
Governo tenta novo desenho para a política de segurança
Pedro do Coutto
A segurança pública voltou a ocupar o coração das angústias brasileiras. Depois de anos em que inflação, desemprego e poder de compra dominaram o debate político, a sensação de insegurança retomou espaço no cotidiano da população e passou a influenciar diretamente a percepção sobre governos, instituições e futuro do país. Pesquisas recentes do Datafolha e da Quaest mostram que o tema já figura entre as maiores preocupações nacionais, superando inclusive questões econômicas em determinados segmentos sociais.
O governo do presidente Lula da Silva percebeu o peso político dessa mudança de humor social. Dentro do Palácio do Planalto, cresce a avaliação de que a segurança pública pode se transformar no principal teste de governabilidade dos próximos anos, especialmente porque a violência deixou de ser vista apenas como um problema policial e passou a representar um fator de desorganização econômica, social e institucional.
REALIDADE PARALELA – A preocupação não é abstrata. Em estados como o Rio de Janeiro, o avanço territorial de facções criminosas e milícias já criou uma realidade paralela em diversas regiões. Estudos, relatórios policiais e levantamentos independentes apontam que áreas inteiras vivem sob influência direta de grupos armados, que exercem controle econômico, impõem regras locais, exploram serviços clandestinos e substituem, em muitos casos, a presença formal do Estado.
O fenômeno deixou de se restringir às comunidades historicamente associadas ao tráfico. As milícias expandiram seus negócios para transporte alternativo, venda irregular de imóveis, fornecimento clandestino de internet, gás, TV a cabo e cobrança de taxas sobre comerciantes e moradores. Ao mesmo tempo, facções passaram a disputar territórios com capacidade militar crescente, ampliando confrontos urbanos e afetando diretamente a rotina da população.
O caso fluminense tornou-se uma espécie de retrato extremo de uma crise nacional mais ampla. O crime organizado brasileiro já não atua apenas como rede de tráfico de drogas. Ele opera com lógica empresarial, capacidade financeira sofisticada e conexões interestaduais que desafiam os modelos tradicionais de policiamento. Especialistas em segurança vêm alertando que o país enfrenta hoje estruturas criminosas com alto grau de adaptação tecnológica e infiltração econômica.
NOVO DESENHO – É nesse cenário que o governo federal tenta construir um novo desenho para a política de segurança pública. A proposta em discussão busca ampliar a integração entre União e estados, fortalecer inteligência policial, rastreamento financeiro e combate ao crime organizado interestadual. O desafio, porém, é profundamente político.
Historicamente, governos petistas enfrentaram dificuldades para consolidar uma narrativa forte na área de segurança. Parte disso decorre do receio de associação com políticas consideradas excessivamente repressivas; outra parte vem da fragmentação das competências constitucionais, já que a segurança ostensiva permanece sob responsabilidade dos estados. O resultado é que o governo federal frequentemente assume custos políticos sem possuir controle pleno sobre a execução das ações.
Além disso, o debate sobre segurança no Brasil costuma oscilar entre dois extremos igualmente insuficientes: de um lado, discursos exclusivamente punitivistas; de outro, abordagens que ignoram o grau de consolidação econômica do crime organizado. A realidade atual exige algo mais complexo. O país enfrenta organizações que movimentam bilhões, possuem armamento pesado, dominam territórios e operam redes de corrupção capazes de atravessar estruturas públicas e privadas.
IMPACTO – O Rio de Janeiro simboliza esse impasse de maneira dramática. Operações policiais de grande escala produzem impacto imediato, mas frequentemente não alteram a lógica estrutural de ocupação territorial. Em muitos casos, após confrontos violentos, as organizações criminosas retomam rapidamente o controle das áreas. A população, presa entre o medo da criminalidade e a insegurança dos confrontos armados, convive com uma rotina marcada pela instabilidade permanente.
Ao mesmo tempo, a crise da segurança tornou-se também uma crise de confiança institucional. Quando cidadãos percebem que o Estado perde capacidade de garantir circulação, comércio, transporte e proteção básica em partes do território, instala-se uma erosão silenciosa da autoridade pública. É justamente esse processo que hoje preocupa setores do governo federal.
Lula sabe que segurança pública tem forte impacto eleitoral, especialmente nas periferias urbanas. O tema afeta diretamente a vida cotidiana: o medo de sair de casa, o receio de usar celular na rua, a mudança de hábitos e a sensação de vulnerabilidade constante. Pesquisas recentes mostram que milhões de brasileiros já alteraram comportamentos rotineiros por causa da violência.
COORDENAÇÃO NACIONAL – O desafio do governo será evitar dois erros simultaneamente: a paralisia política e a aposta em soluções meramente espetaculares. O combate ao crime organizado exige coordenação nacional, inteligência financeira, controle territorial, integração de dados, presença social do Estado e fortalecimento institucional contínuo. Nenhuma operação isolada resolve um problema que levou décadas para se consolidar.
Mais do que uma pauta policial, a segurança pública tornou-se uma disputa sobre a própria capacidade do Estado brasileiro de preservar autoridade, garantir direitos e impedir que poderes paralelos avancem sobre parcelas crescentes da sociedade. E é exatamente por isso que o tema deixou de ser apenas um problema regional para se transformar em uma das questões centrais do país.
Abrólhos!
