
Enquanto Lula vai caindo, a Bolsa e o real se recuperam…
Carlos Newton
Para quem desistiu de acreditar em pesquisas eleitorais, a vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula da Silva no primeiro turno já era esperada, porque se tornara um clamor nacional. Dava para sentir isso nas ruas, conversando com o povo, especialmente os motoristas de táxi e uber, que funcionam como grandes termômetros das tendências políticas, pois cada passageiro com quem eles conversam significa um voto.
Na vida, tudo tem limites, mas o poder embriaga demais, e quem não sabe exercê-lo pode exagerar na dose e se dar mal. Lula, por exemplo, jamais deveria ter feito conluio com os dirigentes do Congresso e com a ala do Supremo liderada por Gilmar Mendes.
DITADURA DO STF – Esse acerto de bastidores multiplicou o poder do presidente e criou uma ditadura estranha, que até parecia uma democracia, porque era exercida pelo Supremo. Os ministros, porém, imitaram Lula e se embriagaram com o poder, e assim a ditadura do STF jamais teve sustentação popular, conforme as urnas acabam de provar.
Agora, os outrora poderosos ministros ligados a Lula estão desorientados e não sabem o que fazer. Alexandre de Moraes, por exemplo, não tem a menor condição de escapar do impeachment, devido à renovação dos dois terços do Senado, que literalmente destruiu a base aliada de Lula.
O ainda presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ainda tenta um último golpe e vai colocar em pauta a redução da carga de trabalho de 6 por 1. Ele pensa (?) que os senadores derrotados pelas urnas irão garantir essa derradeira arma eleitoral de Lula, cujo saco de bondades se rasgou e não tem mais nada dentro.
NOVA REALIDADE – Alcolumbre que se cuide, porque a batata dele também está assando, já se sente o cheiro de longe. Antes mesmo da eleição interna, que será feita em 1º de fevereiro, já se sabe que o novo presidente do Congresso será o senador Rogério Marinho (PL-RN), atual coordenador da campanha de Bolsonaro.
A diferença entre Alcolumbre e Marinho é abissal. O atual presidente do Senado é o braço político de uma família mafiosa e ligada ao tráfico internacional de drogas, enquanto o futuro presidente é de uma família nobre da política. Seu pai, Djalma Marinho, foi um dos parlamentares mais importantes do país. Era um jurista de renome e teve coragem de dizer não as militares quando eles exigiram a cassação do deputado Márcio Moreira Alves, antes do golpe de 1964.
Daqui para frente, tudo vai ser diferente. Nesta terça-feira, dia 6, Rogério Marinho esteve no Supremo, foi recebido pelo presidente do tribunal, Edson Fachin, e avisou que “o Senado não vai se omitir” se enxergar crimes de responsabilidade dos integrantes do STF. O ministro Fachin, é claro, quase morreu de felicidade, porque já não aguenta mais aturar Moraes e o resto dessa gangue de reputação ilibada e notório saber.
ENCAGAÇADOS – Os ministros da ala lulista estão encagaçados, perderam completamente a empáfia e a coragem. Gilmar Mendes tratou logo de arquivar a investigação por estupro contra Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio.
Alexandre de Moraes concedeu regime semiaberto a Débora dos Santos, aquela perigosa terrorista cuja arma era um batom. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi favorável ao retorno das visitas de Flávio a Jair Bolsonaro. E Kassio Nunes Marques já anunciou que após o segundo turno vai levar ao plenário o pedido de liberdade de Jair Bolsonaro.
A repórter Carolina Brígido, do Estadão, anuncia que os aliados de Flávio no Senado querem iniciar os processos de impeachment incriminando logo Moraes. A intenção é evitar que ele seja empossado presidente do Supremo em 2027, pois é o próximo na linha de comando da Corte. “Com isso, a cadeira seria de Nunes Marques, que sucede a Moraes pelo critério de antiguidade”, explica a excelente jornalista.
