Eleita senadora, Bia Kicis delira e até sonha em substituir Moraes na Suprema Corte

Bia Kicis: CCJ deve analisar reformas política e administrativa semana que  vem

Bia Kicis está se achando e já faz planos mirabolantes

Vicente Limongi Netto

No primeiro turno, Bia Kicis era puro amor no coração. Macarronada com a família, preces na refeição. Agora, com o enfraquecimento da esquerda, a postura mudou. É sarrafo na virilha dos adversários. Coisa medonha. Quem quiser que compre gente como Bia Kicis.

Quem acompanha minhas redes sabe – frisei aqui na Tribuna que esta é a eleição do ódio, do rancor, da canalhice explícita. Com ar de dona da verdade e chicote no coração, Bia Kicis mostra-se por inteiro no Correio Braziliense, exigindo o couro de Alexandre de Moraes. Intolerante, em outra coluna a nova senadora de Brasília – credo, Santo Deus! – já planta nota apregoando que é candidata ao Supremo Tribunal Federal.

Cinismo é pouco, oportunismo total. Mostra desrespeito ao coitado do incauto eleitor que votou nela. Nem assumiu, e já sonha com a toga da Suprema Corte.

CRIANÇAS NO PODER – Sonho com crianças governando o mundo. O ar seria infinitamente mais puro. As pessoas seriam mais felizes. O amor cantaria as belezas do mundo em todas as janelas. Ruas estariam tomadas por poetas. Maldades e infâmias seriam incineradas.

A vida transcorreria bela, com saúde e alegrias, a paz moraria em todos os corações. Canalhas, intolerantes e covardes seriam execrados. Proibidos de chegar perto das crianças.

Por fim, em meio à minha felicidade, a atuação estupenda do Fluminense. Bola redondinha de pé em pé.  Sem pressa. Ganso cadenciando o jogo. Elenco está unido e jogando com alegria. Estamos na terceira colocação. Com méritos.  Flamengo e Palmeiras que fiquem espertos.

2 thoughts on “Eleita senadora, Bia Kicis delira e até sonha em substituir Moraes na Suprema Corte”

  1. Eleitor devolve poder a grupo político que dilapidou o Rio

    Por decisão do eleitor, o grupo responsável pelo descalabro voltará ao poder em janeiro.

    Após devassa em esquemas de corrupção, PL volta ao Palácio Guanabara com Douglas Ruas

    Depois de ter cinco governadores presos e dois cassados, o Rio de Janeiro terá um novo governador investigado antes mesmo de tomar posse.

    Ao anular os votos de Anthony Garotinho, o Tribunal Superior Eleitoral abriu caminho para declarar a vitória de Douglas Ruas no primeiro turno. O bolsonarista é alvo de procedimento que apura supostas práticas de peculato, lavagem de dinheiro, fraudes licitatórias e organização criminosa.

    A investigação foi aberta em julho pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, conforme noticiou o colunista Lauro Jardim. Sua origem foi uma denúncia de conflito de interesses e enriquecimento ilícito em obras do governo estadual, no período em que Ruas era secretário da gestão Cláudio Castro.

    O rolo ainda envolve a compra de material de construção numa pedreira do deputado Altineu Côrtes, presidente estadual do PL. Todos negam irregularidades, e o governador eleito diz acreditar que o caso será arquivado por falta de provas.

    Deputado estadual de primeiro mandato, Ruas era um ilustre desconhecido da maioria dos fluminenses até poucos meses atrás. Foi instado a concorrer ao governo quando o candidato que apoiava, Rodrigo Bacellar, foi preso sob acusação de atuar em favor do Comando Vermelho. O

    PL também teve que trocar os candidatos ao Senado por motivos de força maior. Márcio Canella foi preso com um fuzil no carro, e Castro passou a receber visitas regulares da Polícia Federal.

    Em entrevista à CBN, o marqueteiro de Ruas disse ter investido numa fórmula associada ao PT: “construir a narrativa a partir da periferia” e apresentar o cliente como defensor dos “mais humildes”. Pode ser, mas a mágica não funcionaria sem colar a imagem do candidato à da família Bolsonaro, num estado cada vez mais inclinado à direita.

    O desfecho da eleição parece confirmar a sina do Rio após seis meses de gestão interina de Ricardo Couto. Sem rabo preso com a baixa política fluminense, o desembargador promoveu uma devassa no Palácio Guanabara. Desmontou esquemas de corrupção, reorganizou a máquina e demitiu mais de 7 mil fantasmas.

    Por decisão do eleitor, o grupo responsável pelo descalabro voltará ao poder em janeiro.

    O Globo, Política, 09/10/2026 00h30 Por Bernardo Mello Franco

    É inacreditável!

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