
Presidente não entendeu a importância do ajuste fiscal; senador não tem apreço por valores que somados são muito mais elevados
Se o presidente Lula da Silva representa um risco econômico, o senador Flávio Bolsonaro é a personificação de um risco maior.
Lula ainda não entendeu a importância do ajuste fiscal e do reequilíbrio das contas públicas, mas Flávio e sua família não têm apreço por valores que somados são mais elevados, como a democracia, a cultura, o meio ambiente, as relações internacionais e as liberdades religiosas.
Um governo Lula 4 tende a ser ruim no campo econômico, mas será previsível. Um governo Flávio tende a ser catastrófico em várias áreas e com desdobramentos incalculáveis. Até na economia, há mais dúvidas do que certezas sobre como seria uma gestão Bolsonaro 2.0.
Parte do mercado financeiro tende a ver a agenda econômica como algo descolado de outras áreas e que se restringe às telas com as cotações da Bolsa de Valores.
A realidade é que essas barreiras nunca existiram, e a economia está cada vez mais exposta a outras agendas, para as quais a família Bolsonaro não tem propostas.
No campo internacional, só se sabe que haverá uma subordinação completa do Brasil ao governo americano de Donald Trump. No meio ambiente, a briga com ambientalistas, o negacionismo com as mudanças climáticas e aumento do desmatamento.
O risco institucional é outra certeza, com a intensificação da briga com o Supremo Tribunal Federal (STF) e a tentativa de livrar o seu pai da prisão, pelo crime de tentativa de golpe de Estado.
Na saúde, quem não perdeu a memória se lembra do que foi a gestão de Bolsonaro pai na pandemia, que desprezou vacinas, zombou dos milhares de mortos e defendeu medicamentos ineficazes, como a cloroquina.
Na educação, a obsessão por escolas militares, a perseguição a professores e universidades públicas. Na segurança, a liberação do porte de armas e, na cultura, o entendimento de que os artistas são uma subclasse social que não gosta de trabalhar.
A fake news sobre a Nossa Senhora de Aparecida, por sua vez, só ganhou a dimensão que ganhou porque há pastores no seu entorno com visão de intolerância religiosa.
Lula voltou ao poder com pensamento econômico retrógrado. Todos os bons indicadores econômicos atuais estão pendurados na alta do endividamento e, por isso, não são sustentáveis.
Ele será forçado a fazer o ajuste, por vontade própria ou para evitar uma crise.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, não será forçado a nada. Com apoio de Trump, controle do Congresso e indicações para ter maioria do STF, poderá seguir com sua agenda extremista da forma que quiser.
O Estado de S. Paulo, Opinião, 30/09/2026 | 20h28 Por Alvaro Gribel (para orgulho de Miriam Leitão, sua mentora)
Dilema dos ‘orfãos’ de Tiririca e Bananinha em SP
Os eleitores mais cativos de São Paulo ficaram órfãos de representação para deputado federal nesta eleição.
Com Tiririca transferindo seu circo político para o Ceará e Dudu Bananinha convenientemente radicado nos Estados Unidos, o contingente de “bolsotários” e “idiotários” paulistas agora enfrenta o pior dos cenários:
– A dolorosa obrigação de ter que pensar antes de votar.
Conforme acertos entre alçadas fraternas partes, alguém precisará restabelecer o necessário volume roubado das guaiacas. para suprir a ganância dos próximos “para tanto” designados revesados LADRÕES!
PS. Deduz-se então, que o atual deverá ser substituído como salvaguarda do sistema!
“Nós possuímos a solução”: as mensagens que antecederam contrato de R$ 350 milhões na COP30
Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro colocam uma nova peça no quebra-cabeça envolvendo a operação de hospedagem da COP30 em Belém.
Em fevereiro de 2025, Marcelo Cohen, proprietário da Qualitours e sócio de Vorcaro no hotel Botanique, em Campos do Jordão, procurou o banqueiro para tratar de uma “solução” para a conferência climática da ONU.