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P.S.1 – O ministro Moraes teve um pressentimento de que Lula poderia perder e no dia 10 de setembro, com apoio do procurador Gonet, assinou o arquivamento dos inquéritos contra o senador Marcos do Val e os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio. Guardou na gaveta e, como Lula perdeu, Moraes somente agora confirmou e divulgou essa bondade, depois de os jornalistas terem de mudar de país e se virar para sobreviver no estrangeiro.
P.S. 2 – Provoca repulsa ver esse tipo de gente na hora da verdade. Moraes se comportava como um autêntico ditador, agora virou um ser piedoso que tenta apagar os erros do passado fingindo ter se tornado um homem de caráter. Mas quem pode acreditar num covarde como ele? (C.N.)
Para que não digam depois que votaram em Flávio por engano
Da relativização do golpe de 1964 à defesa dos vândalos de Brasília, os discursos do candidato exigem vigilância máxima dos eleitores antes
Ah, mas que bobagem, dizem os defensores da candidatura do extremista de direita Flávio Bolsonaro à Presidência da República. E prosseguem: foi só mais uma jogada política dele para agradar ao seu eleitorado. Referem-se ao anúncio feito por Flávio de que, tão logo tome posse, irá “mudar a Constituição” para, assim, redemocratizar o país. O que significa, em suma, que não existe democracia por aqui.
Isso suscita a questão sobre o que Flávio entende por democracia. Para ele, em 1964, não houve um golpe militar, mas sim “uma revolução” para salvar a democracia do comunismo. No mais, não importa que o golpe tenha implantado uma ditadura que se estendeu por 21 anos, torturou, matou e sumiu com os corpos de muitos dos seus oponentes para, no final, fracassar e bater em retirada.
Flávio pensa a mesma coisa sobre a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023, que resultou na condenação de seu pai a 27 anos e 3 meses de prisão. O que o Brasil assistiu pela televisão, na opinião dele, não passou de uma ação desesperada de pessoas acampadas às portas de quartéis e que, legitimamente, protestavam contra a eleição de Lula. Afinal, elas tinham o direito de expressar seu pensamento.
Deu na invasão e vandalização das sedes dos Três Poderes da República (Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal)? Infelizmente, sim. Mas havia, em meio à turba descontrolada, agentes da esquerda infiltrados que estimularam a baderna, segundo Flávio. Os culpados foram eles, não a massa de bolsonaristas convocada para participar da “Festa da Selma”.
A palavra “Selma” é uma alusão direta a “Selva!”, o tradicional grito de guerra do Exército Brasileiro, amplamente adotado por grupos de extrema-direita e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. O uso desse tipo de jargão de mobilização ganhou tração logo após as eleições de 2022, impulsionado por narrativas alinhadas a articuladores internacionais da extrema-direita.
Coincidência ou não, a mulher do almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha — o único chefe militar que pôs suas tropas à disposição de Bolsonaro para dar o golpe —, chama-se Selma Foligne Crespio de Pinho. Garnier Santos cumpre pena em regime fechado na Estação de Rádio da Marinha, uma instalação militar no Distrito Federal. Foi condenado a 24 anos de prisão.
A exemplo do pai, que lhe deu como missão libertá-lo, o que disse e fez Flávio no passado, e o que diga ou venha a fazer agora, merece ser escrutinado sem dó nem piedade. Porque ele está a poucos passos de ser eleito (tomara que não seja). E para que ninguém, no futuro, possa alegar que não o conhecia muito bem ou que votou nele por engano.
Metrópoles, Opinião, 08/10/2026 04:30 Por Ricardo Noblat
Expectativa de poder mudou de lado
A expectativa de poder mudou de lado e, agora, na medida em que a votação se aproxima, pode ser maior até do que a força do Estado.
Essa mudança de correlação de forças já chegou ao “pântano” da política, formado por alianças pragmáticas, interesses orçamentários e projetos de sobrevivência, que começam a recalcular sua posição.
Quem se aproximou do Planalto e apostava na reeleição pode procurar outro porto. É uma tendência, não ainda uma deserção consumada de toda a base.