L=12=2
U=21=2
L=12=2
A= 1=1
46X7=322
(“Cabe ressaltar que o Capítulo 322 — Skull and Bones — A Irmandade da Morte nada mais é do que uma equipe de assassinos políticos contra aqueles políticos dos Estados Unidos que não se alinham aos planos da Casa Rothschild para uma dominação e controle elitista e sanguinário sobre a economia mundial. Caleb Cushing esteve envolvido em inúmeros rituais de “Assassinato do Rei” na recém-formada República dos Estados Unidos. Por exemplo, Caleb Cushing esteve envolvido nas mortes por envenenamento por arsênico dos presidentes dos Estados Unidos William Henry Harrison, em 4 de abril de 1841, e Zachary Taylor, em 9 de julho de 1850. Esses dois presidentes se opuseram à admissão do Texas e da Califórnia como estados escravistas. Isso contrariava os planos da Casa Rothschild de fomentar a escravidão e uma guerra civil nos Estados Unidos.”
http://www.whale.to/c/mardi_gras.html
“FHC & Barba & Más Cias”, os Agentes Rottschild!
Bush, o Senhor dos Eventos!
Adendos, em:
https://www.espada.eti.br/ce1011.asp
Abrólhos!
“Os Rothschild têm um hábito de assassinar presidentes que não cumprem as ordens.
A ruína de nossas instituições civis reside na Maçonaria, já poderosa e que se fortalece a cada dia. Devo ao meu país expor seus perigos.” – Capitão William Morgan, assassinado em 11 de setembro de 1826
https://www.henrymakow.com/
(entre 16 de junho de 2008 e 25 de setembro de 2024)”
A má obra dos blindados assassinos!
https://www.facebook.com/share/p/17YVDpPyhc/
Sr. Pedro
Veja a violência dos banqueiros
O Narco-Ladrão junto com seus banqueiros de estimação estão destruindo as economias do povão…..
O Narcola está com 5 mandatos nas costas e não conseguir resolver os juros dos cartões de crédito que chegam ultrapassar 400% a.a….
Inadimplência bate recorde e atinge 74,8 milhões de consumidores em abril, diz CNDL e SPC
Pesquisa destacou o crescimento das dívidas por Água e Luz, com crescimento de 22,38%
https://www.terra.com.br/economia/inadimplencia-bate-recorde-e-atinge-748-milhoes-de-consumidores-em-abril-diz-cndl-e-spc,c07e12ed4b5f912edc67c6f5979baf1bna0isquc.html?utm_source=clipboard
aquele abraço
Sr. Pedro
Será que dentro da Facção Criminosa NoveDedista não tem um faccionado semi-analfabeto com Q.I baixo que sabe pelo menos ler está noticia para o Narco Ladrão…???
Juros do cartão de crédito atingem 436% e expõem distorção brasileira
Dados do BC apontam para alta dos juros cobrados sobre quem não paga a fatura em dia
Sr. Pedro
Mais violência contra os idosos…
Bradesco não poderá abrir contas por 30 dias após mau atendimento
Procon aplicou restrições após série de autuações por filas, falhas no atendimento e reclamações envolvendo idosos e aposentados
https://ultimosegundo.ig.com.br/2026-05-13/bradesco-nao-podera-abrir-contas-por-30-dias-apos-mau-atendimento.html
A PEC da Segurança Pública foi aprovada na Câmara, sob os auspícios do presidente da Câmara Hugo Motta.
Como o Legislativo no Brasil é Bi- Cameral, para se tornar Lei, precisa ser aprovado pelo Senado e sancionado pelo Presidente da República.
Ocorre que, o Soba do Amapá, o presidente do Senado Davi Alcolumbre, envolvido no rombo de 400 milhões de reais do Instituto de Previdência do Amapá, que um indicado do Rei Davi torrou no Banco Master, dinheiro que não volta mais para pagar os aposentados amapaenses, bem, o todo poderoso Davi Alcolumbre não vai colocar a PEC da Segurança para os senadores votarem, porque não quer colocar azeitona na empada de Lula.
Como até às pedras das ruas e vielas de Brasília sabem, o mafioso Alcolumbre está chateado com Lula, porque o presidente não indicou seu ala no Senado, o senador Rodrigo Pacheco para ministro do STF, preferindo o AGU, Jorge Messias, afinal rejeitado pelas manobras anti republicanas de Davi Alcolumbre, que trabalhou intensamente para cabalar votos contrários a indicação de Lula.
Davi Alcolumbre, no dia da rejeição de Jorge Messias, abraçou Flávio Bolsonaro na cadeira do Senado, em festa, encostou a cabeça coroada no peito de Flávio, feliz pela vitória contra o presidente Lula com o apoio de Flávio, que atuou para os senadores do PL votarem em peso contra Messias, inclusive os senadores evangélicos.
Dizem as más línguas de Brasília, que Davi Alcolumbre temia dois ministros evangélicos contra ele no STF, já que já tem um, o evangélico ministro André Mendonça, que ficou na geladeira por cinco meses até sua aprovação para ministro, por ordens de Davi Alcolumbre, sempre ele nessas manobras escusas.
Uma hora, esse poder todo do presidente do Senado acaba e Davi Alcolumbre vai acabar no Baixo Clero do Senado, sem poder nenhum, como mais um do time: “Se gritar pega ladrão não fica um meu irmão, nas palavras do general Heleno”.