Segundo as mensagens reveladas na reportagem, Cohen escreveu: “O governo está extremamente preocupado com a COP30. Nós possuímos a solução”. Na sequência, ao tentar estabelecer contato com Vorcaro, afirmou: “Você se tornará o salvador da pátria. O Presidente Lula e o Governador Rui Costa estão extremamente preocupados”.
Meses depois, a Qualitours foi contratada pela Embratur para participar da operação de hospedagem em navios durante a COP30. Segundo documentos oficiais citados na reportagem, o valor final executado chegou a R$ 350,2 milhões.
É importante separar os fatos das interpretações. As mensagens mostram que Cohen procurou Vorcaro antes da contratação e mencionou preocupação do governo com a COP30. Elas não comprovam, por si só, que Lula ou Rui Costa tenham participado de qualquer negociação ou que tenha existido irregularidade na contratação.
A própria Qualitours afirmou que foi contratada regularmente e negou participação do Banco Master ou de Vorcaro na contratação e execução dos serviços. O governo também negou que Lula tenha participado das negociações.
Mas uma pergunta legítima permanece: como uma empresa que, meses antes, falava em oferecer uma “solução” para um problema do governo acabou posteriormente envolvida em uma operação pública de R$ 350,2 milhões?
Não é uma conclusão de irregularidade. É uma sequência de fatos que merece ser examinada com documentos, contratos, critérios de contratação e transparência sobre quem participou das decisões.
Quando estão envolvidos dinheiro público, grandes contratos e relações próximas entre empresários e pessoas com acesso ao poder, esclarecer a cronologia não é acusação. É dever de transparência.”
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Lula: macaco véio não mete a mão em cumbuca (ou quem deve, teme)
Lula resolveu pular fora do debate na TV Globo após uma súbita epifania: percebeu que o estúdio estaria menos para um debate democrático e mais para um abatedouro político.
O petista concluiu que seria o alvo de um massacre coreografado, tendo que enfrentar, em bloco, um verdadeiro consórcio da direita e extrema-direita. Diante de um pelotão de fuzilamento formado por Marçal (Rachadinha), Marinho, Caiado e Zema, todos operando em perfeita sintonia bolsonarista, o atual presidente achou melhor aplicar a sabedoria popular e poupar o próprio lombo.
Lula: macaco véio não mete a mão em cumbuca (ou quem deve, teme)
Lula resolveu pular fora do debate na TV Globo após uma súbita epifania: percebeu que o estúdio estaria menos para um debate democrático e mais para um abatedouro político.
O petista concluiu que seria o alvo de um massacre coreografado, tendo que enfrentar, em bloco, um verdadeiro consórcio da direita e extrema-direita.
Diante de um pelotão de fuzilamento formado por Marçal (Rachadinha), Marinho, Caiado e Zema, todos operando em perfeita sintonia bolsonarista, o atual presidente achou melhor aplicar a sabedoria popular e poupar o próprio lombo.
Debates eleitorais na TV viraram piada
1 – Com o sumiço dos candidatos, os debates eleitorais na TV alcançaram o descrédito absoluto. Caminhando a passos largos para a desmoralização total, esses eventos minguaram o faturamento das emissoras, que agora faturam migalhas com um espetáculo que em nada inveja uma briga de galos ou um Big Brother.
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2 – Graças ao boom de cadeiras vazias nos estúdios, os debates na TV finalmente atingiram seu verdadeiro potencial: viraram piada. O modelo caminha gloriosamente para a desmoralização, minguando a audiência e o lucro das emissoras, que descobriram, da pior forma, que promover uma briga de galos institucionalizada já não dá mais tanto dinheiro assim.
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3 – Diante do crescimento exponencial do “fenômeno do não comparecimento”, os debates eleitorais televisivos consolidaram sua decadência. O que deveria ser um confronto de ideias flerta abertamente com a desmoralização pública, esvaziando os bolsos das redes de TV, que agora amargam prejuízos com um show de entretenimento comparável a uma rústica arena de briga de galos ou a um Big Brother.
Temor? Seria “desmascarado”?