Flávio Bolsonaro representa uma direita nacional-conservadora, com tendências “iliberais” encarnadas no bolsonarismo, portanto, saudosista do regime militar e do chamado “milagre econômico”.
A soberania popular é invocada para fortalecer o governante contra instituições intermediárias, promete um governo de maioria em conflito com as minorias e políticas igualitaristas.
Suas raízes incluem o anticomunismo, a tradição de tutela militar e o conservadorismo religioso, reorganizados pelas redes sociais. O poder plebiscitário possibilita ao líder reivindica interpretar o “povo” contra as instituições.
Flávio defende liberalização econômica e autoridade política: privatizações, desregulação, contenção do gasto e protagonismo empresarial. Tem mais afinidades com Trump, que combina nacionalismo, tarifas e intervenção.
A direita privilegia família, religião, empreendedorismo e ordem, sem necessariamente abandonar transferências de renda.
Nesse contexto, a eleição brasileira mobiliza grandes interesses internacionais. Terras raras, energia, alimentos, dados, infraestrutura e Amazônia integram a disputa entre Washington e Pequim.
Uma vitória de Flávio aproximará Brasília da agenda de Donald Trump, encurtando a distância política que Lula preserva. O comércio com a China dificulta uma ruptura, mas cresce a pressão por um realinhamento diplomático radical.
Fonte: Correio Brasiliense, Nas Entrelinhas, 07/10/2026 – 08:18 Por Luiz Carlos Azedo
“Quem se aproximou do Planalto e apostava na reeleição de Lula pode procurar outro porto.”
Nesse País o dinheiro compra tudo
O GRANDE VENCEDOR
Marcelo Duarte Lins
Toda eleição tem vencedores.
Os que recebem mais votos.
Os que conquistam mandatos.
Os que sobem aos palanques, abraçam correligionários e fazem discursos de agradecimento.
Esta eleição teve um vencedor muito particular.
Não fez campanha.
Não pediu voto.
Não participou de comícios.
Não apareceu no horário eleitoral.
Não concedeu entrevistas.
Não tinha redes sociais.
Não comandava grupos de WhatsApp.
Não votou.
Na verdade, sequer podia falar com seus eleitores.
Estava preso.
Incomunicável.
E, ainda assim, esteve presente durante toda a eleição.
Foi ele quem escolheu o candidato à Presidência.
Foi ele quem estabeleceu prioridades.
Fez escolhas que contrariaram aliados, provocaram desconfianças e despertaram críticas até dentro do próprio campo político.
Enquanto permanecia atrás das grades, suas peças avançavam pelo tabuleiro.
Governadores.
Senadores.
Deputados federais.
Deputados estaduais.
E a família também chegou às urnas.
A esposa, senadora.
Um filho, senador.
Outro, deputado federal.
No popular, não há cientista político capaz de resumir melhor: fez barba, cabelo e bigode.
E aí está o paradoxo desta eleição.
Prenderam o homem.
Mas não prenderam seu nome.
Sem palanque, estava nos palanques.
Sem microfone, era ouvido.
Sem redes sociais, circulava pelas redes.
Sem participar da campanha, tornou-se uma de suas principais referências.
Sem chegar perto de uma urna, atravessou o país dentro delas.
Gostem dele ou não.
Concordem com ele ou não.
A política também é feita de símbolos.
E esta eleição produziu um dos seus mais curiosos: um homem preso e sua sombra projetada sobre milhares de urnas.
Seu nome?
A esta altura, desnecessário seria dizer.
Mas eu digo.
Jair Messias Bolsonaro.
Agora resta uma última imagem.
A rampa do Palácio do Planalto.
Pai e filho.
Lado a lado.
Subindo.
E, lá embaixo, uma multidão.
Dela virá o grito que o acompanha há tantos anos:
MITO!
Perguntem pro Magela, o Ceguinho, ele viu tudo e sabe o que tem que ser feito, por quem tem juízo!
