
Fachin aguarda Moraes para definir julgamento
Mariana Muniz
O Globo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deve receber parlamentares nos próximos dias para discutir a chamada Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso após a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre integrantes da Corte, a avaliação é que Fachin acompanha com atenção a reação política à decisão de Alexandre de Moraes de suspender a norma.
O Globo apurou que Fachin indicou a pessoas próximas que aguarda a liberação do caso para pauta por Moraes antes de determinar a inclusão das ações na pauta, respeitando o trâmite regular dentro do STF. O presidente, contudo, sinalizou que, uma vez liberado o processo, não deve demorar para incluir o julgamento na pauta.
AUDIÊNCIAS RESERVADAS – Integrantes do STF afirmam ainda que parlamentares procuraram o presidente da Corte nos últimos dias para tratar da Lei da Dosimetria e que ele deve recebê-los em audiências reservadas ao longo da semana.
Um ministro do STF afirmou que a decisão de Moraes de suspender temporariamente a aplicação da nova lei nas execuções penais do 8 de janeiro segue uma lógica processual comum diante da judicialização do tema.
Segundo esse magistrado, como ações diretas de inconstitucionalidade já foram apresentadas à Corte, o relator abriu prazo para ouvir os envolvidos e optou por manter, por ora, o cenário atual nas execuções, evitando mudanças sucessivas de entendimento antes da análise do plenário.
RELATORIA DE MORAES – As ações que questionam a Lei da Dosimetria chegaram ao STF na sexta-feira e ficaram sob relatoria de Moraes após livre distribuição. O ministro já adotou as primeiras medidas no caso e suspendeu, temporariamente, a aplicação da nova lei a execuções penais relacionadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro até que o plenário analise o mérito das ações.
Na decisão, Moraes afirmou que a existência de ações diretas de inconstitucionalidade contra a norma cria um “fato processual novo e relevante”, recomendando cautela para evitar insegurança jurídica.
O ministro também determinou a abertura do rito previsto na Lei das ADIs, solicitando informações à Presidência da República e ao Congresso Nacional no prazo de cinco dias. Depois, os autos seguirão para manifestação da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Decisão de Moraes de não aplicar Lei da Dosimetria cria novo poder para STF
Ministro criou uma terceira via jurídica ao não declarar a norma inconstitucional nem aplicá-la.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 12/05/2026 | 12h57 Por Carolina Brígido
A Destruição e Total Desmoralização da História Jurídica, Judicial, da Ciência do Direito , da Justiça e da Constituição Federal por inteira do Brasil ,assistirmos um Poder, Monocraticamente e Rasgando a Constituição de A a Z, ser o “Revisor dos Atos Constitucionais do Poder Legislativo’, Usurpando os Poderes, Objetivos, Finalidades e Atribuições do Poder Legislativo. Um Crime contra a Constituição, o Brasil e seu Povo, e suas Liberdades de escolha pelo Voto, até quando ? Será que o Voto Popular não vale mais nada e que o Poder Legislativo é uma Figura de Decoração na Perpetuação do Crime Organizado Confesso e Explicito e Fora das Leis no Comando dos Poderes do Brasil ?
Senhor EDJAILSON XAVIER CORREIA , posso até estar errado , mas prefiro que rasguem a ” Constituição Federal do Brasil ” , ao menos perderei a ilusão da existência da lei , e terei a certeza de que não existem leis no pais , que a vê-la a todo instante ser ” manipulada ” pelos membros do ” congresso nacional Brasileiro , a seu bel prazer e conveniência , como tornou-se rotineiro e regra no país .
Paulinho da força negociou isto?
Uma cuanga dosimétrica pra substituir outra cuanga de anistia.
Aí o fumo entra e todos gritam, Peidaram mas não foram eu!!!
Se Lombroso fosse vivo estaria no seu elemento com esses ministros.
Para fazer o Diabo a esquerda vende a narrativa que foi o Lombroso que desenhou o retrato de Dorian Gray
Outra coisa, queda de narrativa do Taxad
Caiu a taxa das blusinhas até as eleições, depois ela volta.