Trump perde o Congresso e vê o poder confrontado pela realidade

6 thoughts on “Trump perde o Congresso e vê o poder confrontado pela realidade”

  1. O tombo do trumpismo (que talvez não levante mais)

    As urnas puniram legenda que virou refém do extremismo

    O avanço da “onda azul” atingiu em cheio o coração do trumpismo ao provocar uma reação nas urnas dos setores mais perseguidos pelo governo.

    A bancada destacou o contundente editorial do The New York Times, que resumiu o sentimento do país ao pontuar que dezenas de milhões de americanos foram às urnas rejeitar um presidente que passou dois anos tentando subverter a democracia.

    Para os comentaristas, o tradicional Partido Republicano pagou a conta por abandonar suas raízes e virar mero refém do extremismo conspiratório de Donald Trump.

    O partido republicano agora, pode se libertar do trumpismo – que o engoliu.

    Metrópoles, Opinião, 05/11/2026 09:00 Por Ricardo Noblat

  2. Desmanche do governo Trump

    O republicano Mike Johnson, Presidente da Câmara dos Representantes, decide renunciar após derrota republicana

    Mike Johnson comunicou sua decisão à equipe na manhã desta quarta, após os democratas conquistarem o controle das duas.

    O presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, deputado federal Mike Johnson, vai renunciar ao cargo, após a derrota do Partido Republicano nas eleições de meio de mandato, confirmou seu porta-voz à AFP.

    Johnson, republicano de maior hierarquia nos Estados Unidos depois do presidente Donald Trump e do vice-presidente JD Vance, é o segundo na linha de sucessão presidencial.

    O republicano da Louisiana comunicou sua decisão à equipe na manhã desta quarta-feira, um dia após os democratas conquistarem o controle das duas câmaras do Congresso.

    Revista Veja, Mundo, 4 nov 2026, 22h16 Por Redação

  3. Fim da era Trump não acabará com novo protecionismo americano

    Próximo presidente, mas se democrata, terá poucos incentivos políticos e muitos entraves burocráticos para desmontar tarifas erguidas pelo republicano

    A derrota dos republicanos nas eleições legislativas americanas é, sem dúvida, o começo do fim da era Trump. O presidente americano Donald Trump estará fora do poder a partir de janeiro de 2029, já que a lei do país não permite uma terceira reeleição, ainda que com mandatos não consecutivos, como é o caso dele.

    Sem maioria no Congresso, ele não conseguirá mudar essa regra nem aumentar seus poderes. Ou seja, mais dois anos e a era Trump acaba, ainda que ele consiga eleger um sucessor.

    Para os parceiros comerciais dos Estados Unidos, porém, convém moderar o entusiasmo. Uma coisa é enfraquecer ou se livrar de um presidente dos EUA; outra é desmontar o protecionismo que ele deixará como herança.

    O fator Biden

    O melhor argumento contra a expectativa de uma volta ao passado em que os Estados Unidos se notabilizavam por ser uma economia aberta tem nome e sobrenome: Joe Biden, presidente entre 2021 e 2025.

    O democrata criticou a guerra comercial do primeiro mandato de Trump, entre 2017 e 2021, mas manteve a maior parte das tarifas contra a China e aumentou a proteção sobre produtos como veículos elétricos e células solares.

    No aço e no alumínio, negociou flexibilizações com aliados sem eliminar as barreiras, numa continuidade que James Bacchus, ex-dirigente da Organização Mundial do Comércio (OMC), chamou de “protecionismo polido”. Mudou o tom, não a disposição de proteger.

    Não foi apenas inércia. A influência dos sindicatos no Partido Democrata e a pressão de fabricantes de aço em estados decisivos ajudavam a explicar a resistência de Biden à abertura comercial, segundo Bacchus.

    Prometer a defesa de uma fábrica contra a concorrência estrangeira é uma mensagem simples, dirigida a eleitores identificáveis. Explicar os benefícios difusos da redução de tarifas exige mais esforço, sem garantia de recompensa nas urnas.

    (…)

    Fonte: Revista Veja Negócios, Economia, 4 nov 2026, 19h33 Por Diogo Schelp

    • “Para os parceiros comerciais dos Estados Unidos, convém moderar o entusiasmo.

      Uma coisa é enfraquecer ou se livrar de um presidente dos EUA; outra é desmontar o protecionismo que ele deixará como herança.”

  4. Sr. Pedro

    Sei que o assunto é repetitivo, o narcolismo detesta mas temos que por em dia os fatos e a realidade do Brasil..

    O tomate dispara nas feiras e mercados..

    dia 25.10 , dia da eleição do Narcola, tomate estava 18,00 .kg.

    dia 01.11. pós eleição do Narcola, tomate vai á 20,00 o kg…

    A Múmia Lixão do falito jornaleco do Merval deve estar se descabelando e tentando salvar o PIX do dia 30 ..

    Talvez diga que o aumento é apenas uma sensação que o povo está sentindo no bolso..

    Mas a realidade é totalmente diferente

    Alias, Sr. Pedro

    Aquele papo de tomate, batata, cebola, café “teve queda nos preços” é um discurso vazio de gentalha que não “passeia” pelas feiras e mercados..

    Ficar na redação escrevendo e falando besteiras com ar condicionado e café “di grátis” é bom demais da conta….

    E detalhe, não precisa tirar dinheiro do bolso para pagar, tudo na conta do preto, branco, pobre e favelado….

    Mas…….
    Tem dia que de noite é assim mesmo…

    Tuda passa, até a uva passa.

    aquele abraço

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