Lulam vazio de conteúdo, um jacu de gaiola neandertal, agora encontra-se vazio de poder.
É um fortíssimo candidato ao impeachment.
Seus piscopatas, canalhas e otários, uns achando-se serem semideuses, foram expulsos do tabuleiro pelas urnas.
O deliquente e totalitário Aparato Petista, já era.
Estão crendo que conseguirão colocar um ser da Idade da Pedra, o “progressista”, nas redes pra reverterem a derrota. Redes que queriam censurar e taxar.
Sem chance!
1- Lula já era. Flávio é o virtual presidente do Brasil, queira-se ou não.
2- A direita veio para ficar
Como era previsível, a direita que saiu das urnas em 2026 tem um único componente unificador: o antipetismo. O que vem a ser pouca coisa.
O Globo, Opinião, 07/10/2026 00h05 Por Elio Gaspari
3- O eleitor julgou o Supremo
Fastio com o petismo explica parte do resultado das eleições, mas o empurrão final à direita, sobretudo no Senado, veio do STF. A urna repudiou um Poder que se vê acima do bem e do mal.
O Estado de S. Paulo, Opinião, 07/10/2026 | 03h02 Por Editorial
Brasil já sob nova direção
A mando de Flávio, e como se já fosse presidente do Senado, o potiguar Rogério Marinho foi ao STF pessoalmente para, ao que parece, informar Fachin e os demais ministros de que, sob seu comando, ‘os senadores não vão se omitir’.
Para bom entendedor, meia palavra basta.
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A pesquisa Datafolha de hoje à tarde, com Rachadinha eventualmente à frente, já poderá jogar Barba na lata de lixo da história.
Como é bom ver canalhas, otários, psicopatas, deliquentes, corruptos e inúteis sifu de verde e amarelo!
Alguém tinha a ilusão que este conluio do que há de pior e mais execrável do país daria certo?
Derrotada nas urnas, já era as manobras deliquentes da canalhada.
https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/pf-arquiva-investigacao-sobre-suposta-interferencia-estrangeira-em-eleicoes/
As ratazanas já abandonam o barco.
Uma nêsga sobre alçadores e exigentes locupletadores de ávidos fraternos apátridas!
“Quem são os sionistas?
Por Benjamin Fulford Cartas para o editor 31 comentários
Caro Benjamin,
Eu sigo seus vídeos e boletins informativos desde o início do scamdemic e os considero extremamente precisos.
No entanto, sou israelense e não entendo de quem são os sionistas de que você vive falando.
Em Israel, sionista é um termo usado para definir os judeus que retornaram a Israel depois de 2.000 anos no exílio, seguindo a fé judaica Sião era a terra prometida aos judeus por Deus e temporariamente tomada por 2.000 anos.
Em Israel, o uso do termo sionistas não se refere a nenhum grupo violento de pessoas que buscam a destruição de outras conforme sugerido por você.
Você pode definir gentilmente quem são os sionistas, quem os está liderando, de onde operam, quais são seus objetivos, qual é sua relação com Israel, então eles também representam qualquer ameaça aos cidadãos israelenses, caso contrário, quem eles visam e por quê?
Obrigado,
PC
Caro PC
Em primeiro lugar, tenha certeza de que as pessoas do mundo garantirão que nunca haverá outro holocausto. Os judeus terão permissão para viver pacificamente em suas próprias casas agora e para sempre.
Agora para alguma verdade dura. Em primeiro lugar, um holocausto é uma oferta queimada a Moloch, também conhecido como Ba’al ou Set. Isso é conhecido pelos cristãos como Satanás. Durante a Segunda Guerra Mundial, os judeus da Europa foram mortos como uma oferta queimada a Moloch.
As pessoas a que às vezes me refiro como sionistas são específicas de um grupo conhecido como judeus sabatianos ou frankistas. Essas pessoas acreditam que depende delas fazer com que as profecias dos livros sagrados se tornem realidade. Eles foram fundados e chefiados pelos Rothschilds e outras famílias pseudo-judias proeminentes. Quando os judeus da Europa se recusaram a aceitar incentivos financeiros para se mudar para Israel, essas pessoas usaram um de seus familiares, um certo Adolf Hitler (Saxe Gotha) para expulsar os judeus da Europa sob pena de morte.
Imagine se um grupo de chineses passasse por uma lavagem cerebral para acreditar que eram os verdadeiros francos e que a França era sua pátria ancestral. No início, alguns desses fanáticos chineses se mudaram para a França e compraram terras nos arredores da Bretanha. Então, quando os moradores se recusaram a se mudar, eles começaram a queimar suas aldeias e expulsá-los.
Enquanto isso, na China, muitos dos francistas chineses não queriam deixar sua terra natal para ir para a França. Por isso, seus governantes estabeleceram um ditador que começou a matá-los e obrigá-los a fugir. Ao mesmo tempo, os governantes subornaram líderes em outros países para não aceitá-los. O único lugar para onde eles poderiam fugir era sua “pátria ancestral”, a França.
Isso foi o que aconteceu com os judeus asquenazitas, incluindo membros da minha família judia polonesa e alemã que foram mortos ou forçados a fugir de sua terra natal europeia ancestral pelos nazistas (nacional-socialistas sionistas). Eles se opuseram aos sabateanos, dizendo que somente Deus fazia a obra de Deus e que era uma blasfêmia para os humanos tentar assumir essa tarefa. É por isso que foram perseguidos e mortos.
Os judeus precisam entender que foram os pseudo-judeus adoradores de Satanás que estavam por trás do holocausto.
A pior parte de tudo isso é que eles ainda estão tentando iniciar uma guerra entre Gog e Magog para matar 90% da humanidade e escravizar os sobreviventes. Eu não li sobre isso em algum tipo de “site de conspiração” da internet, fui convidado a me juntar a eles nessa trama por representantes de David Rockefeller. Eu tenho as fitas para provar isso. Existem muitas outras evidências sólidas que mostram que esse enredo é muito real.
A trilha forense mostra que a liderança desse culto à morte tem sua sede no complexo da família Rothschild perto de Zug, na Suíça. Eles agora estão sendo sistematicamente caçados e levados à justiça.
Outra coisa que os judeus precisam entender é que os habitantes dos guetos não eram apenas judeus. O grupo mais perseguido de todos eram os ateus, que também viviam nos Guetos. Outro grupo era descendente de cartagineses, que praticam o sacrifício de crianças. Eles aparecem no Livro de Ruth. Era o assassinato de crianças por esta seita que freqüentemente era o gatilho para pogroms e perseguições.
A verdadeira pátria ancestral dos khazares ou judeus asquenazes é aproximadamente correspondente com a atual Polônia e Ucrânia. Se os Ashkenazi realmente desejam retornar à sua terra natal ancestral, é para lá que eles devem ir. Os palestinos são os habitantes originais da região que em um determinado momento da história se converteram ao Islã.
No entanto, os judeus em Israel estão agora vivendo em sua pátria espiritual e merecem ter permissão para continuar a viver lá em paz. Eles só precisam chegar a um acordo justo com os palestinos. Isso poderia ser feito dando-lhes cidadania israelense ou criando uma pátria palestina viável. Israel também precisa fazer a paz com seus vizinhos.
Em qualquer caso, por respeito aos judeus pacíficos e cumpridores da lei em Israel, a partir de agora vou parar de usar o termo sionista de forma intercambiável com máfia khazar, o termo que uso para descrever o culto satânico que finge ser judeus, cristãos, Muçulmanos, etc. Vou me referir ao grupo específico que está tentando provocar o Armagedom como o culto da morte de Chabad.
No entanto, os judeus precisam aprender que não existe goyim ou gentio. Deus não escolhe um povo, somos todos filhos de Deus.
Em conclusão, no que me diz respeito, estou lutando para libertar meu povo de milhares de anos de escravidão por uma seita que adora Satanás.”
Cumprimentos
Benjamin Fulford.